Endgame está aqui. O mundo começa a desmoronar-se, a desintegrar-se, a enlouquecer. Ainda assim, os Jogadores continuam a jogar. A Chave da Terra foi encontrada. Restam duas chaves – e nove Jogadores. Há que encontrar as chaves mas apenas um Jogador pode vencer.
Aisling Kopp está em Queens, Nova Iorque e pensa ter encontrado uma forma de interromper o Jogo. Hilal ibn Isa al-Salt escapou por pouco a um ataque que o deixou terrivelmente desfigurado mas agora sabe algo que os outros Jogadores não sabem. Sarah Alopay encontrou a primeira chave, aliou-se a Jago e estão a vencer. Mas conseguir a Chave da Terra teve graves consequências para Sarah.
Através de um relato corajoso, Jeremy Scahill revela a verdadeira natureza das guerras sujas que o Governo dos Estados Unidos se esforça por ocultar. Do Afeganistão ao lémen, à Somália e mais além, Scahill traz-nos um relato da linha da frente, numa investigação de alto risco que explora as profundezas da máquina assassina global da América.
Enquanto os líderes dos EUA arrastam o país, cada vez mais, para conflitos em todo o planeta, criando terreno fértil para uma enorme desestabilização e para a retaliação, não só os Americanos enfrentam um risco maior como a própria nação está a mudar.
Em Guerras Sujas - O Mundo é Um Campo de Batalha, Jeremy Scahill desmascara os guerreiros das trevas que travam estas guerras secretas. Dá também um rosto humano às baixas causadas por uma violência pela qual ninguém se responsabiliza, e que é, hoje, a política oficial: vítimas de ataques noturnos, prisões secretas, ataques com mísseis de cruzeiro e drones, e grupos inteiros de pessoas consideradas "suspeitas de extremismo".
Com personagens inesquecíveis como Sara, a matriarca lutadora, ou Ezequiel, o empreendedor que tudo conquistou e quase tudo perdeu com a guerra, esta é uma viagem no tempo. Do embarque no porto da metrópole ao destino desconhecido e exótico. Do isolamento no mato à Guerra Colonial, das paisagens deslumbrantes à dureza do trabalho. Da vida solar e cosmopolita de Lourenço Marques à fuga após a Revolução de Abril.
Retratando sempre a vivência dos colonos com uma honestidade e um carinho desarmantes, mas também beneficiando de um apurado sentido da realidade e perspetiva. Nunca esquecendo o contexto político nem a relação entre brancos e negros.
Com base nas recordações vividas e detalhadas da autora, que nasceu e viveu em Moçambique, este é um relato precioso e documental dessa existência que se perdeu no tempo. Mas não na memória, como um álbum de fotografias em que ainda se mantém iluminado o amor à família e a África.
E é também um livro impregnado da beleza da paisagem moçambicana. Um almanaque dos hábitos, dos lugares e das personagens que abandonavam as giestas em busca dos embondeiros.
Para mais informações, consulte o site da Editorial Presença aqui.




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