Mostrar mensagens com a etiqueta Assírio e Alvim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Assírio e Alvim. Mostrar todas as mensagens
sábado, 17 de setembro de 2016
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Novidades Assírio & Alvim
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Novidade Assírio & Alvim
Muitos dos mais importantes textos em prosa de Fernando Pessoa, não contando com o Livro do Desassossego, são assinados por Álvaro de Campos, um heterónimo central da obra pessoana e o único que publica prosa polémica, manifestos e ensaios em vida de Pessoa. A consulta dos manuscritos permitiu corrigir a leitura dos textos em detalhes que, por vezes, são importantes. Do mesmo modo, foi possível localizar uma página inédita de entrevista e páginas, igualmente inéditas, de um artigo em francês.
Na sua célebre carta de 1935 sobre a génese dos heterónimos, Fernando Pessoa confessou ter «chorado lágrimas verdadeiras» ao escrever algumas das «Notas para a Recordação do Meu Mestre Caeiro» de Álvaro de Campos, que contam os saborosos encontros e conversas que supostamente houve entre Caeiro, Campos, Ricardo Reis, António Mora e o próprio Fernando Pessoa. Campos, enquanto prosador, também assinou textos importantíssimos como o «Ultimatum» e «Apontamentos para uma Estética Não-Aristotélica», cartas para jornais e uma carta para Marinetti, artigos sobre vários temas e até uma «entrevista sensacional».
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Novidades Assírio & Alvim
LEVIATÃ
O universo terá começado
com um grito, e tu vens agora
recolher o que desse grito
é vestígio: é tempo
de enunciar a movediça
explicação que ao desastre
nos conduz.
Nas nossas redes está o Leviatã
apodrecido.
Como nos diz Luis Miguel Cintra, no prefácio que preparou para esta edição, «No Hamlet (e a tradução de Sophia torna-o transparente), a progressão da peça segue o processo de amadurecimento do pensamento de uma personagem que à partida é um jovem, um jovem príncipe. As suas descobertas são ainda pueris. Acaba quando percebe o que é o tempo e a morte e a responsabilidade individual, sempre perturbado com a confusão dessa responsabilidade com qualquer coisa que se lhe opõe: o poder. Aí a sua reflexão torna-o adulto, torna-o exemplar, torna-o simbólico.»
Inserido na série dos livros já editados com o subtítulo Livro de Horas, resultantes da transcrição dos cadernos manuscritos inéditos de M. G. Llansol, este volume reveste-se de um interesse particular uma vez que se orienta para a construção de uma figura maior na sua obra — a figura de Aossê ou AOSSEP, anagrama de Pessoa, que resulta da leitura e escrita que esta fez do poeta Fernando Pessoa, ao longo de toda a sua vida literária.
São cerca de trinta anos de escrita, muitas vezes diária, com vista à transformação e reconstrução da figura do poeta Fernando Pessoa, figura maior da cultura portuguesa, e aquela que mais tempo convive com Llansol. Projetada em muitas centenas de páginas manuscritas, a figura de Pessoa-Aossê, presente em metade dos livros publicados de Llansol (em 12 dos 24 publicados), continua, assim, ainda hoje largamente desconhecida no que se refere ao amplo «projeto pessoano» de M. G. Llansol.
Este Livro de Horas V resulta do levantamento exaustivo, seleção, ordenação cronológica e transcrição da totalidade dos manuscritos que, não tendo entrado em livro, permanecem ainda inéditos.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Novidades Assírio & Alvim
Conforme diz José Manuel dos Santos, no Prefácio a esta edição, «É preciso que o leitor saiba que, ao escolher este livro, acertou em cheio. Este é um livro que desfaz a nossa falta dele. É um livro que torna próximo, reunido e nítido o que até agora estava distante, disperso e desfocado. É um livro que, 55 anos depois, restitui à voz de Almada o seu som escrito mais sonoro, mais sucinto, mais sucessivo (“alto e bom som”, gostava ele de dizer). É um livro atravessado por uma estrada que passa em todos os lugares onde aquele para quem a arte era um todo e o artista um tudo firmou a sua soberania, a sua sabedoria, o seu saque. É um livro de palavras que procuram uma verdade que não é o contrário de uma mentira, mas o oposto de uma outra verdade. É um livro por onde o tempo corre para acompanhar a sua fuga: garrafa arrebatada ao mar fundo do passado, lança atirada à terra seca do presente, nave apontada ao céu alto do futuro (“Até hoje fui sempre futuro”, Almada). É um livro (documento, depoimento e testemunho) que fala da geometria que fala — que fala da geometria que “assim fala”».
Este documento único é uma magnífica viagem pela vida e obra de Almada Negreiros onde somos conduzidos por alguém que o conheceu de perto e teve acesso a material até aqui desconhecido. Como diz Maria José Almada Negreiros, «[…] não estava a fazer uma biografia morosa mas, em contrapartida, apareceu tanta coisa nova que foi como se fosse. Todo aquele vazio de Paris, e a sua vida entre 1920 e 1930, que não eram públicos, são novidades. Novidades — tanto tempo guardadas em caixas de cartão, em prateleiras de armários onde não se mexe».
L de Lisboa é o primeiro livro de poesia a solo que Ana Marques Gastão publica na Assírio & Alvim, após a sua estreia no catálogo da editora em 2001 com o livro Três Vezes Deus, em coautoria com Armando Silva Carvalho e António Rego Chaves. E embora a cidade de Lisboa esteja aqui omnipresente este é um livro que transcende largamente essa unidade temática. Portugal, História e identidade, os tempos presentes, o impuro e a beleza. «Lisboa sim ou talvez não.»
Publicado pela primeira vez em 1977, pela Moraes Editores, O Nome das Coisas, diz-nos Fernando Cabral Martins no prefácio que preparou para esta edição, «[…] parece procurar uma geografia portuguesa e europeia, mas que logo se torna aérea, um espaço misturado de ideias, transmutado em alguma coisa de mais transparente. Desenha uma realidade que serve a uma habitação religiosa do mundo. […].»
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Novidades Assírio & Alvim
POEMA QUE FOI CURTO
Num poema curto a corrente do sangue corria
como um planeta levando no dorsal
a filosofia pública da hora,
e a luz nua e directa incidia sobre o corpo,
real, absoluta.
Hoje o poema teima sempre em ser maior,
e a história, o tempo, a memória e o verso porque é velho,
ocultam-lhe a idade nas curvas irreconhecíveis
dum vulto.
É sempre cada vez mais longa a maratona,
e as insistentes palavras
parecem desistir enquanto avançam.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
sábado, 11 de julho de 2015
Novidades Assírio & Alvim
Com organização a cargo de Manaíra Aires Athayde, o conjunto de ensaios coligidos em Literatura Explicativa reúne ensaístas e críticos, portugueses e brasileiros, em torno da obra de um dos mais importantes poetas portugueses do século xx. A multiplicidade da natureza dos ensaios e o leque de abordagens que há neste livro evidenciam que estamos perante uma obra que se presta às mais distintas investigações, exortando uma vaga de entusiasmo sobretudo em linhas do comparatismo.
São aqui analisadas as grandes problemáticas e os principais motes temáticos da poesia de Ruy Belo, mas também é dedicada atenção ao seu trabalho enquanto ensaísta e tradutor. Na secção final, a Fortuna Crítica reúne uma amostra significativa de referências bibliográficas desses mais de cinquenta anos de publicações sobre o autor. Literatura Explicativa é um contributo tanto para investigadores da obra de Ruy Belo como para novos leitores. O objetivo é que se torne num livro a ser consultado, num contexto mais amplo, por todos os que investigam ou se interessam pela Poesia Portuguesa Contemporânea.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Novidade Assírio & Alvim
Um dos grandes pensadores europeus, indispensável para melhor entendermos o mundo contemporâneo, Walter Benjamin move-se, nos ensaios e fragmentos que integram este volume, em territórios que serão os seus desde o início: a filosofia da linguagem, a teoria da tradução, a história e a crítica literárias. A par de textos conhecidos e quase clássicos — o ensaio sobre «A linguagem em geral e a linguagem humana», «A tarefa do tradutor» ou «O contador de histórias» — traduzem-se e apresentam-se aqui pela primeira vez importantes núcleos de fragmentos sobre filosofia da linguagem e epistemologia, sobre a tradução e sobre a crítica literária, estes últimos de uma flagrante atualidade. Este volume contém, ainda, uma desenvolvida secção de comentário e aparato crítico que, tal como a tradução, esteve a cargo de João Barrento.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Novidades Assírio & Alvim
CUIDADOSOS DESCUIDOS
Cuidar na escolha: afiado lápis
que o bico rombo rasga-me as palavras
mas tão macio que eu as possa romper
quando preciso.
Cuidar na folha: vagaroso brilho,
pronta para o desenho em nota, à margem:
que tenha humor de verdadeira folha.
Depois vem o pior
que não escolhi —
Como diz Maria Andresen Sousa Tavares, no Prefácio a esta edição, há «poetas mais peritos, mais cultistas, mais destros e liricamente sofisticados, mais modernos, mais antimodernos e pós-modernos, melhores pensadores. Mas aqui há uma força. Uma força muito raramente atingida. Há o vislumbre de um excesso não muito cauteloso, umas vezes iluminado, outras vezes rouco ("às vezes luminoso outras vezes tosco"). Mas há, sobretudo, o poder de uma simplicidade difícil de enfrentar, por vezes inconfortável, não pela dificuldade conceptual, mas porque a simplicidade é a coisa mais complexa e, neste caso, a mais difícil, porque nem sempre oferece o flanco ao diálogo, quando busca o "dicível" do esplendor e do terror […].»
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Novidades Assírio & Alvim
«A noite estava ilegível. Não se via céu nem terra — só escuridão. Nem mesmo podia haver pelos sentidos a convicção de que havia céu e terra; a escuridão tirava-lhes os lugares. Só havia a escuridão, sem forma, lugar ou fundo.»
Fernando Pessoa — início do conto A Estrada do Esquecimento
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 16 de março de 2015
Novidades Assírio & Alvim
A 21 de março de 2014, a Assírio & Alvim anunciava o regresso do Anuário de Poesia de autores não publicados. Um ano volvido temos o prazer de apresentar a edição de 2015, num formato que será publicado anualmente, em celebração do Dia Mundial da Poesia. Com esta iniciativa pretende-se criar um espaço nobre para a divulgação de novos autores que, embora ainda não tenham publicado o seu primeiro livro, demonstrem já talento, originalidade e consciência poética.
SEM TÍTULO
Quando percebemos que a vida
é um calafrio na imensa aspirexia
que a rodeia — quinze lustros graças
à higiene e à penicilina (e ninguém
assegura tratar-nos a febre)
temos de reconhecer como é grande
a nossa malícia — exigir a cada dia
que outro lhe suceda e agradecer
o mal que nos atinge e a desdita
que nos ampara, acordar sem jeito
e adormecer sem mágoa,
como se nada fosse.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Novidades Assírio & Alvim
De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores d’A Paixão (publicado pela primeira vez há 50 anos), de Cortes e Lusitânia vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo.
«Em minha casa, detestávamos pessoas bem-falantes, palavras caras. De uma vez, apareceu a prima Maria Lucília a dizer já não sei porquê:
— Fiquei muito confrangida.
Passámos a chamar-lhe “a confrangida”.
Sempre que aparecia alguém na televisão a declamar poesia ou a falar de poesia, desligávamos a televisão.»
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Novidades Assírio & Alvim
Publicado pela primeira vez nos anos 60, esta obra constituiu o maior êxito editorial do autor e foi lida por diferentes gerações de portugueses, entrando indelevelmente no nosso imaginário.
Agora numa edição ilustrada por Henrique Cayatte, este livro está recomendado pelo PNL para o 2.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada — Grau de Dificuldade II, e integra as Metas Curriculares de Português para o ensino básico (2.º ano).
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
sábado, 25 de outubro de 2014
Novidades Assírio & Alvim
A 17 de outubro a Assírio & Alvim publica Cartas, Visões e outros Textos do Sr. Pantaleão, um livro que reúne o conjunto dos textos atribuídos ou atribuíveis a este alter ego de Fernando Pessoa. Com organização a cargo de Manuela Parreira da Silva e Ana Maria Freitas, este livro inclui 39 textos inéditos e outros 3 que, só agora, têm publicação integral.
A personalidade literária do Sr. Pantaleão, que se manifesta nos anos 1908-1910, encarna a fase de maturação cívica e política do jovem Fernando Pessoa, confrontado com a dura realidade portuguesa dos finais da Monarquia. Assume, assim, uma atitude crítica e satírica, porventura mais antimonárquica do que republicana, em relação aos males da pátria e, sobretudo, aos seus mais diretos responsáveis. Mas não deixa também de antecipar, em muitos escritos de caráter reflexivo, o pendor filosofante que viria a marcar exemplarmente a obra pessoana.
«Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve.»
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Novidade Assírio & Alvim
Sobre a poesia de José Tolentino Mendonça, Jerónimo Pizarro afirma ser «[…] bem mais noturna do que muita da poesia portuguesa. É a noite, e não o dia, que "abre seus olhos", e os fulgores dessa noite — iluminada pelas recordações — são os que, de forma fragmentária, o poeta procura captar […]. Resgatando o que o tempo apaga, exercendo um determinado tipo de resistência vital, partilhando um olhar diferente sobre o mundo, hospedando o Leitor no poema […]».
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Novidade Assírio & Alvim
No prefácio a este livro, José Tolentino Mendonça diz, de António Ramos Rosa, ter sido alguém «[…] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo […]».
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
sábado, 27 de setembro de 2014
Novidades Assírio e Alvim
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Novidades Assírio & Alvim
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Novidade Assírio & Alvim
Esta não é uma antologia para crentes ou para não-crentes, é uma antologia de poesia que dá exemplos de um tema, de um motivo, de uma obsessão, exemplos portugueses, numa época que também nos deu Claudel, Eliot, Luzi ou Milosz, poetas com uma questão, com uma pergunta que nunca está respondida.
Este livro reúne poemas de Vitorino Nemésio, Ruy Cinatti, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Echevarría, José Bento, Ruy Belo, Cristovam Pavia, Pedro Tamen, Armando Silva Carvalho, Carlos Poças Falcão, Adília Lopes e Daniel Faria.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
sábado, 7 de junho de 2014
Novidade Assírio & Alvim
Como nos diz Fernando J.B. Martinho, neste livro «[…] tempo, espaço, representação são categorias que o texto anula, errante, como as figuras da narradora e sobretudo Aossê, ser da errância por excelência, de quarto em quarto, de casa em casa. Lisboa em Leipzig, Leipzig em Lisboa, Lisboaleipzig. Nada de surpreendente. Surpreendente — assim a fixa o texto — será a proposta que Aossê faz a Bach: musicar-lhe um poema, em que está implicado por inteiro o destino do seu povo. Um poema que, assim, se volva “canto”, “cântico” e que se “ouça em toda a Europa, que é a parte-mestra do mundo”. […] O que fica é a consolação da escrita, a reiterada insistência nela, para além da dispersão, da loucura, da incompreensão que são o preço a pagar, quando se anda “à procura de um final feliz”.
Etiquetas:
Assírio e Alvim,
Divulgação editorial
Subscrever:
Mensagens (Atom)












