Domingo, 31 de Outubro de 2010
Novidades Bertrand para Novembro
Em 1568, nos vales e montes das Alpujarras, ouve-se o grito da rebelião: fartos de injustiças, saques e humilhações, os mouriscos enfrentam os cristãos e iniciam uma luta desigual que só poderia terminar com a sua derrota e consequente dispersão por todo o reino de Castela. Entre os sublevados encontra-se o jovem Hernando. Filho de uma mourisca e do sacerdote que a violou, é repudiado pelos seus, devido à sua origem, e pelos cristãos, por força da cultura e dos costumes da sua família. Durante a insurreição conhece a brutalidade e crueldade de uns e de outros, mas também encontra o amor na figura da corajosa Fátima dos grandes olhos negros. Depois da derrota, obrigado a viver em Córdova e face às dificuldades da vida quotidiana, todas as suas forças se concentrarão em conseguir que a sua cultura e religião, as dos vencidos, recuperem a dignidade e o papel que merecem. Mas para isso deverá correr riscos… Os leitores de A Catedral do Mar encontrarão neste segundo romance do autor os mesmos ingredientes que conduziram ao enorme sucesso do primeiro: o rigor histórico, que se entrecruza com um apaixonado relato de amor e ódio, de ilusões perdidas e esperanças que conferem sentido à vida e a lançam pelos caminhos da aventura. Deste modo, Falcones constrói um romance grandioso, que pretende reflectir a tragédia do povo mourisco numa altura em que se celebra o quarto centenário da sua expulsão de Espanha, mas que relata também uma vida singular, a de um homem fronteiriço e apaixonado que nunca se resignou à derrota e que lutou pela convivência entre os povos.Veio revolucionar a cozinha e a forma de cozinhar e veio para ficar! A Bimby, também conhecida por “a cozinha mais pequena do mundo”, celebra o seu 40º aniversário mas mostra-se mais em forma do que nunca. Esta pequena máquina que faz grandes maravilhas celebra 40 anos e a Bertrand Editora e a Vorwerk Portugal assinalam a data lançando um livro com inúmeras receitas Bimby para saborear com a família e amigos ou, porque não, num momento de pura degustação home alone. Mas este não é só mais um livro de receitas. Nele encontra a história da Bimby, alguns dados que muitos desconhecem, receitas temáticas e testemunhos de verdadeiros bimbólicos. Um livro que faz as delícias de quem já não vive sem a Bimby e que vai convencer quem ainda não a tem. Pois não é por acaso que a cada minuto é vendida uma Bimby em algum canto do mundo.Face à perspectiva de ter de explicar ao filho por que razão comemos uns animais e não outros, Johnathan Safran Foer, um dos mais originais e brilhantes jovens autores de língua inglesa da actualidade, dispôs-se a explorar as origens de muitas tradições alimentares e as ficções que ajudaram a criá-las… Um debate sobre o vegetarianismo. Best-seller nos EUA e Reino Unido.«A autora da popular série Diários da Princesa salta agora para o carro dos vampiros» Booklist Meg Cabot, número 1 do New York Times, com mais de 15 milhões de livros vendidos, é considerada «A mestre do seu género» (Publishers Weekly).
A Insaciável é a versão moderna e divertida do Drácula.Em catorze entrevistas, realizadas entre Janeiro de 2001 e Março de 2008, Arundhati Roy analisa a natureza do Estado e do poder corporativo que durante esse período emergiu e a forma que os ganharam. Ao debruçar-se sobre alguns movimentos de resistência momentos específicos – as populações deslocadas devido à construção de barragens e à industrialização desmedida, o genocídio em Gujarat, os rebeldes maoistas, a guerra em Caxemira e a Guerra ao Terror – Arundhati levanta questões fundamentais sobre a democracia, a justiça e o protesto não-violento, enquanto reflecte sobre a necessidade de tomar uma posição e o dilema de preservar um espaço privado para a escrita num mundo que pede uma intervenção urgente. O Perfil do Monstro é o mundo actual exposto com coragem, paixão e eloquência por uma das mentes que com mais determinação se empenhou em compreender as constantes mudanças que aí ocorrem, antecipando muitas vezes o modo como o futuro acabaria por se desenrolar.O livro mais vendido do ano em Portugal. Mais de 5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Ao revelar um mundo de mistérios antigos, sociedades secretas e uma História impressionante, a Edição Especial Ilustrada desvenda toda uma nova dimensão de intriga e fascínio.
Com mais de cem imagens a cores, é um complemento essencial ao originalDanielle Steel, a autora mais lida do mundo, com 580 milhões de exemplares vendidos, acredita em finais felizes. No regresso da sua viagem de noivado, Edwina passa de uma jovem e feliz noiva a órfã com os cinco irmãos mais novos a seu cargo. Poderá ela voltar a amar e ser feliz?
A Insaciável é a versão moderna e divertida do Drácula.Em catorze entrevistas, realizadas entre Janeiro de 2001 e Março de 2008, Arundhati Roy analisa a natureza do Estado e do poder corporativo que durante esse período emergiu e a forma que os ganharam. Ao debruçar-se sobre alguns movimentos de resistência momentos específicos – as populações deslocadas devido à construção de barragens e à industrialização desmedida, o genocídio em Gujarat, os rebeldes maoistas, a guerra em Caxemira e a Guerra ao Terror – Arundhati levanta questões fundamentais sobre a democracia, a justiça e o protesto não-violento, enquanto reflecte sobre a necessidade de tomar uma posição e o dilema de preservar um espaço privado para a escrita num mundo que pede uma intervenção urgente. O Perfil do Monstro é o mundo actual exposto com coragem, paixão e eloquência por uma das mentes que com mais determinação se empenhou em compreender as constantes mudanças que aí ocorrem, antecipando muitas vezes o modo como o futuro acabaria por se desenrolar.O livro mais vendido do ano em Portugal. Mais de 5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Ao revelar um mundo de mistérios antigos, sociedades secretas e uma História impressionante, a Edição Especial Ilustrada desvenda toda uma nova dimensão de intriga e fascínio.
Com mais de cem imagens a cores, é um complemento essencial ao originalDanielle Steel, a autora mais lida do mundo, com 580 milhões de exemplares vendidos, acredita em finais felizes. No regresso da sua viagem de noivado, Edwina passa de uma jovem e feliz noiva a órfã com os cinco irmãos mais novos a seu cargo. Poderá ela voltar a amar e ser feliz?
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Vencedores do Passatempo "Não há Problema... Mesmo que o seu Filho Coma este Livro"
Mais de duzentas participações de seguidores preocupados com os pequenos problemas que podem afectar as crianças! Temos apenas dois exemplares para oferecer, que vão chegar às casas de:
André Malhão - Lisboa
Maria José Feliciano - Benfica
Muitos parabéns aos vencedores! Muito obrigado a todos os que participaram e, enquanto não conseguirem um exemplar, o melhor é mesmo continuar a recorrer às urgências!
Boas leituras!
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A Contradição Humana
Título: A Contradição Humana
Autor: Afonso Cruz
Editora: Caminho
Sinopse:
"Depois de me deparar com estas coisas que desafiam a lógica de todo o UNIVERSO CONHECIDO, comecei a observar algo mais curioso ainda. Dentro das pessoas (e isso inclui os vizinhos) habitam as maiores contradições."
Depois de ter recebido o prémio Maria Rosa Colaço 2009 para Literatura Juvenil com Os Livros Que Devoraram o Meu Pai, também publicado pela Caminho, Afonso Cruz traz-nos as observações de uma criança atenta ao mundo, às suas contradições e opostos, combinando ironia e argúcia com um talento narrativo que passa igualmente pela sua ilustração.
Opinião:
Há primeira vista, temos um divertido livro infantil, que se pode ler para qualquer criança com menos de cinco anos e sem televisão por cabo. Uma criança perspicaz apercebe-se das contradições do mundo e descreve-as com uma ironia inocente.
E se tivermos em consideração que Afonso Cruz desenhou cada ilustração e cada letra, que coloriu os desenhos e pintou com palavras, apercebemo-nos que "A Contradição Humana" é mais um objecto de arte do que um objecto de literatura. Agradável e intrigante para os olhos, tanto nas ilustrações como nas escolhas e alterações do tipo e tamanho de letra, interessante e humorístico no texto, é impossível não se sentir orgulho de colocá-lo na estante.
Um quadro em formato de livro, ou um livro para emoldurar...
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Sábado, 30 de Outubro de 2010
Passatempo "A Casa Amarela"
Em colaboração com a Bizâncio, damos hoje inicio a mais um passatempo. Temos para oferecer 3 exemplares de "A Casa Amarela", um livro que conta a convivência difícil entre dois génios da pintura. Para se habilitarem a receber em casa um exemplar deste livro, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas.
Para se habilitarem a receber este livro em casa, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas, aguardando depois pelo dia do resultado!
O passatempo decorrerá até dia 5 de Novembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas facilmente aqui.
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Novidades Porto Editora
Nas bancas a 11 e 8 de Novembro, respectivamente.
Apenas um pequeno grupo de iluminados conhece o inquietante mistério associado à Lança do Destino que, em silêncio, atravessa séculos e milénios. As cidades de Istambul, Argel e Salónica do século XVI são o exótico cenário da luta entre o Bem e o Mal, onde nasce uma terrível profecia que ameaça o futuro da Humanidade.A Profecia de Istambul é um empolgante romance que traz à cena os prodigiosos seres que transformaram a bacia do Mediterrâneo num fervente caldeirão cultural durante o Século de Ouro.
Num tempo em que mudar de religião pode significar a ascensão social ou a fogueira da Inquisição, muitos são os homens e as mulheres permanentemente confrontados com as mais duras penas, e com a sua própria consciência, para que tomem a decisão das suas vidas.
Pelo meio de corsários, cativos, renegados, conquistadores e judeus fugidos dos estados ibéricos, entre um inviolável pacto e um perturbante mistério, emerge uma fascinante história de amor, que irá colocar à prova os valores mais profundos de um ser humano.«Tá, diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e Tá respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra ‘amanhã’ plena de sentido.»
Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana.
Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.
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Porto Editora
Feliz Insucesso (precedido de Cocorocó)
Título: Feliz Insucesso (precedido de Cocorocó)
Autor: Herman Melville
Editora: Europa-América
Sinopse:
Herman Melville, sem dúvida o maior romancista americano do século XIX, não foi somente o autor de Moby Dick mas também de um grande número de obras-primas de vários géneros. Nestas breves prosas, Melville resumiu a profundidade e a refinada imaginação das suas obras maiores: os dois contos — publicados em revistas em meados de 1850, num dos períodos mais criativos de Melville — revelam um autor ora realista, que se deleita na sordidez e nos detalhes da América do seu tempo, ora fulgurante, forçando a escrita até ao delírio. Sob os sainetes de Melville, revela-se incessantemente um caleidoscópico conhecimento enciclopédico, que invoca vários aspectos da tradição, impregnados na acidez corrosiva do mundo moderno. Mistura explosiva de géneros que assenta na improvável transfiguração do real quotidiano, os contos oscilam ora entre a alegria e a resignação ora entre a salvação e o fracasso.
Opinião:
De cada vez que tenho oportunidade de conhecer mais um dos muitos autores já consagrados por obras de qualidade incontestável, fico com a sensação de que, por muito que viva, por muito que leia, nunca conseguirei ler tudo o que deveria, conhecer todos os autores que o mereceriam...
Herman Melville, era um nome que me dizia pouco. A sua associação com "Moby Dick" fez com que entrasse directamente para a lista de "autores consagrados a não deixar de conhecer", pelo que fiquei deliciada com a oportunidade de ler este pequeno compêndio de contos da sua autoria.
Dois pequenos contos que se lêem de uma assentada, bastaram para levantar o véu sobre o afamado génio deste autor. São histórias um pouco loucas, parecendo por vezes disparatadas, e com uma moral implícita como se de uma fábula dos irmãos Grimm se tratasse. Para além de serem contos de leitura fácil, foram o humor e a crítica que o autor consegue deixar transparecer sem grande esforço que me deliciaram.
Como sempre acontece com os contos, não serão a melhor forma de conhecer um autor, mas estes foram o suficiente para ficar com vontade de ler mais da obra de Melville.
Companhia ideal para leitores erráticos ou para aqueles que, simplesmente, não têm tanto tempo disponível como gostariam. Uma boa aposta!
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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010
Novidades Difel
Uma reflexão sobre um dos capítulos menos estudados, até ao momento, da vasta bibliografia vergiliana: o das polémicas protagonizadas pelo autor de Carta ao Futuro. Adolfo Casais Monteiro, Alexandre Pinheiro Torres, um muito jovem estruturalista e neo-realista Eduardo Prado Coelho, Carlos Maia (pseudónimo do cónego de Évora, José Augusto Alegria), Mário Castrim, Baptista-Bastos, entre outros, são os principais nomes de uma extensa lista de opositores ou, como os dois últimos, de inimigos das letras que se confrontam no terreno da polémica literária com Vergílio Ferreira.Da autora dos best-sellers O TOQUE DE MIDAS e PÁSSAROS FERIDOS.
UM DIA, UMA CIDADE, DOZE HOMICÍDIOS…
Mais uma vez demonstrando que é mestre em suspense, Colleen McCullough regressa com uma empolgante sequela de Um Passo À Frente.
UM DIA, UMA CIDADE, DOZE HOMICÍDIOS…
Mais uma vez demonstrando que é mestre em suspense, Colleen McCullough regressa com uma empolgante sequela de Um Passo À Frente.
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Halima Bashir recebe Prémio Anna Politkovskaya da RAW in War
Halima Bashir, autora de Lágrimas do Darfur, foi este ano galardoada com o Prémio Anna Politkovskaya da RAW in War (Reach all Women in WAR).
Halima Bashir foi a primeira mulher a quebrar o silêncio e a denunciar os abusos sexuais no Sudão, tornando-se assim voz da luta, de resistência e de coragem em todo o mundo. Por tal pagou um elevado preço: foi presa, torturada e molestada, mas isso não a impediu de continuar a manifestar-se contra estes crimes e escreveu um livro, publicado pela Porto Editora em 2009, intitulado Lágrimas do Darfur, que é um grito de alerta contra o esquecimento e um despertar das consciências para um dos maiores dramas do século XXI.
O Prémio Anna Politkovskaya é dado anualmente pela RAW in War (Reach all Women in WAR), uma organização que luta pelos direitos das mulheres que trabalham em países em guerra ou zonas de conflito. Anna Politkovskaya foi uma jornalista russa, porta-voz de fortes críticas ao governo, e foi assassinada a 7 de Outubro de 2006. É nessa data que, todos os anos, é homenageada uma mulher de uma zona de conflito que, como ela, defendeu os direitos do Homem, colocando muitas vezes a sua vida em risco.
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Prémios
Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
Vencedoras do Passatempo "As Mulheres de D. Manuel I"
Mais uma vez se revelou um sucesso um passatempo realizado em colaboração com a Esfera dos Livros! Com quase 280 participações, é com alguma pena que premiamos apenas 3 dos nossos leitores. Aqui ficam os nomes das 3 vencedoras:
Rosa Fernandes - Peniche
Andreia Pancadares - Lisboa
Ana Maria Costa - Mangualde
Muitos parabéns a todas e muito obrigado a todos os participantes! Não deixem de participar em todos os passatempos que estão actualmente a decorrer. Certamente acabará por valer a pena! Boa sorte e boas leituras!
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Passatempo
Novidade Guerra & Paz
Lennox encontra-se na cidade errada à hora errada: Glasgow. Em 1953, a guerra terminou mas a luta nas ruas está apenas a começar, e Lennox está no centro das atenções. Entre o crime e a legalidade, entre a honra e a ganância, Lennox tem apenas uma certeza: este é um sítio onde só os mais duros e implacáveis sobrevivem. Sem esperar, os papéis invertem-se: o detective dá por si no local do crime e tudo aponta para que ele próprio seja o criminoso.
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Guerra e Paz
Conhece Joe Carrot?
A Porto Editora publica, a 3 de Novembro, os primeiros três títulos da Colecção Livros de Histórias Joe Carrot, um êxito internacional do mesmo autor que criou a colecção de sucesso Geronimo Stilton.
Acreditam em bruxas? Não?! Bem, nem Joe Carrot! Na verdade, quando uma noite Rufo MacRábano aparece na agência Carrot & Carrot a pedir a Joe Carrot para resolver o mistério da Bruxa Rapina, Joe sente imediatamente o cheiro a cenouras queimadas!Uma história estranha em Coelhópolis! Qual é o segredo que Jeff Baffins, o escritor mais amado por todos os coelhinhos, esconde? Como é que o misterioso Mister One o chantageia? Para resolver o enigma, é necessário um detective com um faro excepcional: Joe Carrot!A Volta à Ilha Grande Cenoura em bicicleta está prestes a começar e Jane Carrot é uma das concorrentes! Joe e os filhos torcem por ela, mas um ladrão misterioso anda a rondá-los durante a noite e Joe deverá detê-lo, porque ele quer roubar precisamente… a bicicleta da Jane!
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Porto Editora
Novidade Clube do Autor
Referência incontornável na vida cultural portuguesa, António Victorino d’ Almeida é conhecido sobretudo pela sua produção artística e literária (são muitas e variadas as suas incursões pelo mundo da música, do cinema, da literatura ou da televisão).
Porém, Ao Princípio era Eu, a sua autobiografia, mais do que evocar todo esse percurso dá antes a conhecer o homem por detrás do profissional respeitado e multifacetado que é.
Mais do que revelar “o homem dos sete instrumentos”, como é conhecido, a autobiografia de António Victorino d’ Almeida mostra (em histórias e fotografias do seu álbum particular) o homem que era antes de se ter transformado naquilo que é hoje: uma das maiores figuras do panorama cultural português das últimas décadas. A infância, a juventude, a entrada na idade adulta, as primeiras paixões, está tudo nas mais de 600 páginas, fora extratextos, de Ao Princípio era Eu.
Porém, Ao Princípio era Eu, a sua autobiografia, mais do que evocar todo esse percurso dá antes a conhecer o homem por detrás do profissional respeitado e multifacetado que é.
Mais do que revelar “o homem dos sete instrumentos”, como é conhecido, a autobiografia de António Victorino d’ Almeida mostra (em histórias e fotografias do seu álbum particular) o homem que era antes de se ter transformado naquilo que é hoje: uma das maiores figuras do panorama cultural português das últimas décadas. A infância, a juventude, a entrada na idade adulta, as primeiras paixões, está tudo nas mais de 600 páginas, fora extratextos, de Ao Princípio era Eu.
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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
Passatempo "Top 100 Alimentos que Curam"
Com o Inverno a bater à porta com todas as maleitas que lhe são características por arrasto, este livro será de grande utilidade! Em colaboração com a Sinais de Fogo temos para oferecer 2 exemplares deste "Top 100 Alimentos que Curam"!
Para se habilitarem a receber este livro em casa, basta que respondam correctamente às questões abaixo colocadas, aguardando depois pelo dia do resultado!
O passatempo decorrerá até dia 2 de Novembro e os resultados serão posteriormente publicados no blogue.
Só aceitamos uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.
Poderão encontrar as respostas facilmente aqui.
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Passatempo,
Sinais de Fogo
Novidades Educação Nacional
Um verdadeiro conto de fadas! Uma aventura mágica onde os desejos se tornam realidade. Entusiasmantes páginas 3D convidam o leitor a voar com a Angélica, acompanhando-a na sua atribulada viagem rumo ao Palácio da Fada Rainha…Uma jovem princesa, amaldiçoada com um coração de gelo, vive sozinha num palácio de neve. Muitos príncipes tentam resgatá-la da terrível maldição… Mas, só encontrará a felicidade quando perceber que o amor está mesmo debaixo do seu nariz...Ao receber de herança a biblioteca de Leonor, Rafael está longe de imaginar que ela esconde o mais incrível segredo… Quando Alice, Pinóquio, o Capitão Gancho e todos os personagens dos seus contos preferidos ganham vida e começam a sair dos livros, Rafael nem quer acreditar. Contudo, uma terrível maldição cai sobre eles e só Rafael os pode salvar.
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Educação Nacional
Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
D. Luísa Francisca de Gusmão Medina Sidónia - Rainha de Portugal
Título: D. Luísa Francisca de Gusmão Medina Sidónia - Rainha de Portugal
Autora: Maria do Pilar Vasconcelos
Editora: Papiro Editora
Sinopse:
A autora, no patamar supremo da sua produtividade intelectual, depois de um percurso profissional, social e familiar assinalável, cria este romance de cariz histórico centrado na figura de uma grande mulher, a rainha Luísa Francisca de Gusmão Medina Sidónia. Percorrem-se com facilidade e rapidez as suas páginas leves, feitas de uma escrita pouco rebuscada, quase despretensiosa e simples, mas uma escrita muito precisa na sua aplicação, quer na caracterização das personagens envolvidas quer na descrição sóbria dos acontecimentos relatados. Como mulher de fina educação, de requintada sensibilidade feminil e superior inteligência, está bem munida para escalpelizar sentimentos humanos em profundidade, para perceber e valorizar as influências entre pessoas, os jogos em causa e os seus contextos, também os objectivos que ditam o comportamento de cada personagem que aborda.
Opinião:
Não conhecendo esta personalidade da história nacional, foi sem qualquer tipo de expectativas que iniciei a leitura deste breve romance histórico. Descobri que D. Luísa Medina Sidónia foi a mãe da muito famosa Catarina de Bragança, princesa portuguesa que reinou em terras britânicas. Como sempre me acontece na leitura de um livro deste tipo, terminei a leitura com uma sensação de ganho, pelo que aprendi independentemente da qualidade literária.
A autora é muito sucinta ao contar a história desta senhora. Capítulos curtos, com factos relatados muito bem enlaçados, permitem que esta seja uma leitura rápida e informativa. Há uma parca exploração do romance em favor da história, ficando com a impressão de que D. Luísa Francisca de Gusmão Medina Sidónia poderia ser facilmente protagonista de um romance bem mais alargado que lhe fizesse mais justiça.
Um livro agradável, que entretém e enriquece, deixando no entanto a sensação de que poderia ser muito mais.
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Romance Histórico
Novidades Planeta
Luce Price reconhece-o de algum lado, de algum momento… Daniel Grigori evita-a ao máximo, mas há qualquer coisa de dolorosamente familiar nele… e Luce não irá desistir até descobrir o seu segredo.
Misterioso e absorto, Daniel chama a atenção de Luce assim que o vê no primeiro dia de aulas no colégio interno Sword & Cross, em Savannah.
Neste lugar em que os telemóveis são proibidos, os outros alunos parecem ter todos um parafuso a menos e em que câmaras de segurança filmam todos os seus movimentos, Daniel é o único a roubar-lhe a atenção… e o coração.O corpo de Viktor Strandgård, o pregador mais famoso da Suécia, jaz mutilado numa remota igreja de Kiruna, uma cidade do norte submersa na eterna noite polar. A irmã da vítima encontrou o cadáver, e a sombra da suspeita paira sobre ela. Desesperada, pede ajuda à sua amiga de adolescência, a advogada Rebecka Martinsson, que actualmente vive em Estocolmo e que regressa à sua cidade natal disposta a descobrir quem é o culpado. No decurso da investigação conta apenas com a cumplicidade de Anna-Maria Mella, uma inteligente e peculiar polícia grávida. Em Kiruna, muita gente tem algo a ocultar e a neve não tardará a tingir-se de sangue.
Misterioso e absorto, Daniel chama a atenção de Luce assim que o vê no primeiro dia de aulas no colégio interno Sword & Cross, em Savannah.
Neste lugar em que os telemóveis são proibidos, os outros alunos parecem ter todos um parafuso a menos e em que câmaras de segurança filmam todos os seus movimentos, Daniel é o único a roubar-lhe a atenção… e o coração.O corpo de Viktor Strandgård, o pregador mais famoso da Suécia, jaz mutilado numa remota igreja de Kiruna, uma cidade do norte submersa na eterna noite polar. A irmã da vítima encontrou o cadáver, e a sombra da suspeita paira sobre ela. Desesperada, pede ajuda à sua amiga de adolescência, a advogada Rebecka Martinsson, que actualmente vive em Estocolmo e que regressa à sua cidade natal disposta a descobrir quem é o culpado. No decurso da investigação conta apenas com a cumplicidade de Anna-Maria Mella, uma inteligente e peculiar polícia grávida. Em Kiruna, muita gente tem algo a ocultar e a neve não tardará a tingir-se de sangue.
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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010
Novidades Esfera dos Livros
Era uma vez…
O Capuchinho Vermelho e o terrível Lobo Mau, a pobre da Gata Borralheira, o espertalhão do Gato das Botas, o coitado do Príncipe mais as suas malfadadas orelhas de burro, a veloz Lebre e a ainda mais rápida Tartaruga, a Cigarra cantante e a Formiga trabalhadora, a terrível Bruxa que pôs a bela Celeste a dormir, a Branca de Neve e os seus sete amigos anões, os Três Porquinhos, irmãos e amigos, mas tão diferentes entre si, os pequenos, mas incansáveis Duendes, o triste avarento mais o seu fantasma de Natal, a Baleia cantora de ópera, o Pinóquio e o seu nariz incontrolável, a formosa e bonitinha Carochinha pronta para casar com o seu João Ratão...
Todos estes príncipes e princesas, fadas e bruxas, seres mágicos e outras personagens que fazem parte da infância de todos nós reúnem-se no novo livro de Fernando Mendes.O poema também conhecido como Carta a um Filho, escrito em versos e contado com imagens, foi composto por Rudyard Kipling em 1910. Em 1995, uma sondagem da BBC apontou-o como o poema mais apreciado na Grã-Bretanha.
É um poema duro, que exorta a nunca se render, a andar sempre de cabeça levantada, a não se deixar enganar, a não perder o sentido da responsabilidade inclusive nas circunstâncias mais adversas. Ter este código de conduta é, sem dúvida alguma, muito difícil, sugeri-lo a um filho, audaz e exagerado. Mas este discurso dito em voz alta, solene, calmo, íntegro, sem medo de utilizar palavras transcendentes, evoca um mundo de nobres valores luminosos e eternos.Aos 46 anos, no dia 4 de Dezembro de 1980, Francisco Sá Carneiro, fundador e líder do PSD, morreu em Camarate. Junto de Snu Abecassis, a mulher por quem se apaixonou e por quem desafiou a Igreja, a família e a sociedade. Os que o seguiam viam-no como a única esperança da democracia. Os que o combatiam criticavam-lhe a intransigência com que fazia política. A sua morte, há exactamente 30 anos, ficou envolta em mistério e polémica - e fez dele um mito.
Depois de cinco anos de pesquisa exaustiva - através da recolha de fotografias e documentos nunca vistos, perdidos em arquivos privados, e de 76 entrevistas aos familiares mais próximos, a amigos de infância, a companheiros e a adversários -, o jornalista Miguel Pinheiro traça a biografia completa, pessoal e política, de Francisco Sá Carneiro.
Neste livro, ficamos a conhecer os episódios até agora desconhecidos da vida do homem que durante onze meses foi primeiro-ministro de Portugal: a depressão que sofreu e tentou esconder a seguir ao 11 de Março de 1975, a decisão de ocultar o romance com Snu por receio de perder umas eleições, as cartas inéditas do divórcio, a tentativa de declarar a nulidade do casamento no Vaticano, a forma como gostava de desafiar a morte em avionetas e helicópteros e os detalhes dos violentos confrontos políticos com Álvaro Cunhal, Ramalho Eanes e Mário Soares.
O Capuchinho Vermelho e o terrível Lobo Mau, a pobre da Gata Borralheira, o espertalhão do Gato das Botas, o coitado do Príncipe mais as suas malfadadas orelhas de burro, a veloz Lebre e a ainda mais rápida Tartaruga, a Cigarra cantante e a Formiga trabalhadora, a terrível Bruxa que pôs a bela Celeste a dormir, a Branca de Neve e os seus sete amigos anões, os Três Porquinhos, irmãos e amigos, mas tão diferentes entre si, os pequenos, mas incansáveis Duendes, o triste avarento mais o seu fantasma de Natal, a Baleia cantora de ópera, o Pinóquio e o seu nariz incontrolável, a formosa e bonitinha Carochinha pronta para casar com o seu João Ratão...
Todos estes príncipes e princesas, fadas e bruxas, seres mágicos e outras personagens que fazem parte da infância de todos nós reúnem-se no novo livro de Fernando Mendes.O poema também conhecido como Carta a um Filho, escrito em versos e contado com imagens, foi composto por Rudyard Kipling em 1910. Em 1995, uma sondagem da BBC apontou-o como o poema mais apreciado na Grã-Bretanha.
É um poema duro, que exorta a nunca se render, a andar sempre de cabeça levantada, a não se deixar enganar, a não perder o sentido da responsabilidade inclusive nas circunstâncias mais adversas. Ter este código de conduta é, sem dúvida alguma, muito difícil, sugeri-lo a um filho, audaz e exagerado. Mas este discurso dito em voz alta, solene, calmo, íntegro, sem medo de utilizar palavras transcendentes, evoca um mundo de nobres valores luminosos e eternos.Aos 46 anos, no dia 4 de Dezembro de 1980, Francisco Sá Carneiro, fundador e líder do PSD, morreu em Camarate. Junto de Snu Abecassis, a mulher por quem se apaixonou e por quem desafiou a Igreja, a família e a sociedade. Os que o seguiam viam-no como a única esperança da democracia. Os que o combatiam criticavam-lhe a intransigência com que fazia política. A sua morte, há exactamente 30 anos, ficou envolta em mistério e polémica - e fez dele um mito.
Depois de cinco anos de pesquisa exaustiva - através da recolha de fotografias e documentos nunca vistos, perdidos em arquivos privados, e de 76 entrevistas aos familiares mais próximos, a amigos de infância, a companheiros e a adversários -, o jornalista Miguel Pinheiro traça a biografia completa, pessoal e política, de Francisco Sá Carneiro.
Neste livro, ficamos a conhecer os episódios até agora desconhecidos da vida do homem que durante onze meses foi primeiro-ministro de Portugal: a depressão que sofreu e tentou esconder a seguir ao 11 de Março de 1975, a decisão de ocultar o romance com Snu por receio de perder umas eleições, as cartas inéditas do divórcio, a tentativa de declarar a nulidade do casamento no Vaticano, a forma como gostava de desafiar a morte em avionetas e helicópteros e os detalhes dos violentos confrontos políticos com Álvaro Cunhal, Ramalho Eanes e Mário Soares.
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Esfera dos Livros
O Apelo da Lua
Título: O Apelo da Lua
Autora: Patrícia Briggs
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
Mercy Thompson é uma talentosa mecânica de automóveis que vive na zona de Washington. Mas ela é muito mais do que isso: também é uma metamorfa com o poder de se transformar num coiote. Como se não chegasse, o seu vizinho é um lobisomem, o seu antigo patrão um gremlin, e neste momento está a reparar a carrinha de um vampiro. Este é o mundo de Mercy Thompson, um que parece igualzinho ao nosso, mas cujas sombras estão repletas de estranhas e perigosas criaturas da noite. E se até agora Mercy sempre viveu bem nesse mundo, aproxima-se o dia em que a sua preocupação vai ser apenas sobreviver…
Opinião:
Não sendo uma fã incondicional de fantástico, foi com algumas reticências que encarei uma nova série com uma metamorfa como heroína e uma série de lobisomens, entre outras criaturas, à mistura. No entanto, não me deixei convencer por primeiras impressões, lançando-me à leitura com todo o alento.
Foi surpreendente, até para ele, a forma como fiquei agarrada ao livro! Patrícia Briggs consegue criar uma personagem forte, com traços de personalidade bem vincados, e perfeitamente adaptada à sociedade actual. Pode não parecer nada de mais, mas se juntarmos a essa mesma sociedade uma mescla de todos os seres fantásticos imagináveis, de origem europeia, entre outras, a forma como a autora consegue dar sentido a tudo isto é verdadeiramente impressionante. Dei por mim a ler trechos com descrições de acções maioritariamente caninas, reconhecendo sinais e gestos a que os meus animais de estimação me habituaram, não estranhando que estas estivessem a ser atribuídas a uma personagem que, por acaso, também é uma mulher!
Durante a maior parte da leitura tive a nítida impressão de que este livro daria um bom pedaço de TV (considerando que já se trata de uma série de livros, acho que uma série de televisão baseada nos mesmos seria um sucesso).
Não será correcto considerar-me rendida, mas confesso que gostei bem mais deste volume inaugural do que seria de esperar. Mercy Thompson é uma série que terei muito gosto em continuar a ler, e Patrícia Briggs é uma autora a manter debaixo de olho!
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Patrícia Briggs
Novidade Porto Editora
Matteo responde a um anúncio de emprego. Toca à campainha e uma mulher recebe-o.
Mas a mulher apresenta uma particularidade estranha. É a primeira proposta de trabalho de Matteo em muitos meses: aceita-a. Mas Matteo não suporta aquele ofício durante muito tempo.
Responde a um novo anúncio. Toca à campainha e um homem abre a porta e recebe-o.
De novo, a mesma particularidade estranha.
Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas – até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego
Mas a mulher apresenta uma particularidade estranha. É a primeira proposta de trabalho de Matteo em muitos meses: aceita-a. Mas Matteo não suporta aquele ofício durante muito tempo.
Responde a um novo anúncio. Toca à campainha e um homem abre a porta e recebe-o.
De novo, a mesma particularidade estranha.
Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas – até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego
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Vencedor do Passatempo "Bipolar"
Com mais de 330 participações, este passatempo veio chamar a atenção para uma patologia pouco conhecida, que suscita curiosidade, mostrando a importância destes corajosos relatos tão poucas vezes publicados na primeira pessoa! Tínhamos um exemplar de "Bipolar" para oferecer e eis o nome da sorteada:
Cláudia Almeida - Amora
Muitos parabéns à vencedora! Esperamos que este livro traga consigo mais do que algumas horas de companhia. Que este testemunho chegue à nossa leitora, e a outros através dela!
A todos os que participaram, o nosso sincero agradecimento! Esperamos que continuem a participar nas múltiplas surpresas que temos organizadas! Boa sorte e boas leituras!
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Nova entrevista a Martin S. Braun - Autor de "Alex 9"
Com a publicação do segundo volume da trilogia "Alex 9", Martin S. Braun teve a amabilidade de responder a algumas perguntas do Páginas Desfolhadas. Mais uma vez, na sequência da leitura deste novo volume, eis o que o autor nos contou:
Páginas Desfolhadas: Sentiu a mesma ânsia para começar a escrever o terceiro volume como nós sentimos para lê-lo?
Martin S. Braun: Acho que sim. Eu tenho sempre ânsia de começar os meus projectos de escrita. Infelizmente, pouco depois de começar é que começo a ver os problemas e as questões que se levantam e que, depois, desaceleram consideravelmente o desenvolvimento e conclusão dos textos.
Fico muito contente por as pessoas ansiarem o terceiro volume. Estou cheio de vontade de o publicar e de ouvir as primeiras opiniões. Mas não posso facilitar o processo de escrita. Tenho de me assegurar que mantenho ou melhoro a qualidade. Odeio quando os finais das sagas são piores do que eu esperava, e não quero cometer esse erro. Dito isto, também espero não me atrasar e tê-lo pronto no primeiro trimestre de 2011 (sendo que depois demora sempre 2 a 3 meses a publicar).
PD: Terminado o segundo volume e talvez já a escrever o terceiro, sente evolução na escrita?
Torna-se mais fácil e fluido ou aumenta a sua própria exigência?
MSB: Já escrevo há muitos anos e se calhar já cheguei ao ponto em que não consigo ver evolução deescrita. O que é que vocês acham?
Sinto, por outro lado, que com este volume tive mais oportunidade de desenvolver algumas linhas de narrativa que apenas foi possível introduzir no primeiro volume. E isso agrada-me sempre. As personagens ganharam carácter, pormenores de personalidade, vulnerabilidades, complexidade. E o enredo também. E isso é sempre interessante. Mas o ritmo manteve-se e, apesar das cenas de envolvência emocional, quase que posso dizer que o número de cenas de acção até aumentou.
Pretendo que o terceiro volume não largue o ritmo vertiginoso e até agora está a correr bem. Até é mais intenso, parece-me. Mas, como já disse, o sucesso de uma saga é marcado pelo seu final e portanto tenho de caprichar e amarrar muito bem todas as pontas, o que torna tudo mais difícil, uma vez que abri muitas portas no segundo volume.
PD:
Há sempre várias cenas a ocorrer em simultâneo e a acção vai alternando vertiginosamente entre elas. No processo de escrita como faz para não se perder e saber em que ponto estão todos os acontecimentos a determinada altura?
MSB: As várias linhas de acção ocorrem como histórias próprias na minha cabeça, como se vários contos se entrecruzassem para fazer o romance. Por vezes, chego a escrever as diversas linhas em documentos separados. A maior dificuldade é, na realidade, manter coerência e equilíbrio quando estou a juntar as diversas partes. Aí, a minha preocupação passa a ser se estou a manter o suspense, se estou a manter o ritmo, se não ‘colo’ demasiado perto as partes de uma linha ou se não mantenho demasiado tempo quieta outra linha. Por vezes é interessante manter uma linha mais tempo fora da narrativa, por outro, pode criar desequilíbrios na cronologia. Passo muito tempo a experimentar as posições das linhas e é das questões mais complexas que tenho de resolver. Mas não sinto grande dificuldade em saber em que ponto estão os acontecimentos pois, como devem calcular, leio muitas e muitas vezes o texto à medida que estou a escrever, indo muitas vezes atrás, lendo os primeiros capítulos outra vez, às vezes até relendo o primeiro volume. É esse o trabalho.
Páginas Desfolhadas: Sentiu a mesma ânsia para começar a escrever o terceiro volume como nós sentimos para lê-lo?
Martin S. Braun: Acho que sim. Eu tenho sempre ânsia de começar os meus projectos de escrita. Infelizmente, pouco depois de começar é que começo a ver os problemas e as questões que se levantam e que, depois, desaceleram consideravelmente o desenvolvimento e conclusão dos textos.
Fico muito contente por as pessoas ansiarem o terceiro volume. Estou cheio de vontade de o publicar e de ouvir as primeiras opiniões. Mas não posso facilitar o processo de escrita. Tenho de me assegurar que mantenho ou melhoro a qualidade. Odeio quando os finais das sagas são piores do que eu esperava, e não quero cometer esse erro. Dito isto, também espero não me atrasar e tê-lo pronto no primeiro trimestre de 2011 (sendo que depois demora sempre 2 a 3 meses a publicar).
PD: Terminado o segundo volume e talvez já a escrever o terceiro, sente evolução na escrita?
Torna-se mais fácil e fluido ou aumenta a sua própria exigência?
MSB: Já escrevo há muitos anos e se calhar já cheguei ao ponto em que não consigo ver evolução deescrita. O que é que vocês acham?
Sinto, por outro lado, que com este volume tive mais oportunidade de desenvolver algumas linhas de narrativa que apenas foi possível introduzir no primeiro volume. E isso agrada-me sempre. As personagens ganharam carácter, pormenores de personalidade, vulnerabilidades, complexidade. E o enredo também. E isso é sempre interessante. Mas o ritmo manteve-se e, apesar das cenas de envolvência emocional, quase que posso dizer que o número de cenas de acção até aumentou.
Pretendo que o terceiro volume não largue o ritmo vertiginoso e até agora está a correr bem. Até é mais intenso, parece-me. Mas, como já disse, o sucesso de uma saga é marcado pelo seu final e portanto tenho de caprichar e amarrar muito bem todas as pontas, o que torna tudo mais difícil, uma vez que abri muitas portas no segundo volume.
PD:
Há sempre várias cenas a ocorrer em simultâneo e a acção vai alternando vertiginosamente entre elas. No processo de escrita como faz para não se perder e saber em que ponto estão todos os acontecimentos a determinada altura?MSB: As várias linhas de acção ocorrem como histórias próprias na minha cabeça, como se vários contos se entrecruzassem para fazer o romance. Por vezes, chego a escrever as diversas linhas em documentos separados. A maior dificuldade é, na realidade, manter coerência e equilíbrio quando estou a juntar as diversas partes. Aí, a minha preocupação passa a ser se estou a manter o suspense, se estou a manter o ritmo, se não ‘colo’ demasiado perto as partes de uma linha ou se não mantenho demasiado tempo quieta outra linha. Por vezes é interessante manter uma linha mais tempo fora da narrativa, por outro, pode criar desequilíbrios na cronologia. Passo muito tempo a experimentar as posições das linhas e é das questões mais complexas que tenho de resolver. Mas não sinto grande dificuldade em saber em que ponto estão os acontecimentos pois, como devem calcular, leio muitas e muitas vezes o texto à medida que estou a escrever, indo muitas vezes atrás, lendo os primeiros capítulos outra vez, às vezes até relendo o primeiro volume. É esse o trabalho.
PD: Pode aguçar-nos ainda mais o apetite para a leitura do último volume de Alex desvendando um pouco o enredo?
MSB: Este é o volume da resolução. Será que Alex e Dael sobrevivem ao desastre do final do segundo volume? Hehe… Agora a sério: este é o momento em que Alex vai finalmente descobrir quem é, o que esperam dela e em que tramas está envolvida. Com tudo o que isso implica. O seu romance com Dael também passará para outro patamar, agora que o casal se começa a conhecer melhor. Pierre e Kaoru Bach, por seu lado, ganharão outro protagonismo à medida que desvendam os segredos de Alex e Sanjuro Takahashi. As suas acções ainda vão ser mais importantes do que se possa pensar. Entretanto, o príncipe Jikard, que no primeiro volume era um rapaz assustado e que se tornou num guerreiro com provas dadas no segundo volume, tornar-se-á num verdadeiro líder. E, claro, dar-se-á a batalha final entre Brodom e o Império Tshiu. Entre Alex e os Irmãos da Noite de Sangue. No Fórum Bang! deixei um desafio aos leitores para criarem personagens que se tornem figurantes na batalha final. As inscrições ainda estão abertas. Corram! Participem!
PD: Como tem sido o feedback on-line a ambos os livros?
MSB: Tem sido surpreendentemente bom. Todas as críticas são óptimas. Neste país, só existe crítica literária destas áreas online. De modo que o feedback online é tudo. Por isso, espero que continuem como estão e estou a trabalhar arduamente para que o terceiro volume também seja acolhido desta forma.
MSB: Este é o volume da resolução. Será que Alex e Dael sobrevivem ao desastre do final do segundo volume? Hehe… Agora a sério: este é o momento em que Alex vai finalmente descobrir quem é, o que esperam dela e em que tramas está envolvida. Com tudo o que isso implica. O seu romance com Dael também passará para outro patamar, agora que o casal se começa a conhecer melhor. Pierre e Kaoru Bach, por seu lado, ganharão outro protagonismo à medida que desvendam os segredos de Alex e Sanjuro Takahashi. As suas acções ainda vão ser mais importantes do que se possa pensar. Entretanto, o príncipe Jikard, que no primeiro volume era um rapaz assustado e que se tornou num guerreiro com provas dadas no segundo volume, tornar-se-á num verdadeiro líder. E, claro, dar-se-á a batalha final entre Brodom e o Império Tshiu. Entre Alex e os Irmãos da Noite de Sangue. No Fórum Bang! deixei um desafio aos leitores para criarem personagens que se tornem figurantes na batalha final. As inscrições ainda estão abertas. Corram! Participem!
PD: Como tem sido o feedback on-line a ambos os livros?
MSB: Tem sido surpreendentemente bom. Todas as críticas são óptimas. Neste país, só existe crítica literária destas áreas online. De modo que o feedback online é tudo. Por isso, espero que continuem como estão e estou a trabalhar arduamente para que o terceiro volume também seja acolhido desta forma.
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