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terça-feira, 6 de setembro de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Novidades Guerra e Paz
A Guerra e Paz e o Clube do Livro SIC fecham o mês de Janeiro dando-lhe a ler cartas de amor. No centro deste livro estão as cartas de amor de algumas das maiores figuras da humanidade, figuras como Napoleão, Virginia Wolf, Beethoven, Marcel Proust, Freud ou Lord Byron. As Grandes Cartas de Amor é um livro que reúne uma selecção cuidada e criteriosa de correspondência de autores estrangeiros e de alguns portugueses. Ao todo, são 51 cartas comoventes, eufóricas, apaixonadas e sofridas. Cartas de amor escritas por reis e escravos, romancistas e comediantes. Até ditadores. Cartas que ensinam a amar. Dão lições de dignidade, de paixão, de amorosa resignação. Ensinam os caminhos da alegria, do desejo e da perda.
Às grandes figuras da História Mundial, As Grandes Cartas de Amor junta figuras da nossa História recente. Primeiro, as cartas que Maria Barroso escreveu a Mário Soares, nos anos da ditadura de Salazar, cartas ditadas pela separação que a prisão e o exílio forçaram. A seguir, cartas de amor de António José Saraiva, escritor e historiador. A fechar, a escritora Rita Ferro e o jornalista Fernando Correia escrevem cartas ao Amor Eterno, a esse amor perene que enche a nossa vida de esperança. Todas as cartas são precedidas por um texto de enquadramento, que dá ao leitor o contexto em que a carta foi escrita.
A Cidade e as Serras é um romance – último de Eça de Queiroz – composto por dezasseis capítulos que contam a gradual transformação de Jacinto de Tormes de homem citadino e adepto incondicional da civilização e do progresso, representados aqui pela cidade de Paris, então capital do mundo, entregue a um fastio e a um tédio inexplicáveis, em homem apaixonado pela Natureza e pelo campo (e, concretamente, as serras de Tormes), cheio de entusiasmo, vitalidade e apetite pela vida. 
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domingo, 17 de janeiro de 2016
Novidades Guerra & Paz
Dois homens e três mulheres, num romance com os cheiros e sabores de África, são o mote para Praça do Império, de Maria João Carrilho. Uma trama amorosa, várias histórias de vida, que têm como pano de fundo Moçambique da Guerra Colonial e São Tomé da actualidade. Praça do Império é um romance de estreia de grande qualidade literária de Maria João Carrilho, que foi bolseira da Fundação Gulbenkian e do American Language Institute, serviu bebidas em Bona e burocracias em Lisboa e leccionou em Portugal e em São Tomé.
Praça do Império é o romance onde tudo se passa como se nada se passasse. As batalhas de que não se fala, os silêncios, as palavras proibidas de quem parte à descoberta de si próprio. Alguns atingirão a sua meta, outros ficarão pelo caminho ou farão grandes desvios para fugir à dor, à morte, à prisão. E se a vida só nos der respostas improváveis?
Há dois anos, o economista Pedro Arroja escrevia F. – Portugal é uma figura de mulher, dedicado à neta, então com apenas quatro anos. Não era, não é, um livro vulgar. Era, e é um livro sério, que visa mudar o rumo que o País tem vindo a seguir nas últimas décadas. Como se de um diálogo íntimo com a neta se tratasse, Pedro Arroja percorre o percurso histórico de Portugal, aponta erros e falhas, realça o poder da Tradição e exalta o caminho para a recuperação económica e social de um país que perdeu o rumo. Numa altura em que o nome de Pedro Arroja volta a estar na ordem do dia, vale a pena lembrar a origem do pensamento que estrutura as ideias pelas quais tem sido alvo de comentário, devido ao seu espaço de opinião no Porto Canal.
É inevitável o sentimento de renovação que um novo ano inspira. O desejo de renovação e de aposta pessoal enche-nos de esperança, um sentimento que queremos prolongar durante o máximo de tempo possível. E é isso que a Guerra e Paz oferece com este novo livro da colecção Clube do Livro SIC, Todos os Dias com Francisco. Uma caminhada lado a lado com o mais carismático dos chefes da Igreja Católica deste século. Para todos os dias de 2016.
Organizado por Helder Guégués, este livro é o mais completo retrato do Papa Francisco. É um retrato feito de palavras e de actos, as palavras e os actos do próprio Francisco. Dia a dia, este livro oferece os grandes momentos da acção do papa, os factos mais marcantes da sua vida, o que disse sobre a pobreza ou o casamento, sobre os refugiados ou sobre a globalização. Este livro é a memória da vida de um homem cuja acção está a marcar a vida de toda a humanidade. Um livro para ler todos os dias, em jeito de agenda perpétua.
«Hoje o Pessoa é mais conhecido por esse mundo fora que o Camões, só suplantado pelos craques de futebol – que passarão, mas ele ficará». A convicção é de Teresa Rita Lopes, a mais recente convidada de José Jorge Letria para as conversas que alimentam a colecção o fio da memória, editada pela Guerra e Paz em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores. Teresa Rita Lopes: Pessoa do Meu Desassossego é o livro de uma conversa intimista com uma das pessoanas que animam o meio académico e ensaístico nacional, procurando sempre formas criativas e inovadoras de manter intenso e renovado o interesse dos leitores pela obra múltipla de Fernando Pessoa, esse génio que foi muitos sendo apenas um. Um livro que atravessa todas as fases da vida de Teresa Rita Lopes, da formação à vida afectiva e intelectual. Um livro de palavras e um livro de imagens, com fotos de infância e de juventude, de viagens e da vida académica. Um poderoso documento que chega às livrarias a 25 de Novembro.
O coração já o atraiçoou duas vezes. Com um intervalo de treze anos, José Jorge Letria viveu duas experiências dramáticas: a vida fugia-lhe. Tentando esquecer a morte súbita do próprio pai, que partiu quando o autor tinha apenas 16 anos, José Jorge Letria viveu o susto na pele, por duas vezes. Quis, por isso, na melhor tradição literária, deixar registo escrito desse momento em que tudo deixa de ter importância – o quotidiano, a conta bancária, as reuniões, o trabalho – e em que um homem, numa cama dos cuidados intensivos, se interroga sobre a sua existência e até sobre o sentido da vida. Enquanto a Palavra «Morte» Não Couber na Nossa Boca – O Livro Aberto do Coração não é apenas um, mas dois depoimentos separados por treze anos. Une-os o apego à vida, uma combatividade sem tréguas de um corpo e de uma mente que se recusam a desistir e que querem continuar a sonhar, a desejar, a viver. «Foram duas experiências duras de que decidi deixar registo escrito, para que os outros saibam como foi e eu próprio não o esqueça. Também somos aquilo que sofremos e nos deixa cicatrizes na memória do corpo e da alma», enfatiza o autor. «E nunca deixei de ter presente a imagem de meu pai fulminado por um acidente vascular cerebral que o fez partir muito antes do que, pela ordem natural das coisas, seria aceitável e justo», ressalva. Chega às livrarias a 20 de Janeiro.
A Guerra e Paz editores publica este mês o Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels. Esta edição faz parte de um projecto que engloba também a publicação do Mein Kampf, de Adolf Hitler, e de O Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung. Três livros fundamentais para a História do século XX. Três livros contendo visões utópicas que desencadearam brutais ditaduras, guerras e genocídios arrepiantes.
Podem publicar-se, hoje, estes livros, sem um enquadramento que forneça ao leitor o quadro histórico que precede o aparecimento destas obras e sem levar em conta as consequências que desencadearam? A Guerra e Paz entende que não e, por isso, converteu estes três livros em edições globais, nas quais, em texto e imagens se inclui também a história épico-trágica do comunismo, do nazismo e do maoismo.
A 20 de Janeiro, chega às livrarias o Manifesto Comunista. A edição tem organização e textos de Manuel S. Fonseca, convocando figuras ou testemunhos como os dos romancistas Vassili Grossman e Alexander Soljenitsin, escritores como Raymond Aron, políticos como Nikita Krushchov, testemunhos como os de O Livro Negro do Comunismo. António Rodrigues apoiou esses textos com pesquisa sobre a história do comunismo e traduziu esta nova versão do Manifesto Comunista, que Marx e Engels escreveram para dar corpo teórico às revoluções de 1848 que puseram a Europa em fogo.
As mulheres e o que elas fazem são o centro deste romance menos conhecido de Camilo que, depois de em Setembro ter publicado Os Maias, de Eça de Queiroz, a Guerra e Paz agora publica na sua colecção de Clássicos da Literatura. O livro chama-se O Que Fazem Mulheres, e está disponível a partir de 20 de Janeiro.
Escrito como paródia aos folhetins românticos, O Que Fazem Mulheres começa com um diálogo entre mãe e filha: a primeira tenta convencer a segunda a casar-se por dinheiro e não por amor.
Esta é a história de Ludovina, uma jovem bela, de origem fidalga, Ricardo de Sá, ambíguo «homem fatal», e outro homem, João José Dias, regressado do Brasil, muito rico, muito velho, muito gordo. 
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Novidades Guerra & Paz
Enquanto núcleos pioneiros dão formação em cinema, as principais linhas de solidariedade internacional a traduzir-se em colaborações cinematográficas são as mantidas com Cuba e o Partido Comunista Francês. Ruy Duarte cresce, entretanto, como realizador através de um cinema da palavra, buscando uma «linha de equilíbrio» entre dois dinamismos, o de um tempo mumuíla num presente angolano.
Sucede-se um longo impasse, provocado pela guerra e falta de recursos. A revitalização que se vai vivendo em certos momentos não basta para sustentar o presente desta cinematografia, de costas voltadas para a emergente produção amadora do «cinema da poeira» que sonha com uma Angollywood. 
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015
domingo, 25 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Novidades Guerra e Paz
Como o Musgo na Pedra é um romance de silêncios e memórias, vividos a um ritmo lento, o ritmo da Perda. Com uma escrita superior, clara e compreensível, Daniel Simon guia-nos pelos tortuosos caminhos do luto, com rara beleza literária. «Escrevo: quatro meses depois. Como se houvesse um momento-marco, um instante zero evidente. Na realidade, as nossas vidas estão cheias de instantes zero, de rupturas, este é só o instante zero mais recente. Sublimamos as outras rupturas, mas, às vezes, numa fracção de segundo, elas emergem. Visitar a Perda é reviver todas as visitas anteriores. É inevitável. Pensamos que sofremos de coisas diferentes de cada vez, mas é sempre o mesmo sofrimento que visitamos. De modo que escrevo: quatro meses depois. Depois de tudo».
EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, num período em que a China, com um «novo imperador», se está a organizar para disputar a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.
Confronto ou coexistência é a pergunta que José Manuel Félix Ribeiro tenta responder num livro imprescindível para entender o mundo actual.
O pano de fundo deste livro é a vida das grandes famílias no Portugal do final dos anos 50 e da década de 60. Desse fundo histórico, emerge um homem que por amor, renunciou a tudo: à pátria, a Salazar, à família.
Mas o país tinha mão pesada para quem se atrevia a violar as regras sociais e «o avô Luís» pagará o preço da ousadia. «Ainda não me tinha apercebido de que ninguém conhecia a verdadeira dimensão do abalo que o romance provocara no seu espírito».
O que é que Fernando Pessoa nos tem a dizer sobre as mulheres? E se, num livro único, se reunissem os textos de Pessoa e dos seus heterónimos sobre as mulheres, o casamento, o amor e o desejo? São textos em que se aconselham mulheres. Num deles, Pessoa — ou será Bernardo Soares? — propõe-se ensinar às mulheres como trair os maridos em imaginação.
Vem aí um livro de conselhos a casadas, malcasadas e algumas solteiras. São conselhos heteronímicos de Fernando Pessoa (que tantas vezes terá sido heterónimo de si mesmo). Vem aí um livro de solidão, a solidão de mulher num homem que, se as queria, não sabia como havia de as querer.
É este o livro que a Guerra e Paz faz chegar às livrarias, a 21 de Outubro. Inspirado num verso de Pessoa, o livro chama-se Minha Mulher, a Solidão. Mas vamos também chamar-lhe, porque há outros textos que assim o exigem, Conselhos a Casadas, Malcasadas e algumas Solteiras. Um livro irreverente, de capa dura e lombada solta, com costura à vista.
Trata-se de um livro de colecção, para bibliófilos, que nenhum admirador de Pessoa pode perder. Capa em cartão grosso, de 3,5 mm de espessura, com as faces do miolo pintadas à mão, a vermelho, o livro abre logo com uma surpresa: uma pintura original de Ana Vidigal, a que se segue um texto-poema de Eugénia de Vasconcellos. Duas mulheres confrontam-se com a misoginia de Fernando Pessoa.
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sábado, 26 de setembro de 2015
Novidades Guerra & Paz
Depois de Acreditar, Rezar, Amar e de O Meu Segredo, Maria Helena está de volta com um livro que promete trazer doçura, consolação e esperança à vida dos leitores. Anjos e Milagres: Orações para o Céu Descer à Terra reúne as mais belas orações aos anjos. Umas são orações clássicas escolhidas por Maria Helena. Outras, foram escritas pela própria autora para levar força e optimismo a quem mais precisa.
«Nos momentos de maior aflição, nos dias em que a força parece abandonar-nos, vamos dar as mãos e orar juntos, porque eu sei, e você sabe, meu anjo: é preciso acreditar que o Céu pode descer à Terra, pois os milagres acontecem!».
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Novidades Guerra & Paz
Numa altura em que fazer face às dificuldades é palavra de ordem, Luís Ferreira Lopes mostra-lhe casos reais de empresários que dão a volta aos contratempos.
«(…) o foco é descrever os protagonistas dos casos de sucesso empresarial: quem são, como gerem, que soluções encontram para os problemas, como inovam e se diferenciam da concorrência, como gerem os seus recursos, que estratégia/visão/método têm», explica o autor Luís Ferreira Lopes, acrescentando: «É a resiliência de gente empreendedora que mostramos neste livro».
Os Maias, a mais importante obra de Eça de Queiroz, é primeiro livro de uma nova colecção de clássicos da Literatura que a Guerra e Paz se orgulha de inaugurar nesta rentrée literária.
A edição apresenta uma nova fixação do texto, da responsabilidade de Helder Guégués, actualizando o texto do romance segundo os mais rigorosos critérios ortográficos e tipográficos. Esta nova aposta da Guerra e Paz está ainda enriquecida com posfácio do bisneto de Eça, António Eça de Queiroz:
«A meu ver, em Os Maias o seu autor consegue a façanha de construir um espantoso edifício literário e, em simultâneo, um mecanismo de sublimação do seu maior drama existencial. Estes são os meus Maias».
Pela primeira vez em Portugal, dois jornalistas mergulharam na intimidade dos portugueses e fizeram um retrato vivo, expressivo e sem tabus da vivência da sexualidade no nosso país. Mais do que a porta de casa, estes homens e mulheres abriram a porta do quarto e revelaram a Bernardo Mendonça e Maria João Ruela os desejos mais cândidos ou sórdidos, os segredos até então nunca contados, as fantasias que sonham poder concretizar.
Sozinhos, bem acompanhados, a dois ou a três, de todas as idades, gostos e preferências se faz este livro, em que cada um de nós se revê, aqui e ali, em pessoas, situações e… sensações. 
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sexta-feira, 17 de julho de 2015
Novidades Guerra e Paz
Há muito tempo que Julie não acredita em contos de fadas. Nós também não. Aos 20 anos, Julie trabalha como caixa num supermercado. Mãe solteira de Lulu, um menino de três anos, não quer que lhe falte nada e todos os dias dá o melhor num emprego mal pago, que a deixa sem sonhos, à mercê de um chefe abusador. Até ao dia em que se cruza com Paul, um cliente sexagenário que se comove com a sua situação e lhe estende a mão. Será que Julie encontrou finalmente o caminho da felicidade ou estará o destino apenas a preparar-se para lhe puxar o tapete – outra vez? Às vezes só a morte nos ensina a cantar a vida.
Tendo por base mais de trinta anos de dedicação no Hospital Curry Cabral e no Hospital Miguel Bombarda, ambos em Lisboa, o Pe. Augusto Cima apresenta um livro prático. Interessa a médicos e enfermeiros, a religiosos e a não religiosos. Interessa sobretudo às famílias e aos seus doentes. Um livro sobre a situação social e psíquica do doente no hospital: que conforto se pode encontrar para o problema do sofrimento. 
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sexta-feira, 3 de julho de 2015
Novidades Guerra & Paz
10 de Novembro de 1975: ao cair da noite, os últimos militares portugueses abandonam Angola, horas antes da independência. O atirador especial Afonso não embarca no derradeiro navio português e sobreviverá à guerra civil durante 11 anos, até ser capturado e repatriado. O psiquiatra que o acompanha no regresso a Lisboa quer saber tudo o que lhe aconteceu durante a Guerra Colonial e não vai descansar enquanto não desvendar a história por detrás do soldado esquecido.
Terceiro romance de João Céu e Silva, Adeus, África – A História do Soldado Esquecido é uma história de amor e guerra que atravessa os vários cenários do conflito colonial, de 1961 a 1986. Este é um livro que refaz o mundo brutal dos jovens que foram combater sem saber que matar inocentes e morrer em emboscadas eram situações triviais. Pelo meio, a história de amor a uma mulher que divide dois irmãos, um encontro com Che Guevara, um affaire com a jornalista francesa que encantou Salazar e muitas histórias que contextualizam o subconsciente pessoal, político e histórico de um milhão de militares que passaram pelas províncias ultramarinas.
Suponha que lhe ofereciam um pouco mais de tempo de vida: 15 anos mais do que a média de vida dos seus familiares. Imagine, por um momento, que a qualidade de vida desse tempo extra fosse parecida com a dos seus 30 anos. Gostaria? Ah, mas isso o Dr. Luís Romariz já pode prometer à luz da ciência actual. E nós também.
O Regime Antienvelhecimento, da autoria daquele que é o pioneiro da medicina antiaging em Portugal e o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto, chega às livrarias a 20 de Maio e promete dar aos portugueses todas as ferramentas para ganharem, literalmente, anos de vida.
Deus Natureza é um livro dedicado a valores civilizacionais ocidentais e humanistas. O autor, na qualidade de promotor social, tem vindo a criar um trivium dedicado à liberdade, igualdade e fraternidade. O trivium é composto pelo Parque Biológico, que representa a igualdade da vida, o Espaço da Mente, que representa a liberdade exigida pela inteligência, e o Templo Ecuménico, Universalista, que impõe a tolerância, o respeito pela diferença e a fraternidade com a Natureza. E é esta a linha de valores que transmite aos netos e leitores, num livro que ajuda a compreender o mundo, a amar a Natureza e o nosso semelhante.
Ricardo S. é consultor numa multinacional de tecnologias de informação. Uma vida de sonho? Ricardo S. é infeliz. Nascido na geração do pós 25 de Abril, vive insatisfeito a nível profissional e pessoal. Viciado nas redes sociais, na droga, no speed dating, no consumismo desenfreado e no trabalho em excesso, o protagonista de A Máquina não Gosta de Gatos vê-se preso numa vida high-tech, onde tudo é reciclável e efémero: os empregos, os casamentos, as amizades, as ideologias, os cursos superiores, os bens materiais. Tudo.
Já imaginou viver num país onde uma mulher, para viajar, precisa de autorização escrita do marido?
Como será a vida num país onde meçam o comprimento das saias das raparigas à entrada da escola, para que os joelhos não apareçam?
Imagina-se a viver numa terra onde não pode ler o que lhe apetece, ouvir a música que quer, ou até dormitar num banco de jardim?
Já nos esquecemos, mas ainda há poucos anos tudo isto era proibido em Portugal. Tudo isto e muito mais, como dar um beijo em público. O beijo na boca era qualificado de acto exibicionista atentatório da moral. Levado para a esquadra, ou para o posto da GNR, o delinquente beijoqueiro era autuado em pelo menos 57 escudos, e passava invariavelmente pela cadeira do agente-barbeiro, de onde saía de cabeça rapada, máquina zero.
Esta e outras histórias estão disponíveis na novíssima edição de Proibido. É muito mais do que um livro, é uma viagem e um exercício para a sua imaginação. Está de volta às livrarias a 3 de Junho.
José de Guimarães é o criador de um dos mais singulares e originais universos plásticos das artes visuais portuguesas. Neste novo exemplar da colecção o fio da memória, editado em parceria da Guerra e Paz com a Sociedade Portuguesa de Autores, é apresentada a vida e obra daquele que é um dos principais artistas portugueses.
À conversa com José Jorge Letria, o artista revisita a sua infância, revela influências e evoca a relação com a escultura dos povos angolanos ou com a estética mexicana. Fala dos museus, e do seu museu ideal, aquele que tenha a forma do mundo.
Goya deixou-se viciar pela comida, pelo seu aroma, pelo ruído dos pratos e dos talheres. A cozinha fascina-o. Fica sentado à espera que algum pedaço de carne, de peixe ou de massa fique subitamente ao seu alcance. Mal o come, pede mais, reclama o reforço da dose com um pequeno ronco que eu talvez me atreva a traduzir por «quero mais, muito mais!».
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terça-feira, 28 de abril de 2015
Novidade Guerra & Paz
Escrito numa linguagem simples e acessível, O Método Anticancro fornece as ferramentas necessárias para a prevenção do cancro e de recidivas, para os sobreviventes da doença. Este livro reúne todo o conhecimento disponível sobre a prevenção do cancro na forma de dez grandes recomendações sobre o tabagismo, peso corporal, exercício físico, alimentação e exposição ao sol.
Estas são recomendações saídas da análise rigorosa de várias décadas de investigação e representam a melhor arma de que dispomos para reduzir de forma drástica o peso do cancro na nossa sociedade. O cancro é um inimigo temível, e só usando todos os recursos disponíveis, tanto preventivos como curativos, podemos progredir na luta contra esta doença e reduzir o sofrimento e o desespero que semeia à sua passagem.
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sábado, 18 de abril de 2015
Novidade Guerra & Paz
O crime de Manuel Palito é conhecido: assassinou duas mulheres a sangue frio e feriu ainda a sua filha e a própria mulher. Manuel Palito está agora a ser julgado pelos seus actos. O jornalista João Bonifácio não se limitou a seguir todos os passos desses bárbaros assassínios. Durante um mês, João Bonifácio viveu em Trevões e Valongo dos Azeites, as aldeias do interior onde tudo se passou. Descobriu uma realidade perturbadora.
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domingo, 29 de março de 2015
Novidades Guerra & Paz
Uma mulher adoece. Morre sem morrer, fica ligada a uma máquina aguardando que o marido diga para que se desligue. Mas entretanto descobre-se que está grávida e que a doença aconteceu exactamente por causa da gravidez. A mulher morrerá depois de incubar quem a matou. E o homem escreve o diário do luto.
Será esta a definição do amor?
Gosto desta terra e destas mãos é uma homenagem colectiva a um artista plástico cuja assinatura pouco mais além foi do seu distrito de residência, em Santarém-Mação. Porque não quis “pôr-se em bicos de pés” e se marimbou para os “mercados”, a obra de José D’alexandre é aqui revista de modo a equilibrar a sua quase indiferença em mostrá-la em vida.
No seu conjunto, a obra de José D’alexandre (assim, a assinatura) apresenta uma estética muito mais abrangente do que a região onde nasceu e viveu a última fase da sua vida.
Figura maior da nossa vida cultural, António Victorino d’Almeida construiu uma obra múltipla e por vezes desconcertante que a comunidade crítica e artística tem dificuldade em aceitar com os traços únicos da sua diversidade. Em António Victorino d’Almeida: Vivo como Um Leopardo, o Maestro compara-se a um leopardo que desce de um ramo alto para caçar e depois fica em paz enquanto a comunidade que dirige tem com que se alimentar.
Quem o ouve discorrer sobre os casos futebolísticos de cada jornada não imagina a realidade que Fernando Correia deixa longe dos estádios, dos jogos e dos relvados. Conhecido há várias décadas no meio do jornalismo desportivo, Fernando Correia enfrenta um drama pessoal que, até agora, tem mantido resguardado. A sua mulher, mãe das suas três filhas, foi diagnosticada com a doença de Alzheimer e teve de ser internada na Casa de Saúde das Irmãs Hospitaleiras, na Idanha (Belas).
“Perguntaram-me há dias (talvez tivesse sido o médico que antes lhe prestou assistência) se eu já estava mais conformado. Respondi, quase automaticamente, mas num instante da verdade que se assumiu em mim: ‘Não. O que estou é mais habituado.’”.
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segunda-feira, 16 de março de 2015
Novidades Guerra & Paz
Lola Benvenutti é uma prostituta brasileira. Já dormiu com mais de três mil parceiros, não necessariamente homens. Tem 22 anos, é elegante, bonita, inteligente e audaz. Decidiu relatar, de forma cândida e aberta, as suas práticas sexuais num blogue e num livro. O Prazer é Todo Nosso converteu-se num sucesso editorial no Brasil e chega às livrarias portuguesas a 18 de Março.
Licenciada em Letras, Lola Benvenutti assume que se vende sexualmente por dinheiro, mas que retira prazer disso, sem vergonha nem culpa. Em O Prazer É Todo Nosso, relata episódios reais, que tanto mergulham no universo BDSM, como abrem a porta à ménage à trois e redescobrem o que corpos têm de mais belo e natural. Esta é uma surpreendente viagem pelo universo dos desejos e da autodescoberta. 
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