Maggie é o retrato de uma adolescente comum. No entanto, quando a namorada do irmão irrompe pela casa uma noite informando que ele morrera num acidente de alpinismo, ela sente que não é verdade. Não conformada Maggie resolve investigar e depara-se com um antigo reino do Mundo da Noite, quando tenta resgatar o irmão que afinal fora raptado por uma bruxa. Na tentativa de fuga descobre uma comunidade de escravos humanos governados por vampiros numa montanha. Devido às roupas modernas que usa os outros escravos recebem-na como um messias que os irá conduzir à liberdade. Mas também conhece Delos, o príncipe vampiro deste reino, que descobre ser a sua alma gémea. Hunter Redfern o pai de Delos parece controlar a situação e decide que a única forma de salvar Maggie é transformá-la num vampiro mesmo contra a sua vontade.
Charlotte de Fontenac foge do convento onde a mãe, sequiosa da fortuna do defunto marido, a queria obrigar a tomar o véu.Perdida na noite, a jovem depara-se com um ritual aterrador numa capela abandonada... Até que um desconhecido a arranca da perigosa contemplação.
Sobre Paris e a corte de Luís XIV sopra o vento pestilencial do Caso dos Venenos e a suspeição recai sobre todos.
Encontrando refúgio em casa da tia, madame de Brecourt, Charlotte é enviada para a corte da jovem e pitoresca duquesa de Orleães, Madame, a princesa Palatina.
Um caminho singular, o dos palácios reais, abre-se diante de Charlotte, e os perigos avolumam-se. Um capricho da natureza fá-la parecer-se com um antigo amor de Luís XIV, o que lhe vale o ódio de madame de Maintenon, em vias de tomar o lugar de madame de Montespan. No momento de maior perigo é Maria Teresa, a rainha, que lhe presta auxílio... mas morre passados quatro dias.
Após quatro décadas de erradicação das barreiras sexuais a nível laboral e social, por que razão continuam os homens a dominar os cargos de topo, políticos, administrativos… além de serem mais bem pagos pelas mesmas funções? Fundamentada na sua observância, Susan Pinker explica por que as diferenças se mantêm, comparando as vidas de rapazes frágeis e raparigas prometedoras. A autora deita por terra os estigmas: os sexos são biologicamente equivalentes; os mais inteligentes têm sempre êxito; homens e mulheres têm idênticas metas. Argumenta também que o homem e a mulher não são clones e que o domínio masculino deve-se apenas a uma sociedade que continua a ser machista, sobretudo quando os homens descobriram que as mulheres são mais inteligentes e combativas e se começaram a sentir ameaçados.




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