sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Novidades Papiro Editora para Novembro
“Sê livre e faz da consciência a tua coroa,
Pois em cada esquina serás ensinado
Para assumires a difícil proa
Do novo mundo que está a ser criado.
Então, quando completares o teu ser,
Sei que duvidarás da simplicidade,
Mas logo aceitarás esse novo querer
Que te puxará para a verdade.
Afinal, foi na casa da vida
Que eu aprendi a ser quem era,
E lembro-me que a breve despedida
Mais não foi do que uma longa espera.”Após dois anos a esconder um amor incondicional por Marta, Sam pensa revelar à melhor amiga aquilo que sente, mas as dúvidas começam a surgir-lhe à medida que entra em algo novo na sua vida. Ao longo de toda a história, esse amor mostra-se mais forte, mas algo irá acontecer. É num registo fluido e em mensagem ficcionada que Isaac Barradas escreve para aqueles que mais o compreenderão: trata-se de um livro de e para adolescentes, em jeito de homenagem a uma das fases mais intensas da vida, esse futuro pretérito imperfeito que jamais será esquecido.Livro de poesia livre, diversificada – fala-nos, vida –, que versa sobre assumindo, por vezes, a mordaz.Do avesso. É desta forma que a autora se apresenta neste conjunto de textos compostos, de forma dispersa e aleatória, pelo tempo. Partindo «de dentro», escreve impressões e sentimentos íntimos que, página a página, lentamente, caminham «para fora», em direcção ao mundano, levantando e respondendo a questões prementes do nosso quotidiano.
Prefácio de Helena Vieira, cantora lírica
Ilustração de Armando Gama, músicoNeste romance a autora narra a história duma mulher, realizada profissionalmente, que encontra o grande amor da sua vida e que, depois de conseguir superar os obstáculos que lhe aparecem, consegue ficar com ele. É, portanto, uma história feliz duma mulher feliz cuja vida nem sempre é um mar de rosas, pois há problemas a resolver, obstáculos a ultrapassar, desgostos a superar, apenas amenizados porque tem a seu lado um grande amor.O pai dela é um coiote mas ela nunca tinha visto coiotes comportarem-se assim. A sua própria origem é-lhe desconhecida, pois não é completamente humana mas também não é animal. Sabe o som da palavra, conhece o fogo. E nenhum outro animal se parece com ela; caminha, alimenta-se ou pensa como ela. Apenas uma outra criatura improvável abre portas à (sua) descoberta — um lobo com traços de homem e que esconde um mágico segredo. Juntos seguem pelo caminho vermelho na floresta em busca das respostas e da resolução dos mistérios. O que encontram traz de volta velhas memórias e revelações. É uma história de procura de personagens perdidas num limbo entre um corpo e uma mente que parecem estar errados, e que se vêem obrigadas a viver uma intimidade forçada, a substituir as palavras por gestos e olhares.São aves migratórias, os professores de quem falo. Seres errantes que vagueiam de escola em escola. São de lugar nenhum. Tudo é breve: rostos, paisagens, afectos. E a vida abrevia-se num longo voo de silêncio e solidão. Contextos pedagógicos e rupturas psíquicas são os pilares deste livro que, partindo de uma experiência pessoal, questiona a escola dos nossos dias. Precariedade, mobilidade e desenraizamento, indisciplina, bullying e humilhação desenham o «fio da navalha» que precipita a depressão.
Pois em cada esquina serás ensinado
Para assumires a difícil proa
Do novo mundo que está a ser criado.
Então, quando completares o teu ser,
Sei que duvidarás da simplicidade,
Mas logo aceitarás esse novo querer
Que te puxará para a verdade.
Afinal, foi na casa da vida
Que eu aprendi a ser quem era,
E lembro-me que a breve despedida
Mais não foi do que uma longa espera.”Após dois anos a esconder um amor incondicional por Marta, Sam pensa revelar à melhor amiga aquilo que sente, mas as dúvidas começam a surgir-lhe à medida que entra em algo novo na sua vida. Ao longo de toda a história, esse amor mostra-se mais forte, mas algo irá acontecer. É num registo fluido e em mensagem ficcionada que Isaac Barradas escreve para aqueles que mais o compreenderão: trata-se de um livro de e para adolescentes, em jeito de homenagem a uma das fases mais intensas da vida, esse futuro pretérito imperfeito que jamais será esquecido.Livro de poesia livre, diversificada – fala-nos, vida –, que versa sobre assumindo, por vezes, a mordaz.Do avesso. É desta forma que a autora se apresenta neste conjunto de textos compostos, de forma dispersa e aleatória, pelo tempo. Partindo «de dentro», escreve impressões e sentimentos íntimos que, página a página, lentamente, caminham «para fora», em direcção ao mundano, levantando e respondendo a questões prementes do nosso quotidiano.
Prefácio de Helena Vieira, cantora lírica
Ilustração de Armando Gama, músicoNeste romance a autora narra a história duma mulher, realizada profissionalmente, que encontra o grande amor da sua vida e que, depois de conseguir superar os obstáculos que lhe aparecem, consegue ficar com ele. É, portanto, uma história feliz duma mulher feliz cuja vida nem sempre é um mar de rosas, pois há problemas a resolver, obstáculos a ultrapassar, desgostos a superar, apenas amenizados porque tem a seu lado um grande amor.O pai dela é um coiote mas ela nunca tinha visto coiotes comportarem-se assim. A sua própria origem é-lhe desconhecida, pois não é completamente humana mas também não é animal. Sabe o som da palavra, conhece o fogo. E nenhum outro animal se parece com ela; caminha, alimenta-se ou pensa como ela. Apenas uma outra criatura improvável abre portas à (sua) descoberta — um lobo com traços de homem e que esconde um mágico segredo. Juntos seguem pelo caminho vermelho na floresta em busca das respostas e da resolução dos mistérios. O que encontram traz de volta velhas memórias e revelações. É uma história de procura de personagens perdidas num limbo entre um corpo e uma mente que parecem estar errados, e que se vêem obrigadas a viver uma intimidade forçada, a substituir as palavras por gestos e olhares.São aves migratórias, os professores de quem falo. Seres errantes que vagueiam de escola em escola. São de lugar nenhum. Tudo é breve: rostos, paisagens, afectos. E a vida abrevia-se num longo voo de silêncio e solidão. Contextos pedagógicos e rupturas psíquicas são os pilares deste livro que, partindo de uma experiência pessoal, questiona a escola dos nossos dias. Precariedade, mobilidade e desenraizamento, indisciplina, bullying e humilhação desenham o «fio da navalha» que precipita a depressão.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Passatempo "No Seu Mundo"
Em colaboração com a Civilização, o Páginas Desfolhadas tem a honra de anunciar o inicio de mais um passatempo. Temos para oferecer um exemplar de "No Seu Mundo", o último livro da famosíssima Jodi Picoult! Para se habilitaram a receber em casa este livro, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas e que escrevam a frase mais original sobre este livro!
O passatempo decorrerá até dia 11 de Novembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
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Passatempo
Coisas de Rapazes
Título: Coisas de Rapazes
Autor: Simon Carr
Editora: Bertrand
Sinopse:
Quando Susie, a mulher de Simon Carr, morre de cancro, ele fica a criar sozinho o filho de cinco anos. Pouco depois, o filho de doze anos de um casamento anterior vem viver com eles. Não tarda a que a roupa lavada e o aroma a alecrim vindo da cozinha sejam substituídos por pilhas de jogos de vídeo, Legos e livros de banda desenhada. Quando as mães que os visitam apelidam de selváticos os seus métodos, Simon responde que são apenas ‘livres’. Num ambiente exclusivamente masculino, Simon enfrenta sozinho os desafios de educar os filhos e todos aprendem a ser novamente uma família. Um testemunho honesto, anárquico e cómico que é ao mesmo tempo comovente e inspirador.
Opinião:
Saber a opinião de um pai sobre a educação das crianças não é muito comum uma vez que, como o autor diz ao longo do livro, essa costuma ser uma área monopolizada pelo género feminino. Ao ler este "Coisas de Rapazes" descobri muito sobre a forma como um homem processa as coisas, independentemente da idade. Ao descrever a sua relação com os dois filhos que acaba por criar sozinho, a forma como esta evoluiu desde o choque à adaptação até ao mais completo funcionalismo, descobri, enquanto leitora e mulher, muitas coisas que não sabia. Como vê um homem um filho? Como se sente em relação a ele? Como é a sua relação com o filho e a esposa? E sem a esposa? Como vai um homem criar uma criança? Percebo que, sendo este um relato pessoal, em certa dose biográfico, não seja transversal a todos os homens à face da terra. Mesmo assim, adorei o que li, o que aprendi e o que conheci de uma situação tão bizarra, que foi capaz de trazer a lume qualidades e capacidade que uma presença feminina teria, como acontece mais frequentemente, ofuscado.
Aguardo ansiosamente a oportunidade de ver a recente adaptação ao cinema desta obra. Assim que o vir, deixo por cá um comentário.
Um livro delicioso. Repleto de reflexões que provavelmente nunca terão ocorrido a uma mulher e, por isso mesmo, indispensável a qualquer uma de nós. Para um pai será, também, um livro interessante. Afinal, não serão os únicos com algumas dúvidas.
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Simon Carr
Novidades Planeta
Bianca quer fugir. Foi arrancada à sua pequena terra natal e inscrita na Academia Evernight, um sinistro colégio interno gótico onde os estudantes são estranhamente demasiado perfeitos: inteligentes, requintados e quase predadores. Bianca sabe que este mundo não é o seu.
Depois, conhece Lucas. Tal como ela, não se enquadra em Evernight, e gosta que assim seja. Lucas ignora as regras, faz frente aos snobes e diz a Bianca que tem de ter cuidado – mesmo quando se trata de gostar dele.
Mas a ligação que une Bianca e Lucas não pode ser negada. Ela correrá qualquer risco para estar com Lucas, mas segredos obscuros estão destinados a separá-los… e a levar Bianca a questionar tudo aquilo em que sempre acreditou.Quando Julie Roberts herda a chave de um cofre em Siena, Itália, dizem-lhe que ela conduzi-la-á a um tesouro de família. A jovem lança-se numa jornada tortuosa e perigosa, mergulhando na história da sua antepassada Julieta cujo amor lendário por um jovem chamado Romeu abanou os alicerces da Siena medieval. À medida que Julie se cruza com os descendentes das famílias envolvidas no inesquecível conflito familiar de Shakespeare, começa a perceber que a conhecida maldição – «Malditas sejam as vossas casas!» – continua actual e que ela é o alvo seguinte. Parece que a única pessoa capaz de salvar Julie é Romeu – mas onde está ele?Quentin Coldwater, um aluno do liceu intelectualmente precoce, foge ao tédio da vida diária lendo e relendo uma série de livros de fantasia passados num país encantado chamado Fillory. Como toda a gente, o jovem parte do princípio de que a magia não é real, até que se vê de repente admitido num colégio de magia muito secreto e muito exclusivo, a norte de Nova Iorque. Ao atravessar uma viela de Brooklyn, no Inverno, Quentin vê-se, em pleno fim de Verão, nos terrenos do idílico Colégio de Pedagogia Mágica de Brakebills e depois de passar por um difícil exame de admissão, inicia um complicado e rigoroso curso de feitiçaria moderna, ao mesmo tempo que descobre as alegrias da vida escolar: amizade, amor, sexo e bebida. Porém, falta-lhe qualquer coisa. Ao mesmo tempo que aprende a lançar feitiços, a transformar-se em animal e a adquirir poderes com que nunca sonhara, Quentin descobre que a magia não lhe dá a felicidade e a aventura com que sonhava.
Depois, conhece Lucas. Tal como ela, não se enquadra em Evernight, e gosta que assim seja. Lucas ignora as regras, faz frente aos snobes e diz a Bianca que tem de ter cuidado – mesmo quando se trata de gostar dele.
Mas a ligação que une Bianca e Lucas não pode ser negada. Ela correrá qualquer risco para estar com Lucas, mas segredos obscuros estão destinados a separá-los… e a levar Bianca a questionar tudo aquilo em que sempre acreditou.Quando Julie Roberts herda a chave de um cofre em Siena, Itália, dizem-lhe que ela conduzi-la-á a um tesouro de família. A jovem lança-se numa jornada tortuosa e perigosa, mergulhando na história da sua antepassada Julieta cujo amor lendário por um jovem chamado Romeu abanou os alicerces da Siena medieval. À medida que Julie se cruza com os descendentes das famílias envolvidas no inesquecível conflito familiar de Shakespeare, começa a perceber que a conhecida maldição – «Malditas sejam as vossas casas!» – continua actual e que ela é o alvo seguinte. Parece que a única pessoa capaz de salvar Julie é Romeu – mas onde está ele?Quentin Coldwater, um aluno do liceu intelectualmente precoce, foge ao tédio da vida diária lendo e relendo uma série de livros de fantasia passados num país encantado chamado Fillory. Como toda a gente, o jovem parte do princípio de que a magia não é real, até que se vê de repente admitido num colégio de magia muito secreto e muito exclusivo, a norte de Nova Iorque. Ao atravessar uma viela de Brooklyn, no Inverno, Quentin vê-se, em pleno fim de Verão, nos terrenos do idílico Colégio de Pedagogia Mágica de Brakebills e depois de passar por um difícil exame de admissão, inicia um complicado e rigoroso curso de feitiçaria moderna, ao mesmo tempo que descobre as alegrias da vida escolar: amizade, amor, sexo e bebida. Porém, falta-lhe qualquer coisa. Ao mesmo tempo que aprende a lançar feitiços, a transformar-se em animal e a adquirir poderes com que nunca sonhara, Quentin descobre que a magia não lhe dá a felicidade e a aventura com que sonhava.
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Novidade Plátano Editora
Com base no programa homónimo transmitido na SIC e na SIC Notícias, Lúcia Gonçalves revisita as histórias de coragem e os bastidores de uma doença que continua a ser muito temida. Contudo, se, para a generalidade das pessoas, a palavra «cancro» continuar a ser uma sentença de morte, já não tem de ser assim.
Ao longo de cada capítulo, descreve-se cada um dos tipos de cancro, chamando a atenção para os sinais de alarme a que deveremos estar atentos e traçando as diferentes formas de tratamento de que hoje dispomos.
Centrando-se fortemente em casos reais, a obra conta com os relatos de quem viveu a doença e conseguiu seguir em frente, de familiares e amigos que acompanharam o paciente, bem como de médicos e profissionais de saúde, na sua batalha diária pela descoberta de tratamentos e métodos de diagnóstico mais eficazes.
Ao longo de cada capítulo, descreve-se cada um dos tipos de cancro, chamando a atenção para os sinais de alarme a que deveremos estar atentos e traçando as diferentes formas de tratamento de que hoje dispomos.
Centrando-se fortemente em casos reais, a obra conta com os relatos de quem viveu a doença e conseguiu seguir em frente, de familiares e amigos que acompanharam o paciente, bem como de médicos e profissionais de saúde, na sua batalha diária pela descoberta de tratamentos e métodos de diagnóstico mais eficazes.
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Plátano Editora
Passatempo "A Rapariga dos Pés de Vidro"
Temos a certeza que este passatempo irá chamar a vossa atenção! Porque são três exemplares de "A Rapariga dos Pés de Vidro", gentilmente cedidos pela Guerra & Paz!
Para se habilitarem a receber este livro em casa, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas, aguardando depois pelo dia do resultado!
O passatempo decorrerá até dia 9 de Novembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas facilmente no site da editora.
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Guerra e Paz,
Passatempo
Novidades Porto Editora
Ben é um médico cirurgião e Ashley é uma atraente e simpática jornalista que está a poucos dias do casamento. Conhecem-se na sala de embarque de um aeroporto, enquanto esperam pelo voo, atrasado devido ao mau tempo. Quando a viagem é cancelada, Ben aluga um avião particular para poderem regressar a casa.
Durante a viagem o impensável acontece: o avião cai numa zona isolada e gelada no meio do nada.
Ben e Ashley sobrevivem ao acidente. Sozinhos e feridos, têm de lutar contra as adversidades e as temperaturas negativas daquele lugar inóspito.
A luta pela sobrevivência vai despertar neles os sentimentos mais sinceros e levá-los a questionar o rumo das suas vidas até então. Será que conseguem sobreviver? E se conseguirem, até que ponto esta experiência mudará os seus destinos?A caminhada destes trinta e cinco anos, desde os primeiros tiros ao dia em que senti o seu fim, a caminhada pelas fugas, pelas matas, as mortes, o desespero, o amor de meninos que sonhavam enquanto corriam, a força de um pai que disfarça a verdade buscando justificações, enquanto um filho o questiona sobre o que se passa e este lhe responde dizendo: "São relâmpagos, filho".
Viagem interior e de esperança, a reflexão pelo tempo, pelas paisagens, pela longa luta, o sangue, a fome, as perdas, a vitória.
Este livro assinala os trinta e cinco anos da independência de um povo, recuando nas memórias e correndo para um futuro que surge todos os dias na planície vermelha de um país. Angola.
Durante a viagem o impensável acontece: o avião cai numa zona isolada e gelada no meio do nada.
Ben e Ashley sobrevivem ao acidente. Sozinhos e feridos, têm de lutar contra as adversidades e as temperaturas negativas daquele lugar inóspito.
A luta pela sobrevivência vai despertar neles os sentimentos mais sinceros e levá-los a questionar o rumo das suas vidas até então. Será que conseguem sobreviver? E se conseguirem, até que ponto esta experiência mudará os seus destinos?A caminhada destes trinta e cinco anos, desde os primeiros tiros ao dia em que senti o seu fim, a caminhada pelas fugas, pelas matas, as mortes, o desespero, o amor de meninos que sonhavam enquanto corriam, a força de um pai que disfarça a verdade buscando justificações, enquanto um filho o questiona sobre o que se passa e este lhe responde dizendo: "São relâmpagos, filho".
Viagem interior e de esperança, a reflexão pelo tempo, pelas paisagens, pela longa luta, o sangue, a fome, as perdas, a vitória.
Este livro assinala os trinta e cinco anos da independência de um povo, recuando nas memórias e correndo para um futuro que surge todos os dias na planície vermelha de um país. Angola.
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Porto Editora
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Vencedores do Passatempo "Perfeitos"
Mais de duzentas e cinquenta participações neste segundo volume da tetralogia de Scott Westerfeld! Os dois exemplares vão chegar direitinhos às casas de:
Margarida Lopes - Vila Franca de Xira
Hélder Castro - Vila Nova de Gaia
Muitos parabéns aos vencedores! Muito obrigado a todos os que participaram! Para ganhar, é só continuar a tentar!
Boas leituras e boa sorte!
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Passatempo,
Vogais e Companhia
A Opinião do Vencedor: "Wicked Lovely - Amores Rebeldes"
Título: Wicked Lovely - Amores Rebeldes
Autora: Melissa Marr
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
REGRA # 3:
Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas. Poderosas e perigosas, elas caminham ocultas entre os mortais. Aislinn tenta passar despercebida pois estes seres não gostam de ser descobertos e costumam castigar com crueldade as pessoas que detectam a sua presença.
Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas. Poderosas e perigosas, elas caminham ocultas entre os mortais. Aislinn tenta passar despercebida pois estes seres não gostam de ser descobertos e costumam castigar com crueldade as pessoas que detectam a sua presença.
REGRA # 2:
Não falar com fadas invisíveis.
Agora as fadas perseguem Aislinn. O rei das fadas Keenan, aterrorizante e sedutor, tenta cativar Aislinn, fazendo perguntas que ela tem medo de responder.
Não falar com fadas invisíveis.
Agora as fadas perseguem Aislinn. O rei das fadas Keenan, aterrorizante e sedutor, tenta cativar Aislinn, fazendo perguntas que ela tem medo de responder.
REGRA # 1:
Nunca chamar a atenção delas.
Agora é tarde demais… Keenan, o Rei do Verão anda numa busca incansável pela sua rainha há nove séculos e está determinado a converter Aislinn na sua rainha a qualquer custo.
Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais, e confrontos entre reis antigos e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas que Melissa Marr imaginou para o século vinte e um.
Nunca chamar a atenção delas.
Agora é tarde demais… Keenan, o Rei do Verão anda numa busca incansável pela sua rainha há nove séculos e está determinado a converter Aislinn na sua rainha a qualquer custo.
Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais, e confrontos entre reis antigos e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas que Melissa Marr imaginou para o século vinte e um.
Opinião da Vencedora:
Os livros sobre fadas são normalmente olhados com desconfiança. Suponho que haja o receio de que sejam demasiado infantis. Na actual vaga de livros relacionados com o fantástico, especialmente vampiros, surge então este livro sobre fadas.
Devo dizer que fiquei muito surpreendida pela positiva com o livro. Tem uma linguagem sólida e personagens muito cativantes. E surpreendeu-me com a naturalidade com que trata os temas actuais que estão presentes nos jovens de 17/18 anos (drogas leves, DST, etc), sem moralizar nem julgar.
A história. A história do rei do Verão e todas as lendas estão muito bem coordenadas em todo o livro. No fim só fiquei com pena que a escritora não tivesse feito mais umas 200 páginas. Adorei a personagem do Seth (amigo íntimo da protagonista) e tanto ele como outras personagens mereciam mais desenvolvimento. =)
Um bom livro para quem gosta do tema.
por Sónia Teixeira
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A Opinião do Vencedor,
Fantástico,
Melissa Marr
Entrevista a Maria Araújo Lima - autora de "Anástasis"
A Maria é portuense de gema, tem 31 anos e adora escrever. Estreou-se como autora de "Anástasis", uma obra que se viu impressa pela força de vontade da sua criadora.
Depois da leitura do livro, é com grande prazer que temos para apresentar uma breve entrevista que a autora teve a amabilidade de conceder ao Páginas Desfolhadas!
Páginas Desfolhadas: Como surgiu a ideia de escrever um livro?
Maria Araújo Lima: A ideia surgiu do nada, como tantas outras que tenho. Neste caso porque adoro escrever, criar, pesquisar, inovar... sou jornalista de formação, e desde sempre procurei passar para o papel aquilo que me passa pela mente. O livro foi resultado disso mesmo. Comecei a escrevê-lo numa altura em que me encontrava mais desocupada, em finais do ano de 2007, e passado 9 meses tinha a criança nas mãos (sorriso).
PD: O tipo de livro que escreveu, um thriller, foi o eleito desde o início? Porquê?
MAL: É a minha primeira escolha de género literário e cinematográfico. Sempre gostei de ler sobre suspense, crimes, mistério, bem como desde cedo devorei filmes desse estilo também. A minha inspiração prende-se com a minha bagagem cultural, que é definitivamente ficção, romances históricos, thrillers policiais, e terror...
PD: O elenco e a história já existiam antes de os escrever, ou foram surgindo?
MAL:
Tudo foi surgindo à medida que a caneta avançava nas linhas. Tinha apenas uma ideia chave, que remontava à história verídica das origens do manicómio em questão, a partir daí o enredo foi surgindo naturalmente. Não imaginava o que ia escrever à frente ou qual seria o final para a história que criava, sabia apenas que sentia um enorme gozo enquanto as personagens ganhavam vida e que todos os dias me apetecia escrever mais e mais. Tive sempre um objectivo em mente... terminar com um final surpreendente, foi esse o meu grande desafio! Uma experiência apaixonante.
PD: De onde lhe veio a inspiração para o Anástasis?
MAL: Como referi atrás, de livros e filmes. Talvez o cinema me tenha dado um maior contributo, uma vez que escrevi todo o enredo como se o visualizasse num ecrã, daí a não apostar tanto nas descrições, mas antes nos diálogos como principal destaque.
PD: Publicar um livro não é fácil. Como foi o percurso? Tentou algumas editoras? Porquê a escolha de uma Edição de Autor?
MAL: O livro foi finalizado em 2008. Quando terminado foi apresentado a algumas editoras do mercado nacional, mas sem sucesso, pois não foi seleccionado. Nesse mesmo ano permiti desmotivar-me e duvidar do meu projecto, tendo-o guardado. Já em finais de 2009, talvez a braços com uma maior confiança, decidi eu própria ir buscá-lo à gaveta e dar-lhe vida. Decidi testar a sua viabilidade, a sua aceitação junto dos leitores. Posteriormente, contactei gráficas, revisor, paginador, designer, tratei das questões legais, do processo, da divulgação, do registo e a 01 de Julho de 2010 o Anástasis estava a ser oficialmente apresentado na Fnac do Norteshopping, perante mais de 100 pessoas.
Foi um período muito complicado, pois à partida eu não sabia fazer mais nada além de escrever. O apoio dos que me rodeiam foi fundamental na concretização deste objectivo, sem eles teria sido bem mais difícil…
PD: Como é ler opiniões de completos estranhos sobre o que escreveu?
MAL: É definitivamente compensador. Os leitores anónimos têm um papel fundamental para futuras criações, pois não estando de forma alguma próximos da autora ou da sua obra, apresentam opiniões claramente isentas e frontais. Neste momento só me posso sentir orgulhosa, pois a verdade é que recebi muitas críticas construtivas, e nenhuma "classificação" negativa.
PD: Como encara o papel da blogosfera na promoção de livros? Acha que é um meio importante de divulgação também para autores que publiquem os seus próprios livros?
MAL: Não só acho como tenho a certeza. Aliás informo desde já que faço votos em receber a crítica do vosso vencedor do passatempo Anástasis.
Acredito que a blogosfera chega mais rapidamente aos leitores e cria um grau de proximidade entre as várias entidades e pessoas que outros canais não conseguem proporcionar ou atingir.
PD: Terá sido "Anástasis" o livro da sua vida, ou será apenas o princípio de uma carreira?
MAL: Eu não me obrigo a nada. Não tenho, ainda, como principal objectivo de vida escrever livros. (sorrisos) Adorei fazê-lo e espero conseguir lançar outros mais. Acredito que o Anástasis tenha sido um óptimo arranque e experiência para uma possível futura carreira literária...
Muito obrigado Maria Araújo Lima! Esperamos que este livro tenha o merecido reconhecimento, desejando-lhe muitas felicidades.
Depois da leitura do livro, é com grande prazer que temos para apresentar uma breve entrevista que a autora teve a amabilidade de conceder ao Páginas Desfolhadas!
Páginas Desfolhadas: Como surgiu a ideia de escrever um livro?
Maria Araújo Lima: A ideia surgiu do nada, como tantas outras que tenho. Neste caso porque adoro escrever, criar, pesquisar, inovar... sou jornalista de formação, e desde sempre procurei passar para o papel aquilo que me passa pela mente. O livro foi resultado disso mesmo. Comecei a escrevê-lo numa altura em que me encontrava mais desocupada, em finais do ano de 2007, e passado 9 meses tinha a criança nas mãos (sorriso).
PD: O tipo de livro que escreveu, um thriller, foi o eleito desde o início? Porquê?
MAL: É a minha primeira escolha de género literário e cinematográfico. Sempre gostei de ler sobre suspense, crimes, mistério, bem como desde cedo devorei filmes desse estilo também. A minha inspiração prende-se com a minha bagagem cultural, que é definitivamente ficção, romances históricos, thrillers policiais, e terror...
PD: O elenco e a história já existiam antes de os escrever, ou foram surgindo?
MAL:
PD: De onde lhe veio a inspiração para o Anástasis?
MAL: Como referi atrás, de livros e filmes. Talvez o cinema me tenha dado um maior contributo, uma vez que escrevi todo o enredo como se o visualizasse num ecrã, daí a não apostar tanto nas descrições, mas antes nos diálogos como principal destaque.
PD: Publicar um livro não é fácil. Como foi o percurso? Tentou algumas editoras? Porquê a escolha de uma Edição de Autor?
MAL: O livro foi finalizado em 2008. Quando terminado foi apresentado a algumas editoras do mercado nacional, mas sem sucesso, pois não foi seleccionado. Nesse mesmo ano permiti desmotivar-me e duvidar do meu projecto, tendo-o guardado. Já em finais de 2009, talvez a braços com uma maior confiança, decidi eu própria ir buscá-lo à gaveta e dar-lhe vida. Decidi testar a sua viabilidade, a sua aceitação junto dos leitores. Posteriormente, contactei gráficas, revisor, paginador, designer, tratei das questões legais, do processo, da divulgação, do registo e a 01 de Julho de 2010 o Anástasis estava a ser oficialmente apresentado na Fnac do Norteshopping, perante mais de 100 pessoas.
Foi um período muito complicado, pois à partida eu não sabia fazer mais nada além de escrever. O apoio dos que me rodeiam foi fundamental na concretização deste objectivo, sem eles teria sido bem mais difícil…
PD: Como é ler opiniões de completos estranhos sobre o que escreveu?
MAL: É definitivamente compensador. Os leitores anónimos têm um papel fundamental para futuras criações, pois não estando de forma alguma próximos da autora ou da sua obra, apresentam opiniões claramente isentas e frontais. Neste momento só me posso sentir orgulhosa, pois a verdade é que recebi muitas críticas construtivas, e nenhuma "classificação" negativa.
PD: Como encara o papel da blogosfera na promoção de livros? Acha que é um meio importante de divulgação também para autores que publiquem os seus próprios livros?
MAL: Não só acho como tenho a certeza. Aliás informo desde já que faço votos em receber a crítica do vosso vencedor do passatempo Anástasis.
Acredito que a blogosfera chega mais rapidamente aos leitores e cria um grau de proximidade entre as várias entidades e pessoas que outros canais não conseguem proporcionar ou atingir.
PD: Terá sido "Anástasis" o livro da sua vida, ou será apenas o princípio de uma carreira?
MAL: Eu não me obrigo a nada. Não tenho, ainda, como principal objectivo de vida escrever livros. (sorrisos) Adorei fazê-lo e espero conseguir lançar outros mais. Acredito que o Anástasis tenha sido um óptimo arranque e experiência para uma possível futura carreira literária...
Muito obrigado Maria Araújo Lima! Esperamos que este livro tenha o merecido reconhecimento, desejando-lhe muitas felicidades.
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Maria Araújo Lima
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Passatempo "Liga-me"
Com o Inverno a bater à porta com todas as maleitas que lhe são características por arrasto, este livro será de grande utilidade! Em colaboração com a Saída de Emergência temos para oferecer 2 exemplares de "Liga-me"!
Para se habilitarem a receber este livro em casa, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas, aguardando depois pelo dia do resultado!
O passatempo decorrerá até dia 9 de Novembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas facilmente aqui.
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Passatempo,
Saída de Emergência
Novidade Zéfiro
Uma obra literária através da qual o autor procura revelar os verdadeiros objectivos da obra de José Saramago, nos limites do percurso ideológico e literário entre o Ensaio sobre a Cegueira e o Ensaio sobre a Lucidez, passando por Todos os Nomes, A Caverna e O Homem Duplicado.
«(...) António José Borges aduz um conjunto de argumentos (...), acrescentando, assim, uma nova luz ao esclarecimento das múltiplas perspectivas estéticas por que se tem enquadrado a obra de José Saramago.
(...) O romance ganha em José Saramago um estatuto ensaístico de permanente inquirição e abertura de horizontes culturais, segundo interrogações radicais de carácter filosófico (a questão de Deus, a questão civilizacional do capitalismo, a questão da identidade do eu…), que desafiam, senão subvertem, o paradigma conceptual por que habitualmente interpretamos o mundo, forçando o romance a tornar-se, mais do que a narrativa de uma história, um inquiridor das regras e dos modelos do acto instaurador da palavra.»
Miguel Real
in Prefácio
«(...) António José Borges aduz um conjunto de argumentos (...), acrescentando, assim, uma nova luz ao esclarecimento das múltiplas perspectivas estéticas por que se tem enquadrado a obra de José Saramago.
(...) O romance ganha em José Saramago um estatuto ensaístico de permanente inquirição e abertura de horizontes culturais, segundo interrogações radicais de carácter filosófico (a questão de Deus, a questão civilizacional do capitalismo, a questão da identidade do eu…), que desafiam, senão subvertem, o paradigma conceptual por que habitualmente interpretamos o mundo, forçando o romance a tornar-se, mais do que a narrativa de uma história, um inquiridor das regras e dos modelos do acto instaurador da palavra.»
Miguel Real
in Prefácio
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