Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono à minoria branca. O analfabetismo era geral. O isolamento e as rivalidades entre as diversas províncias prenunciavam uma guerra civil e, para piorar a situação, ao voltar para Portugal, D. João VI deixara os cofres nacionais vazios.
O novo país nascia falido.
As perspectivas de fracasso pareciam bem maiores do que as de sucesso.
Nesta nova obra, o autor de 1808 - sobre a fuga da família real para o Rio de Janeiro -, mostra como o Brasil, que tinha tudo para não resultar, até resultou, numa notável combinação de sorte, improviso, acasos e também de sabedoria das lideranças responsáveis pela condução dos destinos do novo país, naquele momento de grandes sonhos e muitos perigos.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Novidade Esfera dos Livros
António Conti, filho de um mercador italiano, conquistou o coração de D. Afonso VI que gostava da presença de rapazolas, lacaios, escravos negros e mouros que foram deixando no leito real o aroma de exotismo. D. Pedro I ficou para a história como o amante viril de D. Inês de Castro, mas Fernão Lopes deixa clara a relação com o seu sensual escudeiro e a amizade com outros cavaleiros. Fernando Bruquetas de Castro conta-nos a história de imperadores, reis, políticos, membros da Igreja e das universidades que, ao longo dos séculos viveram a sua sexualidade de forma livre, contudo presa a simulações e a jogos de poder. Através destas personagens da vida pública de todos os tempos, este historiador conta-nos a história da homossexualidade, tantas vezes ocultada ou contada com muita timidez pela historiografia tradicional. Da amizade entre Gilgamés e Enkidu, ao desespero de Aquiles por Pátroclo, do apaixonado Alexandre que enlouqueceu com a morte do seu amado Hefestión, ao general Júlio César que procurava bonitos escravos em cada terra que conquistava, de Ricardo Coração de Leão que sucumbiu aos encantos de um trovador da corte, do delicado Maximiliano, imperador do México que viveu uma dolce vita e cuja morte em frente a um pelotão de fuzilamento continua envolta em mistério, ao famoso duque de Windsor que se deixou seduzir por Wallis Simpson e por um atractivo milionário norte-americano.
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Esfera dos Livros
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Passatempo "Wicked Lovely"
Sempre a preciosa colaboração da Saída de Emergência para vos proporcionar grandes passatempos! Temos 3 exemplares de "Wicked Lovely" para vos oferecer! Basta que respondam correctamente a todas as questões em baixo colocadas e deixar a sorte fazer o seu trabalho!
O passatempo decorrerá até dia 28 de Setembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas neste excerto! Boa sorte e boas leituras para todos!
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Novidades Verbo
Denominado pela revista Business Week como “o homem que inventou a Gestão”, Peter F. Drucker abordou este tópico com base em muitos ângulos diferentes (lições de sociologia, cultura, política, economia, psicologia e literatura) e moldou-os numa visão transparente e coerente. Uma das suas lições essenciais e que se tornou intemporal é que “a saúde de uma sociedade depende de se as suas grandes empresas e outras instituições são eficazmente dirigidas e lideradas com responsabilidade”.
Durante muitas décadas, os livros e artigos de Drucker influenciaram inúmeros líderes de negócios, instituições sem fins lucrativos e governos, e os seus princípios continuam a ajudar e a apoiar organizações de sucesso no mundo inteiro. Mesmo os seus admiradores mais antigos encontrarão Peter Drucker nestas páginas.
As lições de Peter F. Drucker contém 33 dos seus discursos e palestras apresentados em reuniões profissionais e nas suas aulas.Manuel Sobrinho Simões, fundador e director do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, Prémio Pessoa em 2002, é um dos mais respeitados cientistas nacionais.
Neste Gene, Célula, Ciência, Homem reúnem-se os seus mais interessantes textos sobre o cancro, a genética, o Popeye e as trilobites, entre outras questões tanto científicas como sobre super-heróis. A estes acrescentam-se as suas mais importantes entrevistas, onde a clarividência do seu pensamento é também patente.
Várias vezes entrevistado, surpreende o leitor pelo olhar clínico – não fosse ele médico – mas ao mesmo tempo abrangente com que analisa as mais variadas questões.
A genética e o ambiente, o ADN ou a clonagem no Gene; o cancro e todas as suas ramificações na Célula; uma curta mais tão incisiva reflexão sobre genética, comportamento humano solidário e solitário na Ciência; e porque vale a pena ser cientista e humanista em algumas entrevistas seleccionadas, bem como o texto de aceitação do Prémio Pessoa no Homem.
Um livro único de um homem de excepção.“Tendo em conta o nível de abertura do actual sistema global de comércio, os grandes resultados em termos de crescimento já não derivam de mais incrementos no acesso dos países em desenvolvimento aos mercados dos países ricos. O verdadeiro desafio para o futuro é como tornar a rede cada vez mais apertada da regulamentação do comércio internacional compatível com as necessidades de desenvolvimento.”
Estas são algumas das reflexões do economista de referência Dani Rodrik que, ao longo deste livro, defende como é que os países pobres se tornam ricos: não por seguirem o que fazem os seus antecessores, mas antes por ultrapassarem as suas limitações específicas. Embora a globalização possa ser benéfica para os países que estão a tentar sair da pobreza, o seu sucesso normalmente implica que sigam políticas que sejam adequadas às suas necessidades locais, em vez de obedecerem ao que é estipulado pela globalização internacional.
Durante muitas décadas, os livros e artigos de Drucker influenciaram inúmeros líderes de negócios, instituições sem fins lucrativos e governos, e os seus princípios continuam a ajudar e a apoiar organizações de sucesso no mundo inteiro. Mesmo os seus admiradores mais antigos encontrarão Peter Drucker nestas páginas.
As lições de Peter F. Drucker contém 33 dos seus discursos e palestras apresentados em reuniões profissionais e nas suas aulas.Manuel Sobrinho Simões, fundador e director do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, Prémio Pessoa em 2002, é um dos mais respeitados cientistas nacionais.
Neste Gene, Célula, Ciência, Homem reúnem-se os seus mais interessantes textos sobre o cancro, a genética, o Popeye e as trilobites, entre outras questões tanto científicas como sobre super-heróis. A estes acrescentam-se as suas mais importantes entrevistas, onde a clarividência do seu pensamento é também patente.
Várias vezes entrevistado, surpreende o leitor pelo olhar clínico – não fosse ele médico – mas ao mesmo tempo abrangente com que analisa as mais variadas questões.
A genética e o ambiente, o ADN ou a clonagem no Gene; o cancro e todas as suas ramificações na Célula; uma curta mais tão incisiva reflexão sobre genética, comportamento humano solidário e solitário na Ciência; e porque vale a pena ser cientista e humanista em algumas entrevistas seleccionadas, bem como o texto de aceitação do Prémio Pessoa no Homem.
Um livro único de um homem de excepção.“Tendo em conta o nível de abertura do actual sistema global de comércio, os grandes resultados em termos de crescimento já não derivam de mais incrementos no acesso dos países em desenvolvimento aos mercados dos países ricos. O verdadeiro desafio para o futuro é como tornar a rede cada vez mais apertada da regulamentação do comércio internacional compatível com as necessidades de desenvolvimento.”
Estas são algumas das reflexões do economista de referência Dani Rodrik que, ao longo deste livro, defende como é que os países pobres se tornam ricos: não por seguirem o que fazem os seus antecessores, mas antes por ultrapassarem as suas limitações específicas. Embora a globalização possa ser benéfica para os países que estão a tentar sair da pobreza, o seu sucesso normalmente implica que sigam políticas que sejam adequadas às suas necessidades locais, em vez de obedecerem ao que é estipulado pela globalização internacional.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
Novidades PI
Carros — Livro para Colorir
Não é só um álbum de desenhos para colorirem.
Há um poster enorme do Faísca McQueen e do King e ainda um calendário para anotarem as datas de aniversários dos amigos.
Carros — Jogos e Desenhos para Colorir
Palavras cruzadas, jogos de diferenças, labirintos, quebra-cabeças, é tudo aquilo que qualquer criança gosta de fazer com as suas personagens preferidas.
E ainda uma folha de autocolantes para decorar os cadernos e os desenhos.
Momentos maravilhosos com a Sininho e as amigas para as meninas brincarem sozinhas ou acompanhadas.
Neste livro vão encontrar bonitos desenhos para pintar e jogos de letras, de números e de observação muito divertidos...Tusk, o mamute medonho, controla as florestas decadentes de Gorgónia. Aterroriza os rebeldes em guerra com o feiticeiro negro Malvel e fez prisioneira uma Fera boa.
Todas as Feras boas estão em apuros e Tom tem de as salvar. Será que ele é capaz de derrotar Tusk antes que os guardas de Malvel o apanhem?
Serás TU capaz de sobreviver a esta nova MISSÃO?Roseta e Bambi são completamente diferentes. Roseta adora usar roupas bonitas. Bambi prefere jogar à bolota e sujar-se toda. As duas amigas nunca estão de acordo quando se trata de se divertirem.
Quando a Rainha das Fadas dá um jantar de cerimónia, Bambi não quer ir, mas Roseta faz uma aposta com ela. Se Bambi usar um vestido bonito durante o jantar, Roseta passará o dia seguinte a fazer tudo o que Bambi quiser. Roseta acha que o seu plano é perfeito. Mas nunca imaginou o que Bambi lhe reservava! Será que a amizade destas duas fadas resiste a um dia de sapos, lama... e minhocas?A Rainha Clarion desapareceu!
Num instante, Prilla estava a voar atrás dela, e de repente, PUF! — a Rainha tinha desaparecido. Entretanto, alguém levou a preciosa semente-coração da invulgar rosa cor-de-rosa-fada da Lília. Será que existe uma relação entre o desaparecimento da Rainha e o roubo da semente-coração?
Com a ajuda da Lília e da Beck, Prilla segue as pistas que a Rainha Clarion deixou. As pistas levam-nas até à misteriosa Floresta das Árvores Gigantes. Prilla sabe que a Rainha se encontra algures naquela floresta vasta e sombria. Mas como encontrá-la?
Não é só um álbum de desenhos para colorirem.
Há um poster enorme do Faísca McQueen e do King e ainda um calendário para anotarem as datas de aniversários dos amigos.
Carros — Jogos e Desenhos para Colorir
Palavras cruzadas, jogos de diferenças, labirintos, quebra-cabeças, é tudo aquilo que qualquer criança gosta de fazer com as suas personagens preferidas.
E ainda uma folha de autocolantes para decorar os cadernos e os desenhos.
Momentos maravilhosos com a Sininho e as amigas para as meninas brincarem sozinhas ou acompanhadas.
Neste livro vão encontrar bonitos desenhos para pintar e jogos de letras, de números e de observação muito divertidos...Tusk, o mamute medonho, controla as florestas decadentes de Gorgónia. Aterroriza os rebeldes em guerra com o feiticeiro negro Malvel e fez prisioneira uma Fera boa.
Todas as Feras boas estão em apuros e Tom tem de as salvar. Será que ele é capaz de derrotar Tusk antes que os guardas de Malvel o apanhem?
Serás TU capaz de sobreviver a esta nova MISSÃO?Roseta e Bambi são completamente diferentes. Roseta adora usar roupas bonitas. Bambi prefere jogar à bolota e sujar-se toda. As duas amigas nunca estão de acordo quando se trata de se divertirem.
Quando a Rainha das Fadas dá um jantar de cerimónia, Bambi não quer ir, mas Roseta faz uma aposta com ela. Se Bambi usar um vestido bonito durante o jantar, Roseta passará o dia seguinte a fazer tudo o que Bambi quiser. Roseta acha que o seu plano é perfeito. Mas nunca imaginou o que Bambi lhe reservava! Será que a amizade destas duas fadas resiste a um dia de sapos, lama... e minhocas?A Rainha Clarion desapareceu!
Num instante, Prilla estava a voar atrás dela, e de repente, PUF! — a Rainha tinha desaparecido. Entretanto, alguém levou a preciosa semente-coração da invulgar rosa cor-de-rosa-fada da Lília. Será que existe uma relação entre o desaparecimento da Rainha e o roubo da semente-coração?
Com a ajuda da Lília e da Beck, Prilla segue as pistas que a Rainha Clarion deixou. As pistas levam-nas até à misteriosa Floresta das Árvores Gigantes. Prilla sabe que a Rainha se encontra algures naquela floresta vasta e sombria. Mas como encontrá-la?
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Novidade Gótica
Durante o trágico desenrolar da manhã do ataque terrorista às Torres Gémeas de Nova Iorque em 11 de Setembro de 2001, os pensamentos de Ronnie Wilson não estão com os milhares de vítimas nem com a cidade cenário do atentado. Este fracassado negociante da cidade inglesa de Brighton, descobre, assim, uma oportunidade ímpar para se ver livre dos seus credores, desaparecer e reinventar–se noutro país.
Uns anos mais tarde, a descoberta dos restos mortais de um corpo de mulher, num esgoto de águas pluviais em Brighton, conduz o detective Roy Grace numa investigação à escala mundial e numa corrida desesperada contra o tempo para salvar uma mulher que está a ser perseguida como um animal pelas ruas e vielas daquela cidade.
Depois do verdadeiro sucesso internacional, com a publicação em cerca de 30 países, de Despedida de Solteiro, Morte à Primeira Vista e Mata-me, se puderes, Peter James regressa com um dos mais arrepiantes mitos urbanos da actualidade: a possibilidade de alguém fingir a sua própria morte nos atentados de 11 de Setembro, e que promete deixar o leitor em suspenso até à última linha…
Uns anos mais tarde, a descoberta dos restos mortais de um corpo de mulher, num esgoto de águas pluviais em Brighton, conduz o detective Roy Grace numa investigação à escala mundial e numa corrida desesperada contra o tempo para salvar uma mulher que está a ser perseguida como um animal pelas ruas e vielas daquela cidade.
Depois do verdadeiro sucesso internacional, com a publicação em cerca de 30 países, de Despedida de Solteiro, Morte à Primeira Vista e Mata-me, se puderes, Peter James regressa com um dos mais arrepiantes mitos urbanos da actualidade: a possibilidade de alguém fingir a sua própria morte nos atentados de 11 de Setembro, e que promete deixar o leitor em suspenso até à última linha…
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Novidade Editorial Presença
Em A Queda dos Gigantes, o primeiro volume da trilogia O Século, as vidas de 5 famílias – americana, alemã, russa, inglesa e escocesa – cruzam-se durante o período tumultuoso da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do Movimento Sufragista.
Neste primeiro volume, que começa em 1911 e termina em 1925, travamos conhecimento com as cinco famílias que nas suas sucessivas gerações virão a ser as grandes protagonistas desta trilogia. Os membros destas famílias não esgotam porém a vasta galeria de personagens, incluindo mesmo figuras reais como Winston Churchill, Lenine e Trotsky, o general Joffreou ou Artur Zimmermann, e irão entretecer uma complexidade de relações entre paixões contrariadas, rivalidades e intrigas, jogos de poder, traições, no agitado quadro da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do movimento sufragista feminino. Entre saga histórica e romance de espionagem, casos amorosos e luta de classes, Ken Follett oferece-nos um extraordinário fresco, excepcional no rigor da investigação e brilhante na reconstrução dos tempos e das mentalidades, denotando seu domínio de mestre na arte do romance.
Neste primeiro volume, que começa em 1911 e termina em 1925, travamos conhecimento com as cinco famílias que nas suas sucessivas gerações virão a ser as grandes protagonistas desta trilogia. Os membros destas famílias não esgotam porém a vasta galeria de personagens, incluindo mesmo figuras reais como Winston Churchill, Lenine e Trotsky, o general Joffreou ou Artur Zimmermann, e irão entretecer uma complexidade de relações entre paixões contrariadas, rivalidades e intrigas, jogos de poder, traições, no agitado quadro da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do movimento sufragista feminino. Entre saga histórica e romance de espionagem, casos amorosos e luta de classes, Ken Follett oferece-nos um extraordinário fresco, excepcional no rigor da investigação e brilhante na reconstrução dos tempos e das mentalidades, denotando seu domínio de mestre na arte do romance.
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domingo, 19 de setembro de 2010
Novidades Dom Quixote para Outubro
A Tia Júlia e o Escrevedor é um dos livros mais originais de Vargas Llosa. Conta a história de Varguitas, um jovem peruano com ambições literárias, que se apaixona por uma tia com quase o dobro da sua idade.
Ironia e romance em doses perfeitas, memórias autobiográficas e criação literária magistral fazem deste livro um clássico da literatura contemporânea.
Nova edição.
Nas livrarias a 31 de Outubro.Este romance é uma ousada reconcepção de um dos mais intrigantes relacionamentos da História, entre o lendário filósofo Aristóteles e o seu mais famoso pupilo, o jovem Alexandre, o Grande.
Narrado na voz brilhantemente retratada de Aristóteles – de uma inteligência acutilante e muitas vezes de um humor bastante negro –, Aristóteles e Alexandre devolve-nos vividamente a Grécia da antiguidade através da história desta notável amizade entre duas figuras maiores, o inovador e o conquistador, de cujas visões do mundo ainda hoje encontramos ressonâncias.
Nas livrarias a 18 de Outubro.O último expediente chegado à mesa de trabalho de Kristóf Kómives, juiz na Budapeste de entre guerras, é o divórcio dos Greiner. Mais um caso, não fosse o nome de solteira da mulher, Anna Fazekas, fazer o magistrado perder a sua imutável serenidade.
Divórcio em Buda, tal como As Velas Ardem até ao Fim e A Herança de Eszter, assinala o maravilhoso contraponto entre o fim de uma época esplendorosa – talvez o maior expoente alcançado pela cultura ocidental – e o dilema vital de personagens presos entre as suas misérias pessoais e o inevitável curso da História.
Nas livrarias a 18 de Outubro.Numa bela noite estrelada, na cidade de Kahani, em terras de Alifbay, aconteceu uma coisa terrível: o pai de um rapaz de doze anos chamado Luka, o contador de histórias Rashid, mergulhou súbita e inexplicavelmente num sono tão profundo que não havia quem conseguisse acordá-lo. Para o salvar de se sumir por completo, Luka tem de empreender uma jornada pelo Mundo Mágico, deparando pelo caminho com um sem-número de fantasmagóricos obstáculos, a fim de roubar o Fogo da Vida, uma tarefa aparentemente impossível e extremamente perigosa.
Se Harun e o Mar de Histórias, igualmente publicado pela Dom Quixote, foi escrito como presente para o seu primeiro filho, Luka e o Fogo da Vida, a história do irmão mais novo de Harun, é uma prenda para o segundo filho, por ocasião do seu décimo segundo aniversário.
Nas livrarias a 31 de Outubro.Redigido nos Estados Unidos, entre 1943 e 1947, e publicado dois anos depois, Doutor Fausto, o mais enigmático, significativo e genial romance de Thomas Mann, descreve a biografia imaginária de um compositor que, à semelhança de Nietzsche, desafiou a loucura para assumir todo o sofrimento de uma época, e em cujo percurso se pressente o eco trágico do triunfo e do apocalipse da Alemanha hitleriana.
Nova edição.
Nas livrarias a 31 de Outubro.O Feitiço de Xangai é uma fábula sobre os sonhos e as derrotas de crianças e adultos, todos eles asfixiados pelo ar cinzento de um presente sem expectativas, que nos transporta da Barcelona do pós-guerra – esse espaço mítico onde o próprio Marsé cresceu – ao exótico submundo de Xangai.
Para Daniel, um adolescente que cresce num bairro pobre de uma Barcelona em que as memórias da agonizante Guerra Civil ainda estão frescas, a vida é cinzenta e sem facilidades.
O Feitiço de Xangai foi adaptado ao cinema por Fernando Trueba.
Nas livrarias a 31 de Outubro.Entre os últimos dias de Março e os primeiros de Abril de 2007, depois de uma operação grave, o narrador, entre as dores e a confusão provocada pela anestesia e pelos medicamentos, recupera fragmentos da sua vida e das pessoas que a atravessaram: os pais e os avós, a vila da sua infância, a natureza da serra, os amores e os desamores. Como um rio que corre, vamos vivendo com ele as humilhações da doença, a proximidade da morte, e o chamamento da vida.
Nas livrarias a 18 de Outubro.
Ironia e romance em doses perfeitas, memórias autobiográficas e criação literária magistral fazem deste livro um clássico da literatura contemporânea.
Nova edição.
Nas livrarias a 31 de Outubro.Este romance é uma ousada reconcepção de um dos mais intrigantes relacionamentos da História, entre o lendário filósofo Aristóteles e o seu mais famoso pupilo, o jovem Alexandre, o Grande.
Narrado na voz brilhantemente retratada de Aristóteles – de uma inteligência acutilante e muitas vezes de um humor bastante negro –, Aristóteles e Alexandre devolve-nos vividamente a Grécia da antiguidade através da história desta notável amizade entre duas figuras maiores, o inovador e o conquistador, de cujas visões do mundo ainda hoje encontramos ressonâncias.
Nas livrarias a 18 de Outubro.O último expediente chegado à mesa de trabalho de Kristóf Kómives, juiz na Budapeste de entre guerras, é o divórcio dos Greiner. Mais um caso, não fosse o nome de solteira da mulher, Anna Fazekas, fazer o magistrado perder a sua imutável serenidade.
Divórcio em Buda, tal como As Velas Ardem até ao Fim e A Herança de Eszter, assinala o maravilhoso contraponto entre o fim de uma época esplendorosa – talvez o maior expoente alcançado pela cultura ocidental – e o dilema vital de personagens presos entre as suas misérias pessoais e o inevitável curso da História.
Nas livrarias a 18 de Outubro.Numa bela noite estrelada, na cidade de Kahani, em terras de Alifbay, aconteceu uma coisa terrível: o pai de um rapaz de doze anos chamado Luka, o contador de histórias Rashid, mergulhou súbita e inexplicavelmente num sono tão profundo que não havia quem conseguisse acordá-lo. Para o salvar de se sumir por completo, Luka tem de empreender uma jornada pelo Mundo Mágico, deparando pelo caminho com um sem-número de fantasmagóricos obstáculos, a fim de roubar o Fogo da Vida, uma tarefa aparentemente impossível e extremamente perigosa.
Se Harun e o Mar de Histórias, igualmente publicado pela Dom Quixote, foi escrito como presente para o seu primeiro filho, Luka e o Fogo da Vida, a história do irmão mais novo de Harun, é uma prenda para o segundo filho, por ocasião do seu décimo segundo aniversário.
Nas livrarias a 31 de Outubro.Redigido nos Estados Unidos, entre 1943 e 1947, e publicado dois anos depois, Doutor Fausto, o mais enigmático, significativo e genial romance de Thomas Mann, descreve a biografia imaginária de um compositor que, à semelhança de Nietzsche, desafiou a loucura para assumir todo o sofrimento de uma época, e em cujo percurso se pressente o eco trágico do triunfo e do apocalipse da Alemanha hitleriana.
Nova edição.
Nas livrarias a 31 de Outubro.O Feitiço de Xangai é uma fábula sobre os sonhos e as derrotas de crianças e adultos, todos eles asfixiados pelo ar cinzento de um presente sem expectativas, que nos transporta da Barcelona do pós-guerra – esse espaço mítico onde o próprio Marsé cresceu – ao exótico submundo de Xangai.
Para Daniel, um adolescente que cresce num bairro pobre de uma Barcelona em que as memórias da agonizante Guerra Civil ainda estão frescas, a vida é cinzenta e sem facilidades.
O Feitiço de Xangai foi adaptado ao cinema por Fernando Trueba.
Nas livrarias a 31 de Outubro.Entre os últimos dias de Março e os primeiros de Abril de 2007, depois de uma operação grave, o narrador, entre as dores e a confusão provocada pela anestesia e pelos medicamentos, recupera fragmentos da sua vida e das pessoas que a atravessaram: os pais e os avós, a vila da sua infância, a natureza da serra, os amores e os desamores. Como um rio que corre, vamos vivendo com ele as humilhações da doença, a proximidade da morte, e o chamamento da vida.
Nas livrarias a 18 de Outubro.
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Dom Quixote
Novidade Guimarães
O Portugal de António Telmo, livro de homenagem ao escritor, filósofo e pensador António Telmo, espírito livre da literatura portuguesa.
Esta obra é uma Apresentação do pensamento de António Telmo ao seu País natal e aos Países irmãos do espírito de Portugal.
Contém textos inéditos do filósofo bem como textos e testemunhos de diversas personalidades da cultura portuguesa: Orlando Vitorino, Eudoro de Sousa e Álvaro Ribeiro, entre outros.
O Portugal de António Telmo é um belíssimo e importante livro ilustrado com fotografias, cópias de documentos e dois textos fac-similados do próprio autor.
Esta obra é uma Apresentação do pensamento de António Telmo ao seu País natal e aos Países irmãos do espírito de Portugal.
Contém textos inéditos do filósofo bem como textos e testemunhos de diversas personalidades da cultura portuguesa: Orlando Vitorino, Eudoro de Sousa e Álvaro Ribeiro, entre outros.
O Portugal de António Telmo é um belíssimo e importante livro ilustrado com fotografias, cópias de documentos e dois textos fac-similados do próprio autor.
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sábado, 18 de setembro de 2010
Passatempo "O Vale dos Cinco Leões"
Uma obra de Ken Follett promete sempre ser um best-seller, portanto contamos com uma larga participação vossa neste passatempo! Temos para oferecer, em colaboração com a Bertrand, um exemplar de "O Vale dos Cinco Leões"! Basta que respondam correctamente a todas as questões em baixo colocadas e esperar o sorriso da sorte no sorteio!
O passatempo decorrerá até dia 24 de Setembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas com o uso de qualquer motor de busca, com grande facilidade! Boa sorte e boas leituras!
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Rui Cardoso Martins vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE
O romance Deixem Passar o Homem Invisível, de Rui Cardoso Martins, acaba de ser anunciado vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE)
Rui Cardoso Martins nasceu em Portalegre em 1967. É escritor, jornalista e argumentista. Repórter internacional e cronista desde a fundação do jornal Público (dois prémios Gazeta de Jornalismo), fundador das Produções Fictícias (co-criador e autor de Contra-Informação e Herman Enciclopédia, entre outros programas). No cinema, é autor do guião de Zona J e co-autor da longa metragem Duas Mulheres.
O seu primeiro romance, E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (Dom Quixote 4ª Edição), foi publicado em Espanha e na Hungria. Tem contos editados em diversas revistas letrárias (Ficções, Egoísta, Magyar e Lettre Internationale).Durante uma grande enxurrada em Lisboa, um homem - cego desde os 8 anos, advogado - cai numa caixa de esgoto aberta, situada junto da igreja de S. Sebastião da Pedreira. Na mesma altura, um escuteiro que regressava de uma actividade na mesma igreja é também arrastado para o mesmo esgoto.É a viagem de ambos, através de uma Lisboa subterrânea, enquanto cá fora são tomadas todas as medidas para os salvarem, que o autor nos conta neste segundo livro. Mas é também a entreajuda, a cumplicidade entre o cego e a criança, naquela terrível aventura.
Pelo meio, as histórias de um ilusionista - Seripe de nome artístico, na realidade Pires ao contrário -, as recordações do homem cego do tempo antes de aquilo acontecer, a história de um camaleão que não acertava com a cor, e tantas outras tornam a leitura deste livro extremamente aliciante.
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Rui Cardoso Martins
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Novidades Editorial Presença
A educação é tarefa de políticos, famílias, professores e alunos. Cada pessoa tem de assumir as suas responsabilidades. O que fazem os bons professores? Como despertam a motivação e promovem o sucesso dos alunos? Como exercem a sua autoridade e previnem a indisciplina? Como avaliam as aprendizagens? Como ensinam valores? Como se relacionam com os pais? Não há respostas simples, nem fórmulas mágicas. Mas há boas práticas educativas, que revelam equilíbrio entre a tradição e a inovação, que constituem um valioso contributo para a qualidade da educação nas nossas escolas. A Presença lança um novo autor de língua portuguesa do género fantástico. É uma saga que conta como uma multiplicidade de personagens e divindades das mitologias nórdica, celta e indo-europeias. Vivem numa história alternativa, em que o mundo é simultaneamente habitado por deuses, raças desaparecidas, heróis míticos e humanos. Até ao dia em que o Ente Uno, o Juiz do Tempo, indignado pela perfídia dos deuses, decide pôr fim a esta realidade, condenando deuses e homens a uma estéril dualidade. No entanto, nos dois mundos, as lendas alimentavam uma esperança... Esta extraordinária aventura ficou registada pelos inúmeros escribas que ao longo das eras foram registando os seus sucessivos capítulos. Soren é uma jovem coruja-da-torre da Floresta de Tyto, um reino pacífico onde está a começar a aprender a dar os seus primeiros passos. Uma noite, Soren é capturado e levado para a Academia de S. Aegolius para Corujas Órfãs, onde, juntamente com outra coruja, descobre que a Academia é algo muito pior do que apenas um orfanato. Mas, para poderem fugir, Soren terá de aprender a fazer algo que nunca antes fez… voar. Conseguirão eles escapar a tempo e proteger o mundo de um destino inimaginável? Agora que o seu hotel para cães fechou, Andi e o irmão, Bruce, têm um novo projecto: publicar um jornal para cães. O The Bow-Wow News não demora a fazer imenso sucesso entre os vizinhos, mas, assim que o publicam na internet, começam a acontecer coisas assustadoras. Um raptor de cães anda à solta! E a pior notícia de todas é que um dos cães raptados pertence aos dois irmãos. Conseguirão Andi e Bruce dar aos seus amiguinhos de quatro patas um final feliz? Esta é a autobiografia de Jordan Belfort, o então jovem corretor de Wall Street que nos anos 90 se sobrepôs à lógica da economia, manipulou o mercado bolsista e ganhou uma fortuna incalculável. Uma história verídica e fulgurante, escrita num registo confessional a que não é alheio um apurado sentido de humor, onde Belford relata ao pormenor a sua ascensão prodigiosa e queda inevitável. Chamavam-lhe «O Lobo de Wall Street», e a própria máfia colocou operacionais na sua empresa para aprenderem com os seus métodos. Uma leitura actual e aliciante que nos dá a conhecer os meandros do universo da bolsa nova-iorquina. Todos os dias, Danny McCoyne sai de casa para um emprego que apenas tolera por ter de assegurar a sua sobrevivência e a da sua família. Mas em breve este homem vai descobrir o que verdadeiramente significa sobreviver. De um momento para o outro, começam a ocorrer um pouco por toda a parte cenas de violência extrema. Sem que ninguém saiba explicar porquê, qualquer transeunte normal pode tornar-se de repente um assassino impiedoso que ataca aleatoriamente. À medida que esta estranha epidemia vai alastrando, Danny sente-se na obrigação de proteger a família - mas como quando já não pode confiar em ninguém, incluindo em si próprio…? Embora nem sempre tenhamos plena consciência disso, a Química tem uma presença e uma acção constantes na nossa vida. Pretendendo incentivar o gosto pela ciência, esta obra dá a conhecer ao grande público uma parte da Química que entra no nosso quotidiano. Baseia-se em dados científicos, mas adopta uma abordagem extremamente acessível ao leitor que não domina esta área do conhecimento. Inclui ainda um capítulo consagrado aos primórdios da Química em Portugal e um glossário. 1 mordomo, 2 lacaios, 3 príncipes habitam num alto castelo cheio de torres, onde também há… quantos fofos colchões?
Consegues imaginar-te a viver esta aventura matemágica e ajudar os príncipes a encontrar as suas princesas?
Consegues imaginar-te a viver esta aventura matemágica e ajudar os príncipes a encontrar as suas princesas?
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Editorial Presença
O Páginas de Férias!
Pois é, chegaram as tão desejadas férias! Estaremos ausentes até dia 28 de Setembro mas pretendemos manter a actividade no blogue! No entanto, essa será determinada pelo bom funcionamento do Blogger e pelo nosso acesso à Internet. Assim, pedimos desculpas antecipadamente por atrasos e pela deficiente interacção que se avizinha.
E para onde vai o Páginas? Irlanda e Escócia são o destino e, como não podia deixar de ser, levamos connosco muito para ler! Esperamos ter umas quantas opiniões para publicar quando voltarmos!
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Notícias
As Serviçais
Título: As Serviçais
Autora: Kathryn Stockett
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
Skeeter tem vinte e dois anos e acabou de regressar da universidade a Jackson, Mississippi. Mas estamos em 1962, e a sua mãe só irá descansar quando a filha tiver uma aliança no dedo.
Aibileen é uma criada negra, uma mulher sábia que viu crescer dezassete crianças. Quando o seu próprio filho morre num acidente, algo se quebra dentro dela. Minny, a melhor amiga de Aibileen, é provavelmente a mulher com a língua mais afiada do Mississippi. Cozinha divinamente, mas tem sérias dificuldades em manter o emprego… até ao momento em que encontra uma senhora nova na cidade.
Estas três personagens extraordinárias irão cruzar-se e iniciar um projecto que mudará a sua cidade e as vidas de todas as mulheres, criadas e senhoras, que habitam Jackson. São as suas vozes que nos contam esta história inesquecível cheia de humor, esperança e tristeza.
Uma história que conquistou a América e está a conquistar o mundo.
Opinião:
Skeeter, Aibileen e Minny... Já as considero da família. Foram entrando cá um casa, um bocadinho mais a cada página que lia, um bocadinho mais a cada gargalhada que emitia, e ainda mais um bocadinho com cada dor que comigo partilharam.
A década de 60, com Martin Luther King e a segregação racial é uma época que me desperta uma curiosidade que não sei como explicar. Apesar de ter lido pouco sobre a mesma, sei que desta resultaram muitas obras de referência e que tenho vindo a coleccionar. Quando ouvi falar de "As Serviçais", essa mesma curiosidade subiu um pouco na minha consciência, mas foi quando comecei o livro que ela desabrochou e se transformou numa ávida sede de pormenores, factos e histórias.
Encontrei tudo isso neste livro. Mesmo sendo muito pouco histórico e, como a própria autora realça, completamente ficcional, trouxe-me uma descrição coloquial, e na primeira pessoa, da relação mais estreita e mais conflituosa que existia entre negros e brancos - as criadas.
Adorei todo o livro. Devorei cada página, cada parágrafo. Foram mais de 400 páginas que se esvaíram entre os meus dedos como gelo num dia de sol, deixando um sentimento agridoce de quem está feliz com o que terminou de ler, mas que preferia não ter terminado. Não para já.
Um livro que me acompanhará por um longo período. Recomendo-o, como não poderia deixar de ser, e espero que este vos marque como me marcou.
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Romance Histórico
Vencedoras do Passatempo "Deixa o Grande Mundo Girar"
Demorámos, mas estamos prontos para revelar quem são os vencedores de mais um fantástico passatempo realizado em colaboração com a "Civilização"! Temos para oferecer 2 exemplares deste merecidamente premiado "Deixa o Grande Mundo Girar" e eis os nomes de quem receberá este prémio em casa:
Rosa Candeias - Peniche
Anabela Semedo - Carnaxide
Os nossos sinceros parabéns às vencedoras e um enorme obrigado às mais de duas centenas de participantes! Se ainda não foi desta feita que a sorte vos sorriu, não deixem de participar nos passatempos que por cá temos a decorrer e estejam atentos às novidades que aí vêem!
Boa sorte a todos e boas leituras!
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Passatempo
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Novidade Ática
Michel de Montaigne (1533-1592) ensaísta e viajante, cursou Direito, chegando a exercer a função de magistrado em Périgoux e em Bordéus, tendo sido presidente da Câmara de Bordéus durante quatro anos.
Aos 34 anos retirou-se para a sua propriedade em Saint-Michel-de-Montaigne, onde nasceu e viria a falecer, tendo, entre 1580 e 1588 redigido três volumes de ensaios, no terceiro dos quais consta Da Vaidade. Nele denuncia o que entende como a incapacidade do homem em viver em sociedade contribuindo de per si para o bem comum. Elogio da diferença e do reconhecimento da mesma como um bem, pontuado por citações de poetas e pensadores clássicos, este ensaio recupera os ensinamentos da antiga Roma, cuja República é aqui tomada como superlativo de organização governativa. A vaidade surge sub-repticiamente em todo o discurso, culminando com a exibição da reprodução de uma Bula Burguesa que a cidade de Roma lhe conferiu em 1581.
Aos 34 anos retirou-se para a sua propriedade em Saint-Michel-de-Montaigne, onde nasceu e viria a falecer, tendo, entre 1580 e 1588 redigido três volumes de ensaios, no terceiro dos quais consta Da Vaidade. Nele denuncia o que entende como a incapacidade do homem em viver em sociedade contribuindo de per si para o bem comum. Elogio da diferença e do reconhecimento da mesma como um bem, pontuado por citações de poetas e pensadores clássicos, este ensaio recupera os ensinamentos da antiga Roma, cuja República é aqui tomada como superlativo de organização governativa. A vaidade surge sub-repticiamente em todo o discurso, culminando com a exibição da reprodução de uma Bula Burguesa que a cidade de Roma lhe conferiu em 1581.
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Novidades Athena
Catálogo da exposição Algumas Obras a Ler. Colecção Eric Fabre, apresentada no Museu Colecção Berardo, entre 31 de Maio e 29 de Agosto de 2010.
Reunindo um conjunto de ensaios, textos e imagens das obras reunidas na exposição com o mesmo título, aborda um conjunto de questões fundamentais sobre a relação entre procedimentos da edição e procedimentos das artes plásticas.
Um livro de fotografia, de emoções e momentos, sobre um conjunto notável de artistas moçambicanos, trabalhando nos seus respectivos ateliers.
Não sendo um catálogo, contém um conjunto fundamental de textos, cujos autores têm, de algum modo, uma ligação ao artista e ao seu processo criativo, captado com inigualável mestria pelo fotógrafo Luís Abélard. Contributo fundamental para a história do figurino em Portugal deixado pela pintora, figurinista e cenógrafa Vera Castro. Além dos depoimentos dos vários intervenientes na construção de um espectáculo, o Papel da Segunda Pele reúne um fascinante conjunto de imagens de figurinos em espectáculos de teatro, dança e ópera.
Vera Castro partilha assim com o leitor “o modo de pensar, o saber, as pequenas histórias de uma história maior, de percursos exemplares de paixão, de dedicação e partilha”.Catálogo da Exposição Warhol TV, apresentada no Museu Colecção Berardo, entre 26 de Julho a 14 de Novembro de 2010.
Contributo fundamental para o entendimento da actividade do notável artista Andy Warhol no domínio da televisão, reúne um ensaio e um conjunto de entrevistas da autoria de Judith Benhamou-Huet, também comissária da exposição. O catálogo inclui ainda um ensaio de Vincent Fremont e excertos de entrevistas e textos do artista, sendo profusamente ilustrado com fotogramas, vários deles inéditos, dos programas de televisão dirigidos por Warhol, bem como de anúncios publicitários em que ele próprio é protagonista.
Reunindo um conjunto de ensaios, textos e imagens das obras reunidas na exposição com o mesmo título, aborda um conjunto de questões fundamentais sobre a relação entre procedimentos da edição e procedimentos das artes plásticas.
Um livro de fotografia, de emoções e momentos, sobre um conjunto notável de artistas moçambicanos, trabalhando nos seus respectivos ateliers.
Não sendo um catálogo, contém um conjunto fundamental de textos, cujos autores têm, de algum modo, uma ligação ao artista e ao seu processo criativo, captado com inigualável mestria pelo fotógrafo Luís Abélard. Contributo fundamental para a história do figurino em Portugal deixado pela pintora, figurinista e cenógrafa Vera Castro. Além dos depoimentos dos vários intervenientes na construção de um espectáculo, o Papel da Segunda Pele reúne um fascinante conjunto de imagens de figurinos em espectáculos de teatro, dança e ópera.
Vera Castro partilha assim com o leitor “o modo de pensar, o saber, as pequenas histórias de uma história maior, de percursos exemplares de paixão, de dedicação e partilha”.Catálogo da Exposição Warhol TV, apresentada no Museu Colecção Berardo, entre 26 de Julho a 14 de Novembro de 2010.
Contributo fundamental para o entendimento da actividade do notável artista Andy Warhol no domínio da televisão, reúne um ensaio e um conjunto de entrevistas da autoria de Judith Benhamou-Huet, também comissária da exposição. O catálogo inclui ainda um ensaio de Vincent Fremont e excertos de entrevistas e textos do artista, sendo profusamente ilustrado com fotogramas, vários deles inéditos, dos programas de televisão dirigidos por Warhol, bem como de anúncios publicitários em que ele próprio é protagonista.
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Novidades Arcádia
A Casa na Rua das Mangas conta a história de Esperanza Cordero que vive num bairro problemático. Esperanza não quer fazer parte desta dura realidade nem aceita as baixas expectativas que o mundo tem para ela. É uma história de força, de uma rapariga que quer traçar o seu próprio destino apesar das dificuldades.Depois de um naufrágio, duas crianças aprendem a sobreviver numa ilha deserta nos mares do Sul. Este é o argumento base de um dos romances mais vendidos da literatura inglesa. Desde que apareceu em 1908, esta obra tem tido edições sucessivas no Reino Unido e Estados Unidos.
A adaptação ao cinema, no filme que lançou Brooke Shields, celebrizou ainda mais o livro. Uma obra que é um excelente romance de viagens e aventuras transforma-se num clássico.Em cada conto, a personagem central identifica-se, de certa forma, com uma determinada árvore que fez parte integrante da sua história de vida e que é, em muitos casos, um alter-ego ou um reflexo vivo dessa mesma personagem. São contos sobre a condição humana — sobre homens e mulheres em momentos particularmente difíceis das suas vidas: momentos de mudança, de indecisão, de angústia, de conflito interior, de luta para vencer forças adversas vindas do exterior e, sobretudo, do interior da memória. São, se assim pudermos vê-los, homens e mulheres-árvores enraizadas num passado sempre presente, mas cujos ramos se alongam — até à exaustão e à dor — para alcançarem o azul. Esta é a segunda edição do único livro de contos escrito por uma das mais importantes autoras portuguesas de livros infantis e juvenis.“Fazer um verso em direcção contrária
ao pensamento que quer recordar.
Um verso que prediga que as suas sílabas
são só a sutura de uma história
que o poeta não sabe que viveu.”Publicado em 1973 na colecção de poesia da Arcádia e já reeditado sete vezes, vê aqui a oitava edição, celebrando o ressurgimento da colecção que nos apresentou, além de David Mourão-Ferreira, Nuno Júdice, Fiama Hasse Pais Brandão, Joaquim Manuel Magalhães e tantos outros importantes autores.
Nas palavras do prefaciador, Vasco Graça Moura, “podemos considerar esta obra um grau mais avançado, na senda do erotismo, daquela “arte de amar” que era já o subtítulo de Infinito pessoal e ao mesmo tempo um acentuar vivencial daquele sentimento da efemeridade de tudo que já marcava profundamente a melancolia elegante das fascinações que se exprimiam no cosmopolitismo visionário de Do tempo ao coração.”
A adaptação ao cinema, no filme que lançou Brooke Shields, celebrizou ainda mais o livro. Uma obra que é um excelente romance de viagens e aventuras transforma-se num clássico.Em cada conto, a personagem central identifica-se, de certa forma, com uma determinada árvore que fez parte integrante da sua história de vida e que é, em muitos casos, um alter-ego ou um reflexo vivo dessa mesma personagem. São contos sobre a condição humana — sobre homens e mulheres em momentos particularmente difíceis das suas vidas: momentos de mudança, de indecisão, de angústia, de conflito interior, de luta para vencer forças adversas vindas do exterior e, sobretudo, do interior da memória. São, se assim pudermos vê-los, homens e mulheres-árvores enraizadas num passado sempre presente, mas cujos ramos se alongam — até à exaustão e à dor — para alcançarem o azul. Esta é a segunda edição do único livro de contos escrito por uma das mais importantes autoras portuguesas de livros infantis e juvenis.“Fazer um verso em direcção contrária
ao pensamento que quer recordar.
Um verso que prediga que as suas sílabas
são só a sutura de uma história
que o poeta não sabe que viveu.”Publicado em 1973 na colecção de poesia da Arcádia e já reeditado sete vezes, vê aqui a oitava edição, celebrando o ressurgimento da colecção que nos apresentou, além de David Mourão-Ferreira, Nuno Júdice, Fiama Hasse Pais Brandão, Joaquim Manuel Magalhães e tantos outros importantes autores.
Nas palavras do prefaciador, Vasco Graça Moura, “podemos considerar esta obra um grau mais avançado, na senda do erotismo, daquela “arte de amar” que era já o subtítulo de Infinito pessoal e ao mesmo tempo um acentuar vivencial daquele sentimento da efemeridade de tudo que já marcava profundamente a melancolia elegante das fascinações que se exprimiam no cosmopolitismo visionário de Do tempo ao coração.”
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