Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
A Mulher que Amou o Faraó
Título: A Mulher que Amou o Faraó
Autor: Helena Trindade Lopes
Editora: Esfera dos Livros
Sinopse:
Quando Ísis, a velha cantora de Amon, abriu a porta da sua memória à neta Tity, estava longe de imaginar que iria entrar numa emocionante viagem ao encontro de si própria e da história recente do país dos faraós, o Egipto… Amenhotep IV, no ano cinco do seu reinado, decide abandonar Waset, terminar com o culto tradicional e fundar uma nova capital numa zona inóspita e desgastada pelos ventos, na margem leste do rio Nilo. Deu-lhe o nome de Akhetaton. O lugar da primeira vez. Era nesta nova cidade que sonhava escrever uma nova página da História do Egipto. Junto da sua mulher, a tão encantadora quanto perigosa Nefertiti, cuja beleza enfeitiçava os homens, e com o apoio do seu ajudante de campo, o confidente e fiel amigo Ahmés. Mas a intriga, a desconfiança e a traição instalam-se e o sonho cedo cai por terra, graças àqueles que lhe são mais próximos. Só uma pessoa permanece ao seu lado, a jovem Ísis, a cantora de voz doce, que tudo faz em nome de um grande amor. E cuja história de paixão e coragem é digna de ser contada durante muitas e muitas gerações.
Opinião:
Amante como sou de romances históricos, não hesitei quando chegou a oportunidade de descobrir mais sobre a apaixonante História egípcia.
Neste livro, a autora conta-nos parte da história da criação de Akhetaton pelo faraó Amenhotep IV, com a companhia da famosa rainha Nefertiti. Este período da cultura egípcia é interessante pela tentativa do faraó em entrar em ruptura com as crenças religiosas prévias, cultivando o culto a um só Deus. Tudo isto é recordado pelas recordações de Ísis, a cantora do faraó.
Apesar de as descrições de toda a cultura serem interessantes, fiquei a precisar de mais! Mais pormenores, maior exploração de todos os conhecimentos que a autora certamente tem. A história do livro concentra-se mais numa (ou duas) improváveis e intensas histórias de amor, entre personagens de estratos sociais distintos.
A autora constrói, também, um novo "fim" para a rainha Nefertiti, já que se desconhece o porquê do seu desaparecimento da História do Egipto a certa altura.
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Novidades Booksmile
Pippa Palito e Rafa Trivela – a dupla brutal da Academia ABC – estão de volta à escola e ao futebol. Ela continua magricela, e ele a tal força da natureza que o Prof. Zé, o treinador da equipa, tem alguma dificuldade em controlar.Desta vez, o terrível treinador da União Eléctrica, Zacarias, tem um plano maléfico para capacidades fantásticas de Pippa, e conseguir finalmente vencer a Academia ABC. A dupla tenta desenvencilhar-se do problema a tempo de mais um jogo decisivo.
Para tal conta com a ajuda de um novo companheiro de escola, Hugo, e um amigo de quatro patas.
Até ao fim a tensão não pára de aumentar.
As aulas estão a começar para a Pippa e Rafa, agora com um aliciante extra: mudança de escola. Ele gosta muito de futebol e desafia-a a experimentar ser a única miúda de uma equipa de rapazes. Vencida a oposição dos pais, Pippa, Palito para quase toda a gente, tem um trunfo que só ela e Rafa conhecem e que vai transformar a Academia ABC na equipa-sensação do campeonato.
Os problemas começam quando Rafa perde a noção de que o mais importante na escola é estudar, e não os golos espectaculares e as trivelas que lhe deram o nome.
E, para complicar, entra em acção um mal-humorado treinador da União Eléctrica.
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Passatempo "A Rainha dos Gelados"
Numa parceria recente com a ASA, temos para oferecer um livro que vem mesmo a calhar para o Verão. Temos um exemplar de "A Rainha dos Gelados" para oferecer!
Para se habilitarem a vencer, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas.
O passatempo decorrerá até dia 5 de Julho e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas com a ajuda de qualquer motor de busca!
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Passatempo
Quarta-feira, 29 de Junho de 2011
Novidades Porto Editora
Uma mulher aparece misteriosamente morta numa embarcação de recreio ao largo do arquipélago de Estocolmo. O seu corpo está seco, mas a autópsia revela que os pulmões estão cheios de água. No dia seguinte, Carl Palmcrona, diretor-geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa da Suécia, é encontrado enforcado em casa. O corpo parece flutuar ao som de uma enigmática música de violino que ecoa por todo o apartamento.Chamado ao local, o comissário da polícia Joona Lina sabe que na sua profissão não se pode deixar enganar pelas aparências e que um presumível suicídio não é razão suficiente para fechar o caso. Haverá possibilidade de estes dois casos estarem relacionados? O que poderia unir duas pessoas que aparentemente não se conheciam?
Longe de imaginar o que está por detrás destas mortes, Joona Lina mergulhará numa investigação que o conduzirá, através de uma vertiginosa sucessão de acontecimentos, a uma descoberta diabólica. Existem pactos que nem mesmo a morte pode quebrar…
No Inverno de 1976, em plena ditadura, Simón Cardoso é detido pelos militares argentinos e nunca mais volta a aparecer. Trinta anos depois, porém, a sua mulher, Emilia Dupuy, fica paralisada ao ouvir a sua voz num restaurante dos arredores de New Jersey. O mundo, que se desmoronara com a tragédia, recupera então a luz. Será possível reaver o tempo perdido?A partir deste inusitado encontro, Tomás Eloy Martínez enlaça a ansiedade de um amor perdido e recuperado com a reconstrução magistral da irrealidade criada pelo exílio – um exílio que ele próprio conheceu.
Aliando uma linguagem sóbria e uma história tão estranha quanto intensamente real, Purgatório ficará por ventura como a melhor obra de um autor já reconhecido como um clássico pela crítica internacional.
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Terça-feira, 28 de Junho de 2011
Novidade Gailivro - 1001 Mundos
Jezal dan Luthar, modelo de egoísmo, não tem em mente nada mais perigoso do que conquistar a glória no círculo de esgrima. Mas a guerra aproxima-se e, nos campos de batalha do Norte gélido, luta-se com regras mais sangrentas.Ao inquisidor Glokta, torturado convertido em torturador, nada agradaria mais do que ver Jezal regressar a casa num caixão. Mas também é verdade que o seu ódio será extensível a todos os que conhece. Extirpar a traição no coração da União, uma confissão de cada vez, não deixa um grande espaço para amizades e o mais recente rasto de cadáveres poderá conduzir directamente ao coração enfermo do Governo… se conseguir sobreviver durante tempo suficiente para o seguir…
Monica Vespucci usava um crachá que dizia "Os Vampiros também são Pessoas". Não era um início de noite prometedor. Tinha cabelo curto, habilmente cortado, e uma maquilhagem perfeita. O crachá devia ter-me alertado para o tipo de despedida de solteira que planeara. Há dias em que sou demasiado lenta a perceber as coisas. "Eu usava jeans negros, botas até ao joelho e uma blusa carmesim, de mangas compridas, para esconder a bainha da faca que trazia no pulso direito, e as cicatrizes no meu braço esquerdo. Deixara a minha arma na mala do carro, pois não achava que a despedida de solteira se pudesse descontrolar por aí além…"
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
Novidades Esfera dos Livros
Carlos e Nicole conheceram-se nas ruas de Paris. As tropas alemãs avançavam em passo forte e determinado, mas todos acreditavam que a capital francesa estava a salvo da loucura de Adolf Hitler. Enganavam-se. Em poucas semanas, as tropas nazis estavam às portas de Paris e milhares de refugiados procuravam salvação. Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra e do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz. Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes. Carlos fica em Lisboa, entre os negócios do pai e a doença da mãe. Nicole parte para Londres, uma cidade sob a ameaça de ser bombardeada pela aviação alemã. Participa no esforço de guerra da melhor forma que sabe, vestindo a farda de enfermeira. Na esperança de conseguir esquecer Carlos. Contudo no meio dos escombros da Segunda Guerra Mundial há um amor capaz de resistir a tudo.
Não há nada mais difícil do que revelar um segredo. Violeta Guerra sabia-o, por isso tinha-o guardado a sete chaves, com medo de ser julgada, de, ao dizê-lo, torná-lo real. Contudo estava longe de imaginar que, ao abrir as portas do seu coração às suas duas melhores amigas, a sua vida iria sofrer uma tamanha transformação. Mas a vida é realmente uma caixa de surpresas. Depois de perder o emprego e de se libertar de uma relação amorosa sem futuro, Violeta, aos 33 anos, está pronta para enfrentar a vida tal como ela é, com as suas alegrias, tristezas, perdas, obstáculos e vitórias. Para isso, conta com a ajuda de Rita, a eterna solteirona, que faz da vida uma festa e não pretende ficar refém do amor, e de Inês, casada, mãe de duas filhas, que não se deixa levar nem pela morte nem pela doença que abala a sua família. Amigas sempre presentes, para dar a mão ou puxar por ela quando precisamos de coragem. Juntas estão dispostas a tudo para serem felizes e encontrarem o amor. 
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Domingo, 26 de Junho de 2011
Novidades Esfera do Caos
A PAIXÃO PELA TERRA, O GRITO CONTRA A INJUSTIÇA, A DENÚNCIA DA IGNORÂNCIA, A FORÇA DE LUTAR, O HORROR DA GUERRA, HISTÓRIAS DE VIDA… TUDO ISTO REUNIDO EM LIVRO, SERÁ POESIA?Neste livro convivem conversas a uma só voz com histórias de vida ficcionadas, que podem chocar alguns leitores pela verosimilhança com situações reais e com interioridades profundas. Escrevendo com alma e convicção, o autor provoca a interacção com o leitor, prendendo-lhe a atenção e estimulando-o para novas emoções em cada poema.
Este livro remete para um mundo progressivamente globalizado, também nas suas representações literárias, e para os principais desafios ambientais que hoje devemos enfrentar, como as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, ou a crescente urbanização do planeta.Depois de abordar o papel da imaginação ambiental na construção dos textos literários, um elenco de académicos internacionais, com filiação nas artes, ciências e humanidades, convoca o ecocriticismo — uma prática disciplinar que estabelece pontes entre a literatura e o ambiente, buscando exemplos na criação universal, desde a tradicional oral à ficção científica — como quadro de referência para desbravar as obras literárias de alguns dos mais prestigiados escritores portugueses do século XXI: Álvaro Magalhães, Gonçalo M. Tavares, Joana Bértholo, Rui Cardoso Martins, Mário de Carvalho e valter hugo mãe. A meio da jornada somos interpelados por imagens que afirmam nunca ter sido preciso falar de verde.
Segundo Aristóteles, a poesia amarra o homem ao domínio dos sentidos e das paixões, porque, assim o dizia o filósofo grego, a poesia lírica tem um conteúdo subjectivo: “a alma agitada pelos sentimentos”.Luís Ferreira extravasa os seus sentimentos através da poesia, utilizando a palavra com uma mestria única, amarrando o leitor aos versos, agitando todos os sentidos. Os seus poemas absorvem o calor e o fogo das palavras e transportam-nos para um dos maiores ícones da poesia: o amor. Se o céu tiver degraus, se existirem patamares onde a reflexão pessoal se torna imperiosa, talvez num sétimo céu habite o mistério insondável da poesia.
A estratégia e o poder militar face ao novo paradigma da resolução dos conflitos.Tomando como referência as doutrinas vigentes e a polémica intervenção militar, de cariz internacional, no conflito que opôs sérvios e albaneses no Kosovo, o autor reflecte sobre o papel actual e as condições de eficácia do instrumento militar. Se no passado o poder militar servia para materializar conquistas ou defender a integridade territorial, hoje em dia, e no que se refere à vigilância exercida pela comunidade internacional, a força das armas aplica-se, fundamentalmente, à resolução de conflitos. O emprego da força militar sofreu, portanto, uma profunda mudança em relação à sua utilização tradicional. Neste contexto, a análise do autor e as suas propostas permitem construir um quadro coerente e completo para a compreensão dos novos desafios que o pensamento estratégico e o instrumento militar devem enfrentar.
Da migração de células malignas à migração de cientistas portugueses, passando pelas migrações nos céus e no meio marinho e por aquelas que os Homens fizeram na Pré-História, assim como pela migração dos sons para as palavras: eis o que este livro tem para nos oferecer.Muitas das preocupações dos cientistas sociais com migrações têm a ver com a realidade dos imigrantes. Em contrapartida, as migrações que o leitor vai encontrar neste livro são outras, vindas de outros ramos da Ciência: de aves e dos homens que as seguem, de peixes, de genes que foram ou ficaram, de sons, de células malignas, procurando perceber a neurociência do próprio movimento, concluindo com uma mesa redonda sobre as motivações de cientistas portugueses que em várias gerações tomaram a decisão de migrar de dentro para fora e de fora para dentro de Portugal, não esquecendo aqueles que, por alguma razão, não partiram. Como em todos os outros Cursos de Verão de Cascais sobre Ciência, os autores deixam-nos sobretudo com a mensagem de como o saber enriquece e responsabiliza.
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Sábado, 25 de Junho de 2011
Vingança em Sevilha
Título: Vingança em Sevilha
Autora: Matilde Asensi
Editora: Planeta
Sinopse:
Catalina Solís usando o charme e a astúcia levará a cabo a sua grande vingança, numa das cidades mais ricas e importantes do mundo, a Sevilha do século XVII. Cumprirá desse modo o juramento feito ao pai adoptivo, de acabar com os Curvo, donos de uma fortuna sem igual, conseguida com a prata roubada nas Américas. A sua dupla identidade - como Catalina e como Martín Olho de Prata - e uma enorme astúcia permitir-lhe-ão desenhar uma vingança sem precedentes, baseada no engano, sedução, força, surpresa, duelo, medicina e intriga. Nesta arriscada aventura, conta com a companhia de amigos e de uns malandrins com um forte instinto de sobrevivência, dispostos a dar a vida por esta lendária personagem tão extraordinária. Matilde Asensi escreveu o grande romance de Sevilha, com base numa ampla e rigorosa investigação e um trabalho que evoca as vozes de tempos de aventura, de um mundo dominado pelas aparências, pela corrupção e leis do sangue. Tempo de grandes riquezas e de grande miséria, quando Espanha era o centro do mundo. Um romance de acção trepidante, que mantém vivo o interesse do leitor, com descobertas e surpresas em cada página.
Opinião:
Tinha vontade de ler aventura e foi este "Vingança em Sevilha" a primeira coisa a que consegui deitar a mão. Começar e ler este livro foi estranho. Tinha a sensação de estar a entrar a meio da história, embora não tenha sentido falta de factos para me enquadrar. Essa sensação foi desaparecendo a pouco e pouco à medida que a nossa heroína avança na sua missão e consegue, brilhantemente, executar a sua vingança de forma deveras inteligente sem deixar de ter os seus (deliciosos) requintes de malvadez! Confirmou-se a minha suspeita quase no final do livro, quando o tradutor faz, em nota de rodapé, alusão a uma obra precedente da mesma autora que terá originado este livro. Qual não é a minha surpresa quando, para mal dos meus pecados, percebo que, também este livro, não tem em si um final, ficando o final em aberto aguardando claramente um novo volume! É o pesadelo de qualquer leitor! Ser apanhada no meio de uma história, sem saber detalhes do seu início e sem a satisfação de assistir ao seu final...
Tinha vontade de ler aventura e foi este "Vingança em Sevilha" a primeira coisa a que consegui deitar a mão. Começar e ler este livro foi estranho. Tinha a sensação de estar a entrar a meio da história, embora não tenha sentido falta de factos para me enquadrar. Essa sensação foi desaparecendo a pouco e pouco à medida que a nossa heroína avança na sua missão e consegue, brilhantemente, executar a sua vingança de forma deveras inteligente sem deixar de ter os seus (deliciosos) requintes de malvadez! Confirmou-se a minha suspeita quase no final do livro, quando o tradutor faz, em nota de rodapé, alusão a uma obra precedente da mesma autora que terá originado este livro. Qual não é a minha surpresa quando, para mal dos meus pecados, percebo que, também este livro, não tem em si um final, ficando o final em aberto aguardando claramente um novo volume! É o pesadelo de qualquer leitor! Ser apanhada no meio de uma história, sem saber detalhes do seu início e sem a satisfação de assistir ao seu final...
No entanto, gostei do livro. Não deixa de ser, em si, um livro de entretenimento e leitura rápida, com pormenores sobre Sevilha e a época que retrata que mito me agradaram. Gostaria de ter oportunidade de ler os restantes livros desta série mas, não estando o primeiro sequer publicada por terras lusas, antevejo que este desejo venha a ser frustrado.
Pode ser uma boa companhia, como foi para mim, no entanto deixará os leitores menos flexíveis um pouco desorientados...
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Romance Histórico
Passatempo "Bruxa e Detetive"
Depois de "Uma Bruxa em Apuros", eis que chega o segundo volume desta saga de Kim Harrison e nós, juntamente com a Saída de Emergência, temos dois exemplares de "Bruxa e Detetive" para oferecer!
Para se habilitarem a vencer, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas.
O passatempo decorrerá até dia 1 de Julho e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas no excerto do livro!
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Saída de Emergência
Sexta-feira, 24 de Junho de 2011
Novidade Clube do Autor
Lexi e Clare são as melhores amigas. Cresceram juntas na pequena ilha de Nantucket, onde partilharam as habituais brincadeiras de criança, as primeiras paixões da adolescência e os seus segredos e desejos mais íntimos. Muito do tempo de ambas era passado no seu esconderijo secreto: a praia das Conchas-Lua, um lugar mágico, onde o futuro parecia cheio de promessas. Tal como o refluxo das marés, a amizade das duas oscila entre os desejos de uma e as ambições de outra. Até que, aos dezanove anos, Lexi deixa a ilha, optando por uma vida de luxo, longe de tudo e de todos, e Clare permanece no lugar onde sempre viveu. Dez anos depois, Lexi farta-se de uma existência vazia e regressa à ilha, determinada em reconciliar-se com os pais, Clare e, acima de tudo consigo própria. Dez anos de ausência têm o seu peso e a reunião das amigas não é fácil, apesar de tudo o que viveram juntas. Lexi interroga-se então se a felicidade e a união que outrora haviam partilhado na praia das Conchas-Lua serão tão fugazes como o tempo e a maré…
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Novidades Editorial Presença
Quatro contos, quatro figuras de mulher: o amor como ressaibo de frustração, como descobrimento e expectativa, como recíproco ludíbrio, finalmente como destino. Quatro miniaturas em subtil contraste com o largo painel de Um Amor Feliz. Mas também quatro trechos de música de câmara executados pelo autor de Música de Cama.
Enquanto a Europa permanecia adormecida no seu longo sono medieval, limitada a uma literacia rudimentar, a cultura islâmica florescia nos domínios da matemática, da filosofia, da astronomia. Sedentos de novos conhecimentos, alguns académicos cristãos viajaram para oriente e regressaram à Europa com tesouros de sabedoria que viriam transformar a ciência europeia e lançar os alicerces do Renascimento. Uma obra bem fundamentada, que recria com brilhantismo a época em que a Europa bebeu da fonte do conhecimento muçulmano.
Algumas pessoas parecem naturalmente dotadas para a arte de bem viver. São felizes e têm uma vida harmoniosa. Mas que segredo é esse que as distingue da maioria de nós? Elas conhecem as Regras da Vida - um conjunto de princípios condutores simples, baseados no mais puro bom senso, que englobam os níveis pessoal, familiar e social e que o leitor pode ficar a conhecer nas páginas desta obra bem-humorada e profundamente inspiradora.
Pouco antes da fundação do Estado de Israel, em 1948, Hind Husseini, uma jovem palestiniana, encontra um grupo de cerca de cinquenta crianças abandonadas. Responsabiliza-se por elas e funda um orfanato para crianças palestinianas, Dar El-Tifel. Miral, a protagonista desta obra, foi uma das muitas crianças que ao longo dos anos receberam a protecção e o afecto de Hind e da sua instituição. Aos dezassete anos, confrontada com a realidade angustiante do seu povo, entrega-se à causa política e tem de escolher entre pegar em armas para lutar pelo futuro da Palestina ou, como Hind, dedicar-se à educação como único caminho possível para a paz.
Este grupo de amigos, a Laura, a Jemma, o Jon, a Sumitha e a Chelsea são adolescentes que lutam por ter uma vida social própria e adoram divertir-se. Mas por vezes a sua vida torna-se bastante complicada, principalmente quando os pais continuam a tratá-los como crianças e criam situações muito embaraçosas para eles, até mesmo em público!
Cada rapaz transporta dentro de si um mistério, um enigma por decifrar, e essa é uma das razões que os tornam tão encantadoramente irresistíveis.Sentimos uma vontade imensa de desvendar o segredo que paira à sua volta, mas, por vezes, parece tão difícil chegar até eles! É claro que os rapazes não são todos iguais: há o desportista, o vaidoso, o marrão, o engraçadinho e o… quebra-corações!! Mas a verdade é que todos eles, num momento ou noutro, se sentem inseguros e, até mesmo, com pavor das raparigas, principalmente quando se apaixonam por elas…

Um manuscrito contendo uma saga sobre um anel com um terrível poder está na posse de uma família há quase oitocentos anos. Este manuscrito terá servido de inspiração a Tolkien para escrever O Senhor dos Anéis, e só este facto já seria suficiente para que muitas pessoas se sentissem tentadas a tudo para o obterem. Mas também seriam capazes de matar? Um thriller repleto de ritmo e surpresas que constituirá uma leitura indispensável para os apreciadores de suspense.
Esta obra apresenta, com rigor científico mas numa linguagem simples, o estado do conhecimento actual sobre a Vida no Universo e o caminho que nos poderá levar um dia a descobrir Vida extraterrestre. Salpicada com episódios de ficção científica, esta obra é simultaneamente didáctica, divertida e indutora à reflexão sobre a natureza humana, o cérebro e a consciência, a sociedade planetária que construímos e a existência de Deus.
Último Homem na Torre é o novo romance de Aravind Adiga, autor de O Tigre Branco, o celebrado Booker Prize de 2008. A acção passa-se em Mumbai (Bombaim), uma imensa metrópole onde coexistem mundos de pobreza e privação, uma gananciosa e empreendedora camada de novos-ricos e uma pequena burguesia orgulhosa das suas tradições… Quando o empresário e construtor civil Dharmen Shah entra em cena na comunidade dos moradores das Torres A e B, da Cooperativa de Habitação Vishram, vem perturbar os laços de convivência entre todos, colocando-os em situações limite. Nesta galeria de tipos humanos, que seduz pela sua diversidade e riqueza, reflecte-se a própria cidade, afinal a grande protagonista deste romance.
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
Novidades Casa das Letras para Julho
Nas livrarias a 11 de Julho
Livro finalista do Pulitzer.
Nas livrarias 18 de Julho
Nas livrarias a 18 de Julho
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A História Mais Bela do Mundo
Título: A História Mais Bela do Mundo
Autor: Rudyard Kipling
Editora: Publicações Europa-América
Sinopse:
Por vezes restringida ao Livro da Selva e a contos humorísticos que escrevia para os filhos, a obra de Rudyard Kipling, autor galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1907, é em grande medida desconhecida. Em particular, o considerável corpus de contos e romances nos quais o seu espírito curioso, fazendo jus ao humor inglês, é certeiro.
N’ A História Mais Bela do Mundo, Kipling leva a crer que a inspiração surge dos detalhes mais prosaicos que só o artista pode transcender, que só várias coincidências e contingências dão azo a uma obra de arte e que a arte sublima o real e o maravilhoso ombreia com a ciência.
N’ A História Mais Bela do Mundo, Kipling leva a crer que a inspiração surge dos detalhes mais prosaicos que só o artista pode transcender, que só várias coincidências e contingências dão azo a uma obra de arte e que a arte sublima o real e o maravilhoso ombreia com a ciência.
Opinião:
Sendo um dos mais versáteis escritores ingleses, Kipling costuma ser esquecido ou recordado apenas pelo "Livro da Selva". Assim sendo, este livro com dois contos do autor, é uma excelente forma de conhecer um pouco mais a sua obra, de forma ligeira e algo divertida.
Os contos que compõem este livro são "A Mais Bela História do Mundo" e "Ao Sabor das Ondas". Há vários pontos em comum entre ambos. Kipling escreve de forma sonhadora e confere os mesmos traços pensativos aos seus protagonistas/narradores. Nos dois contos, só a chegada ao final nos permite apreciar o verdadeiro âmago das ideias do autor, deixando várias eternas questões metafísicas pendentes.
É curiosa a interacção entre as banalidades do dia-a-dia com essas tais questões mais esotéricas, que me custa não expor aqui, mas não quero estragar a surpresa!
Uma pequena janela para a obra de um Prémio Nobel do início do século XX, que deixa vontade de escancarar a porta para os restantes escritos...
Sendo um dos mais versáteis escritores ingleses, Kipling costuma ser esquecido ou recordado apenas pelo "Livro da Selva". Assim sendo, este livro com dois contos do autor, é uma excelente forma de conhecer um pouco mais a sua obra, de forma ligeira e algo divertida.
Os contos que compõem este livro são "A Mais Bela História do Mundo" e "Ao Sabor das Ondas". Há vários pontos em comum entre ambos. Kipling escreve de forma sonhadora e confere os mesmos traços pensativos aos seus protagonistas/narradores. Nos dois contos, só a chegada ao final nos permite apreciar o verdadeiro âmago das ideias do autor, deixando várias eternas questões metafísicas pendentes.
É curiosa a interacção entre as banalidades do dia-a-dia com essas tais questões mais esotéricas, que me custa não expor aqui, mas não quero estragar a surpresa!
Uma pequena janela para a obra de um Prémio Nobel do início do século XX, que deixa vontade de escancarar a porta para os restantes escritos...
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
Passatempo "Conspiração 365 - Maio"
Esta série que se tem revelado um enorme sucesso será hoje alvo de um passatempo aqui no vosso blogue. Temos um exemplar de "Conspiração 365 - Maio" para oferecer, gentilmente cedido pela Contraponto!
Para se habilitarem a vencer, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas.
O passatempo decorrerá até dia 28 de Junho e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas no blogue da série!
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Contraponto,
Passatempo
Novidades Dom Quixote para Julho
Nas livrarias a 18 de Julho
Da vasta obra que o autor nos deixou, foram escolhidos quarenta e dois contos, divididos em três partes: Contos mundanos, amorosos, eróticos e galantes; Contos inquietantes, de horror e de mistério; Contos exemplares.
Nas livrarias a 18 de Julho
Prefácio de Lídia Jorge.
Nas livrarias a 18 de Julho
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Dom Quixote
Terça-feira, 21 de Junho de 2011
Lisboa em Pessoa
Título: Lisboa em Pessoa
Autor: João Correia Filho
Editora: Livros d'Hoje
Sinopse:
Certo dia, um jornalista apaixonado por literatura conheceu um roteiro para desvendar Lisboa, criado pelo poeta Fernando Pessoa, o qual foi publicado com o título Lisboa: o que o turista deve ver. Desse encontro nasceu a inspiração para que João Correia Filho refizesse o percurso proposto pelo poeta e transformasse a sua aventura neste guia: Lisboa em Pessoa - guia turístico e literário da capital portuguesa.
Além dos lugares citados pelo poeta, o autor incluiu outros locais imperdíveis para quem deseja explorar a cidade e mais três itinerários extras: um baseado na vida e na obra de Eça de Queiroz, uma visita a Sintra e um roteiro pelas livrarias e pelos cafés mais charmosos de Lisboa. Para completar, criou um guia de sobrevivência para facilitar a vida dos viajantes ao longo das suas aventuras lisboetas.
Além dos poemas de Fernando Pessoa, incluiu também trechos da obra de outros escritores portugueses, como José Saramago, Inês Pedrosa e Luís de Camões, que ajudaram o jornalista a ir mais fundo na alma lusitana. Mais do que um guia, Lisboa em Pessoa é também um relato fascinante, recheado de belas imagens, e vai conquistar aqueles que, como o autor, têm a viagem como uma das suas grandes paixões. E na literatura, a sua maior inspiração.
Opinião:
Um guia sobre uma cidade, aquela que é para muitos portugueses a única verdadeira cidade - Lisboa. Um guia que se baseia numa obra semelhante escrita por um dos nossos maiores autores - Fernando Pessoa. Mas não foi isto o que me levou à exploração deste guia. Tendo vivido nessa mesma cidade durante 7 anos, e sendo uma sua regular caminhante, orgulho-me de guardar na memória imagens, sons e cheiros que em nenhum guia se poderão encontrar. Foi quase em tom de desafio que peguei nesta obra, procurando novos ângulos para uma cidade que conheço relativamente bem e esperando não encontrar nela o que de Lisboa tenho como meu. Concedo que, no final, nos encontramos empatados.
É diferente reviver paisagens e locais marcadamente turísticos com o sopro de um poema, ou o trecho de uma obra, escritos por autores que viveram a cidade. Não parece tão banal a Torre de Belém e até os pastéis com o mesmo nome ganham um travo de nova beleza. Tenho que me vergar perante o resultado final. Num livro que aparente ser um guia, o autor conseguiu esconder momentos de puro didactismo entre outros de humor velado e recantos que passam despercebidos, muitos vezes apresentados por uma imagem húmida e uma frase bem escolhida.
Não parece que este seja um guia. Será mais um livro para manter por perto, para ler salteado, forçando-nos a levantar e ir ver com os nossos próprios olhos o que de Lisboa nos passa ao lado a cada novo dia de trabalho. Vivamos para conhecer!
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Viagens
Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
Novidades Bertrand
A rivalidade entre a China e os Estados Unidos terá originado uma nova “guerra fria”? O que virá a seguir?
De modo directo e inquietante, François Lenglet descreve as etapas de um confronto iniciado há quarenta anos no segredo das chancelarias e localiza os diversos terrenos onde os dois gigantes de hoje se desafiam – do espaço às profundezas do mar, de Wall Street a Hong Kong.Depois de Al-Gharb 1146, Alberto Xavier traz-nos em ‘O Escandinavo Deslumbrado’ uma sátira de costumes onde predomina o absurdo, a ironia e a excentricidade.
Uma série de nove contos que se desenrola de forma dialogada e cuja característica comum é serem “contra-sensos”, no sentido de “nonsense” típico do humor inglês, em que sobressai a paródia, a brincadeira, o absurdo feito figura na mundanidade do salão ou na privacidade da sala onde se costuram intenções, se desfilam caprichos e bizarrias, vícios e excentricidades.
Certeiro nesta arte do contra-senso, denunciando ambições, vaidades, petulâncias, desprezos, Alberto Xavier comete assim a ousadia de criar um novo género literário, disciplina de humanidades.
De modo directo e inquietante, François Lenglet descreve as etapas de um confronto iniciado há quarenta anos no segredo das chancelarias e localiza os diversos terrenos onde os dois gigantes de hoje se desafiam – do espaço às profundezas do mar, de Wall Street a Hong Kong.Depois de Al-Gharb 1146, Alberto Xavier traz-nos em ‘O Escandinavo Deslumbrado’ uma sátira de costumes onde predomina o absurdo, a ironia e a excentricidade.
Uma série de nove contos que se desenrola de forma dialogada e cuja característica comum é serem “contra-sensos”, no sentido de “nonsense” típico do humor inglês, em que sobressai a paródia, a brincadeira, o absurdo feito figura na mundanidade do salão ou na privacidade da sala onde se costuram intenções, se desfilam caprichos e bizarrias, vícios e excentricidades.
Certeiro nesta arte do contra-senso, denunciando ambições, vaidades, petulâncias, desprezos, Alberto Xavier comete assim a ousadia de criar um novo género literário, disciplina de humanidades.
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Domingo, 19 de Junho de 2011
Novidades Cavalo de Ferro
Como se envelhece numa sociedade fundada sobre o mito da eterna juventude? E como envelhecem as mulheres na era da cirurgia plástica, dos cremes anti-idade e dos liftings? Pela primeira vez na história das sociedades humanas, a apodada terceira idade tornou-se igualmente numa idade de projectos, de compromissos, de paixões, de arrebatamento, de futuro. E, no entanto, esta nova liberdade gera novas formas de desorientação e de insegurança, novos medos desconhecidos das gerações precedentes. É como se, de repente, às mulheres fosse impedido envelhecer, numa sociedade onde o velho apenas é aceite se sabe vestir a pele do jovem.
No jardim Zoológico de Berlim, dentro de um expositor de vidro, estão exibidos todos os objectos encontrados no interior do estômago de Roland, a Morsa (que morreu em 1961). É com este catálogo insólito que Dubravka Ugrešić inicia o seu livro: também ele um mosaico de fragmentos narrativos, recordações e reflexões, descritos pela protagonista, uma quinquagenária croata exilada em Berlim. Fala-se de fotografias antigas, de cartas de tarot, de histórias de família, de amor (com passagem por Lisboa), de guerra e de exílio; pedaços de um puzzle que comporá, numa única imagem final, o retrato da cultura e identidade europeias. O Museu da Rendição Incondicional foi recebido pela crítica internacional como uma obra universal e um dos mais importantes romances contemporâneos europeus das últimas décadas.
Um grupo de membros de uma misteriosa Ordem participa numa viagem única, cujo fim não é alcançar um destino geográfico mas uma outra dimensão da realidade. Trata-se, afinal, de uma viagem iniciática e de autoconhecimento, em que os seus participantes vão ser testados, sem o saberem, quanto à sua fidelidade, crença, amor fraterno, e sobretudo quanto à sua fé na Ordem a que pertencem. São adeptos e irmãos nesta Ordem (que, mais do que religiosa se pressente espiritual) muitos personagens do domínio da História, das artes e dos próprios escritos de Hesse, como o pintor Paul Klee, Alberto Magno, o pintor Klingsor, o poeta Lauscher ou o barqueiro Vasudeva, bem como o próprio Hermann Hesse, que é protagonista nesta viagem em concreto. Todos eles participaram outrora nesta singular viagem, pertencente a um incessante movimento que desde sempre percorre os tempos, e em cujas fileiras todos os grandes nomes podem, a certo momento, encontrar-se. No entanto, este é apenas o primeiro de muitos segredos que o leitor destas páginas irá descobrir. Escrito como uma fábula e com um desfecho inesperado e surpreendente, este livro encoraja o leitor a desconfiar da realidade visível, que pode levar a um quotidiano cinzento e a impor uma visão altaneira e preconceituosa sobre o mundo, propondo-lhe, ao invés, e através de um nomadismo radical e interior, uma viagem perpétua em busca da autenticidade, da pureza do espírito e da união com o todo universal. Um livro encantador e pleno de simbolismo, sempre redescoberto por novas gerações de leitores.
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