terça-feira, 26 de julho de 2016

A Pura Verdade

Título: A Pura Verdade
Autor: Dan Gemeinhart
Editora: Editorial Presença

Sinopse:
Nunca é tarde demais para vivermos a maior aventura da nossa vida!

Mark é um rapaz normal em quase todos os sentidos. Tem um cão que dá pelo nome de Beau, e Jessie, a sua melhor amiga. Gosta de fotografia e de escrever poemas no seu caderno. O seu sonho é escalar um dia uma montanha. Mas há algo nele que o torna uma criança diferente das outras.

Mark está doente. Tem uma doença da qual muitos não recuperam e que o obriga a constantes idas a hospitais e a fazer tratamentos. Por tudo isto, Mark decide fugir de casa. Leva consigo a sua máquina fotográfica, Beau e um plano: alcançar o cume do monte Rainier, mesmo que isso signifique a última coisa que irá fazer.

A Pura Verdade é uma história invulgar e extraordinária sobre as grandes questões da vida, pequenos momentos e a espantosa aventura do espírito humano.

Opinião:
   Li este livro em plena época natalícia. Trouxe consigo lágrimas e emoção por não poder abraçar aquele rapazinho, e com ele todos os rapazinhos e todas as meninas que sofrem tão mais do que qualquer criança deveria. Não sendo possível o abraço, esbanjei tanto espírito natalício quanto me foi possível entre os que precisam. Pelo menos serviu um propósito!
   Mark está doente. Sendo esta a realidade central em todo este livro, e o móbil que impulsiona toda esta aventura, não é esta a história. Uma criança com um sonho e com toda a força de vontade que qualquer criança tem quando quer mesmo qualquer coisa. Juntemos à vontade, o sonho, o pouco tempo e uma inteligência considerável e temos como resultado final um livro tocante, que marca pelos pequenos momentos, pelos pequenos detalhes que iluminam ou entristecem cada dia desta jornada. Uma vontade férrea que não quebra e pouco cede. Foco no objetivo indiferente a contratempos e medos. Só uma situação limite consegue potenciar esta viagem, mas o que a alimenta é muito mais, é a essência da vida humana - sonho e imaginação.

   Este livro não é fácil de ler, apesar da sua escrita ser fluída, simples e até infantil. Servirá de consciência a alguns e de conforto a outros. Uma história fantástica, que todos deveriam conhecer.

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Um Lugar Chamado Aqui

Autora: Cecelia Ahern
Editora: Editorial Presença

Sinopse:
Sandy Short tornou-se obcecada por coisas e pessoas perdidas, desde que, ainda criança, uma colega sua desapareceu sem deixar rasto. Desde então não conseguia descansar enquanto, pelo menos, não descobrisse uma pista que fosse daquilo que desaparecera. Até que um dia ela própria desapareceu... Este é um encantador conto onde a magia, o humor e as vicissitudes da inesperada busca se fundem harmoniosamente para criar um envolvimento que prende o leitor. No fundo, trata-se da história de uma mulher à procura de si mesma, contudo, nesta divertida parábola, a autora explora temas ligados ao sentido profundo da vida, como conservar, deixar ir ou perder, mas também lidar com a identidade face à passagem do tempo, recordar as suas raízes e apreciar o valor do amor. Um romance notável, pela criadora de PS. - Eu Amo-te, que deu origem ao enorme êxito do grande ecrã com o mesmo nome.

Opinião:
   Fico sempre impressionada quando leio qualquer coisa de Cecelia Ahern. Por muito tempo que passe, quando pego no livro, ou quando leio a sinopse, consigo sempre lembrar-me das sensações que o livro me trouxe. Não será o mais frequente entre todas as minhas leituras. 
   "Um Lugar Chamado Aqui" demorou até chegar à estante cá de casa. Fazia parte dos livros a encontrar, mas não era fácil encontra-lo quando pudesse ser adquirido. Até que foi possível.
   Este livro é um bocadinho diferente do romance habitual (como são todos os livros de Ahern). É um livro sobre uma pessoa que procura por outros até se encontrar a si própria. A forma como esta viagem é descrita e a realidade que a autora descreve para atingir esse objetivo é engenhosa, roçando o brilhante. Ler "um Lugar Chamado Aqui" mexeu comigo. Acredito que terá tido o mesmo efeito com outros leitores, porque é esse também o seu objetivo. Abrir em cada um de nós o que temos fechado, barrando a nossa relação com outros e connosco. Ler sobre perda, nas suas múltiplas dimensões e aprender sobre encontro e libertação, tudo sem melodrama ou fé à mistura. Quase com a cadência de história infantil, um conto de fadas, somos levados pela mão ao lado de Sandy até chegarmos com ela a uma conclusão, um final.

   Indiscutivelmente recomendado! Uma leitura deliciosa que pode acompanhar um pôr do sol veranil ou uma chávena de chá em frente à lareira. Intemporal!

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A Lenda de Desperaux

Título: A Lenda de Desperaux
Autora: Kate DiCamillo
Editora: Gailivro

Sinopse:
Despereaux Tilling, um pequeno mas corajoso rato, é diferente dos restantes ratos. Os seus sonhos conduzem-no para fora do mundo dos ratos e para o mundo das pessoas e das ratazanas. Pelo caminho, ele descobre algumas coisas surpreendentes sobre si mesmo e sobre aqueles que o rodeiam. No final, Despereaux descobre que mesmo o ratinho mais pequeno pode ser corajoso e bem sucedido como qualquer cavaleiro andante.

Opinião:
   Depois de ter lido "Onde Vivi e Para que Vivi", com toda a sua densidade e intensidade filosófica, queria ler qualquer coisa de extremamente diferente. Dar espaço à minha infantilidade nunca falha e foi assim que, ao fim de uns anos, "A Lenda de Desperaux" teve oportunidade de ser lida. Este livro fez imenso sucesso nos EUA, tendo resultado o seu sucesso na adaptação cinematográfica do texto. Tive oportunidade de ver o filme quando foi lançado em Portugal e, para ser sincera, não fiquei propriamente impressionada. Acho que qualquer coisa com o tipo de animação não me cativou. Este desencanto resultou no esquecimento do livro e só agora me deu vontade de pegar nele (impressionante a influência da imagem sobre o texto).
   Este é um livro infantil que merece carregar o nome de Livro!. Capa dura, ilustrações muito bonitas e uma história com uma profundidade que se assemelha à dos clássicos, o que lhe terá granjeado a fama que obteve.
   Muito mais bela quando escrita do que quando vista, a história de Desperaux inspira, emociona e ensina. Um ratinho que se torna cavalheiro, não é coisa de pouca monta! Múltiplas personagens, todas elas com um papel importante no desenrolar da acção, acrescentam entusiasmo e envolvência, de maneira a que o livro e a história preenchem o imaginário do leitor enquanto a leitura não termina!

   Uma deliciosa surpresa, este livro certamente fará parte dar histórias que povoarão a infância da criança cá de casa! 

domingo, 24 de julho de 2016

Onde Vivi e Para Que Vivi

Título: Onde Vivi e Para Que Vivi
Autor: Henry David Thoreau
Editora: Quasi

Sinopse:
Neste excerto de Walden (1854), vemos um superior transcendentalismo pelo punho de Thoreau. Sabia que Thoreau fora para os bosques viver de livre vontade, para sugar todo o tutano da vida, para aniquilar tudo o que não era vida e para, quando morresse, não descobrir que não vivera. Mas não lhe conhecia o punho libertador nem a ânsia poética que cresce entre as árvores.
"Mais do que amor, do que dinheiro e do que fama, dai-me verdade!". este é um relato de literatura e de verdade, de convicção solitária e de filosofia bucólica.

Opinião:
   Este é um livro pequeno mas cheio. Escrito por um homem devoto da simplicidade mas extremamente complexo, acompanhamos Henry Thoreau durante parte da sua experiência de vida nas margens do lago Walden. Despido de tudo o que considera supérfulo, o autor reflete sobre si e sobre a sua sociedade numa aura silenciosa e profundamente filosófica.
   Não é um livro de leitura fluída. Denso pela riqueza de ideias e conceitos, apesar da escrita despretenciosa, exige pausas a cada par de páginas para reflexão e interiorização. Longe dos estilos que mais frequentemente leio, este livro foi uma feliz surpresa. Apesar de ter sido escrito há mais de um século, muito do que é louvado vem de encontro ao que prezo, valores, prioridades e sensações imutáveis pelo tempo.

   Um texto de reflexão que terá lugar na vida de qualquer leitor. Resta escolher a altura certa para o ler!

Dívida de Sangue

Título: Dívida de Sangue
Autora: Charlaine Harris
Editora: Saída de Emergência

Sinopse:
Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric - um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.
De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…
Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos...

Opinião:
   Depois de resistir por uns bons meses, não aguentei mais e peguei com muita vontade no segundo volume da saga Sangue Fresco! Depois do primeiro volume e da primeira temporada da série correspondente, este segundo volume foi... uma desilusão.
   Confesso que a culpa terá sido inteiramente minha. Depois da paixão inicial, não me contive, e vi toda a primeira temporada de True Blood. Inconsciente de que esta abrangia mais do que um volume da série escrita (na minha vontade de mais ver, tomei tudo o que fugia do plano escrito como liberdade artística), pelo que quando retornei à dimensão das letras nada era novidade, tudo tinha sido já visto... Spoilers para os quais não tinha sido alertada levaram toda a diversão da novidade que tanto justificam o sucesso de um livro.
   Dito isto, se não considerar a falta de novidade, o livro mantém a mesma linha do volume inaugural, acrescentando mais personagens e seres fantásticos (é sempre difícil a restrição a um tipo de criatura nestes livros), o que dá mais graça ao argumento. 

   Terminado o livro, não fiquei cheia de vontade de pegar no próximo volume. Sei lá quão longe foi a série em relação ao escrito! Mas isto via continuar. Leitora persistente como sou, acabarei por ler a totalidade da colecção. Alguém me pode recriminar?

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Novidades TopSeller

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terça-feira, 19 de julho de 2016

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

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sábado, 16 de julho de 2016

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